sábado, 17 de março de 2007

234 NOVAS DINÂMICAS

DINÂMICAS


01. 30 SEGUNDOS

Objetivos:
Estimular a participação de todos por igual nas reuniões e evitar interrupções paralelas.
Descrição:
1 - O coordenador apresenta um tema a ser discutido pelo grupo.
2 - Baseado neste tema, cada integrante tem trinta segundos para falar sobre o assunto apresentado, sendo que ninguém, em hipótese alguma, pode ultrapassar o tempo estipulado; ao mesmo tempo que os outros integrantes devem manter-se em completo silêncio.
3 - Se o comentário terminar antes do tempo estipulado, todos devem manter-se em silêncio até o final deste.
4 - Ao final, o tema pode ser, então, debatido livremente.
5 - O coordenador também pode, utilizando como tema, por exemplo, "saber escutar e falar", introduzir questões como:
a) Sabemos respeitar e escutar (e não simplesmente ouvir) a opinião do outros?
b) Conseguimos sintetizar nossas opiniões de maneira clara e objetiva?



02. A BALA

Objetivo: Despertar a importância do outro.
Despertar a solidariedade.
Perceber o nosso individualismo.
Descobrir soluções em conjunto com outras pessoas.
Material: Algumas balas. Dois cabos de vassoura ou varas. Barbantes.
Desenvolvimento: pede-se dois voluntários para abrir os braços. Por a vara ou cabo da vassoura nos ombros acompanhando os braços e amarrar os braços abertos na vara, para não dobrar.
Por as balas numa mesa e pedir aos dois para chuparem balas sem dobrar os braços que estão amarrados.
Analisar a dinâmica:
Como se sentiram?
O que o grupo observou? Poderia ter sido diferente?
Por que os dois agiram assim?
Isso tem alguma coisa com o nosso dia a dia?
O que acharam da dinâmica?
Pode confrontar com a Palavra de Deus?
Palavra de Deus: AT.4, 32-37 Sl. 15



03. A BALA2

Objetivos:
Abordar pontos positivos e negativos individuais dos integrantes do grupo.
Material:
Balas de cereja (com sabor azedo) e bombons na proporção de uma de cada tipo para cada integrante do grupo.
Observações:
Nada impede que o número de balas e bombons seja aumentado ou que os mesmos sejam novamente utilizados durante a dinâmica, opção do coordenador. Esta dinâmica é mais indicada para grupos homogêneos em termos de laços de amizade.

Como Fazer:
1 - O coordenador deve distribuir as balas e bombons para os integrantes do grupo.
2 - Cada integrante deve distribui-los do seguinte modo:
a) O bombom é dado a uma pessoa que tenha feito algo positivo que tenha chamado a atenção do integrante.
b) A bala azeda é dado a uma pessoa que tenha agido de maneira que tenha entristecido a pessoa que deu a bala ou alguma outra pessoa.
3 - A distribuição não deve apresentar nenhuma ordem em especial, sendo totalmente espontânea.
4 - Uma bala ou bombom pode ser dado a alguém que já tenha recebido outra do mesmo tipo.
5 - Os integrantes podem dar balas ou bombons para si próprios.
6 - A apresentação correspondente às balas azedas deve ser feita com sinceridade, mas também com muita sensibilidade para que a pessoa, sem ser ofendida, possa rever algumas de suas ações.




04. A CANDIDATURA

Participantes: grupos de cinco pessoas se houver mais de 10 participantes.
Tempo Estimado: 30 minutos.
Material: papel e caneta.
Objetivo: expressar de maneira simpática o valor que têm as pessoas que trabalham conosco.
Descrição: cada grupo deve escolher um candidato para determinada missão. Por exemplo, ser presidente da associação de moradores, ser dirigente de um clube esportivo, etc. Cada participante coloca no papel as virtudes que vê naquela pessoa indicada para o cargo e como deveria fazer a propaganda de sua candidatura.
O grupo coloca em comum o que cada um escreveu sobre o candidato e faz uma síntese de suas virtudes. Prepara a campanha eleitoral e, dependendo do tempo disponível, faz uma experiência da campanha prevista.
O grupo avalia a din6amica, o candidato diz como se sentiu, O grupo explica por que atribuiu determinadas virtudes e como se sentiram na campanha eleitoral.




05. A FOTO PREFERIDA

Objetivos:
Começar a integração do grupo, partindo do conhecimento mútuo; romper o gelo desde o princípio, a fim de desfazer tensões.
Material: : Oito fotografias tamanho pôster, numeradas, apresentando cenas diversas, colocadas em lugar visível a todos.
Como Fazer:
- A motivação é feita pelo animador, com as seguintes palavras: "Em nossa comunicação diária, nós nos servimos de símbolos para expressar coisas, identificar pessoas, acontecimentos e instituições: neste momento, vamos fazer algo semelhante".
- Convida os presentes a observarem as fotografias em silêncio e escolher aquela com que melhor se identificarem.
- A seguir, em equipe, cada qual indica a foto escolhida e faz seus comentários sobre ela. Os demais participantes podem interferir, fazendo perguntas.
Avaliação:
- Para que serviu o exercício?
- Como nos sentimos durante a experiência?



06. A MACA

Objetivos:
Avaliar nossos laços de amizade.
Material:
Papel e caneta para cada um.
Como Fazer:
1 - Primeiro se lê o texto base do evangelho: a cura do paralítico que é levado pelos seus amigos. (Lc 5,17-26: Mc 2,1-12; Mt 9,1-8).
2 - Assim coordenador distribui a folha e caneta para todos, e pede para que cada um desenhe uma maca em sua folha.
3 - Na ponta de cada braço, cada um deve escrever o nome de um amigo que nos levaria a Jesus.
4 - Depois pede-se para desenhar outra maca e no meio dela colocar o nome de quatro amigos que levaríamos para Jesus.
Refletir:
1 - Assumimos nossa condição de amigo de levar nossos amigos até Jesus?
2 - Existem quatro amigos verdadeiros que se tenham comprometido a suportar-me sempre?
3 - Conto incondicionalmente com quatro pessoas para as quais eu sou mais importante do que qualquer coisa?
4 - Tenho quatro pessoas que me levantam, se caio, e corrigem, se erro, que me animam quando desanimo?
5 - Tenho quatro confidentes, aos quais posso compartilhar minhas lutas, êxitos, fracassos e tentações?
6 - Existem quatro pessoas com quem eu não divido um trabalho e sim uma vida?
7 - Posso contar com quatro amigos verdadeiros, que não me abandonariam nos momentos difíceis, pois não me amam pelo que faço, mas, pelo que sou?
8 - Sou incondicional de quatro pessoas?
9 - Há quatro pessoas que podem tocar na porta da minha casa a qualquer hora?
10 - Há quatro pessoas que, em dificuldades econômicas, recorreriam a mim?
11 - Há quatro pessoas que sabem serem mais importantes para mim, que meu trabalho, descanso ou planos?
12 - No trecho do evangelho observamos alguma coisas como?
a) lugar onde uns necessitam ajuda e outros prestam o serviço necessário.
b) o ambiente de amor, onde os amigos carregam o mais necessitado que não pode caminhar por si mesmo.
c) os amigos se comprometem a ir juntos a Jesus, conduzindo o enfermo para que seja curado por ele.
d) deixar-se servir pelos irmãos.
e) uma vez curado, carregar o peso da responsabilidade.


07. A MALETA

Objetivo: conscientização sobre a estrutura da sociedade que reforça a defesa dos interesses particulares, não estimulando o compromisso solidário.
Material: uma maleta chaveada, chave da maleta, dois lápis sem ponta, duas folhas de papel em branco, dois apontadores iguais.
Desenvolvimento: forma-se duas equipes.
A uma equipe entrega-se a maleta chaveada, dois lápis sem ponta e duas folhas de papel em branco dentro da maleta.
A outra equipe entrega-se a chave da maleta e dois apontadores iguais.
O coordenador pede que as duas equipes negociem entre si o material necessário para cumprimento da tarefa que é a seguinte: ambas deverão escrever Eu tenho Pão e Trabalho.
A equipe vencedora será a que escrever primeiro e entregar a frase para o coordenador.
A frase deve ser anotada no quadro ou em cartaz em letra grande e legível.
Palavra de Deus: 2 Cor 9, 6-9 Sl 146



08. A NOSSA PARTE

Participantes: Indeterminado (todos os que estiverem participando)
Tempo Estimado: 30 minutos.
Material: garrafa plástica transparente de 2 litros vazia, tampinhas de garrafa (qto maior o número de tampinhas mais rápido se transcorre a dinâmica) e água o suficiente, leia a preparação.
Objetivo: Mostrar que se cada um fizer a sua parte, tudo pode ser transformado (Essa dinâmica também pode ser usada para mostrar a importância de cada um dentro da Igreja).
Preparação: Você deve em casa preparar o material, pegue a garrafa plástica transparente (essas de refrigerante de 2 litros), corte-a ao meio, iremos utilizar a parte de baixo para depositar a água. Digamos que essa dinâmica será entre 40 participantes, então com ajuda da tampinha vá adicionando água na parte que você cortou até completar as 40 tampinhas de agua. Observe até onde irá encher de água a garrafa que você cortou. Sugiro que você marque um pouco acima (um centimetro) e corte novamente, deixando uma margem pequena para não transbordar a água.
Descrição: Coloque a parte da garrafa que você cortou sobre uma mesa e peça para que um dos participantes encha a tampinha com água e deposite essa água na parte da garrafa cortada.
Mostre a todos que quase nem se percebe a quantidade de água que está ali.
Agora peça para que todos os participantes adicionem também uma tampinha com água na parte da garrafa cortada.
Quando todos teminarem, mostre como encheu a garrafa cortada que quase chegou a transbordar.
Conclusão: No início ninguem deu valor a pouca quatidade de água que ali estava, mas depois cada um também fez a sua parte e aquele poquinho (a tampinha cheia de água) acabou se tornando muito. Sendo assim temos que fazer a nossa vez e conscientizar a todos que tambem devem fazer o mesmo. Adicione o seu comentário baseando nisso e conclua a dinâmica conforme a sua necessidade.
Dinâmica criada por Anderson (responsável pelo site), paróquia Imaculada Conceição da Vila Rezende - Piracicaba SP. Entre em contato através do fale conosco.



09. A PALAVRA – IMÃ

Participantes: indefinido.
Tempo Estimado: 25 minutos.
Material: Cartolina ou papel, pincel atômicos ou canetas.
Descrição: Dispor os participantes em círculo.
O coordenador deverá escrever no centro de uma cartolina a palavra-chave, o tema do encontro. (Por exemplo:Escrever a palavra amor)
Pedir para cada participante escrever em torno da palavra-chave aquilo que lhe vier à cabeça sobre a palavra-chave.
No final da dinâmica, todos conversarão sobre o que escreveram, o que sentiram.
Mensagem: Todas as pessoas possuem no seu interior uma parcela de verdade que necessita vir à tona algum dia.



10. A TEIA DA AMIZADE

Material:
Um rolo (novelo) de fio ou lã.
Como Fazer:
1 - Dispor os participantes em círculo.
2 - O coordenador toma nas mãos um novelo (rolo, bola) de cordão ou lã.
3 - Em seguida prende a ponta do mesmo em um dos dedos de sua mão.
4 - Pedir para as pessoas prestarem atenção na apresentação que ele fará de si mesmo. Assim, logo após se apresentar brevemente, dizendo que é, de onde vem, o que faz etc, joga o novelo para uma das pessoas à sua frente.
5 - Esta pessoa apanha o novelo e, após enrolar a linha em um dos dedos, irá repetir o que lembra sobre a pessoa que terminou de se apresentar e que lhe atirou o novelo.
6 - Após fazê-lo, essa segunda pessoa irá se apresentar, dizendo quem é, de onde vem, o que faz etc...
7 - Assim se dará sucessivamente, até que todos do grupo digam seus dados pessoais e se conheçam.
8 - Como cada um atirou o novelo adiante, no final haverá no interior do círculo uma verdadeira teia de fios que os une uns aos outros.
Comentários:
Pedir para as pessoas dizerem:
- O que observaram;
- O que sentem;
- O que significa a teia;
- O que aconteceria se um deles soltasse seu fio etc.
Mensagem:
Todos somos importantes na imensa teia que é a vida; ninguém pode ocupar o seu lugar.



11. A VELA E O BARBANTE

Participantes: 7 a 15 pessoas
Tempo Estimado: 20 minutos
Material: uma Bíblia, barbante, velas para todos os integrantes e mais uma para ser colocada no centro do grupo.
Descrição: Todos deverem estar na forma de um círculo, e no centro do círculo, numa mesa, coloca-se a Bíblia, junto com uma vela acesa. A Bíblia deve estar amarrada com o barbante, e este, deve ter sobra suficiente para amarrar as velas de todos. Cada pessoa, com uma vela vai ao centro do círculo, passa o barbante em volta de sua vela, acendendo-a, e em seguida, entrega à ponta do barbante para outra pessoa, que circulará sua vela, também acendendo-a, e assim sucessivamente. Quando todos estiverem enlaçados pelo barbante, lê-se a passagem do Evangelho de João, capítulo 8, versículo 12 - "Eu sou a luz do mundo, quem me segue não andará nas trevas, mas possuirá a luz da vida". Ao final, todos partilham o sentido da dinâmica, tentando relacioná-la com o texto bíblico proposto.



12. A VELA E COPO

Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 10 minutos.
Material: Uma vela, fósforos e um copo de vidro transparente.
Descrição: Colocar uma vela sobre a mesa e acende-la cuidadosamente. Deixar que se queime por alguns segundos.
Em seguida, pegar um como transparente e, cuidadosamente e lentamente, colocar sobre a vela. Aos poucos, ela se apagará.
Deixá-la assim e pedir que as pessoas falem o que sentiram ou observaram, quando viram a experiência.



13. A VIAGEM

Objetivos:
Definir as prioridades pessoais.
Material:
Papel e caneta para cada integrante.
Como Fazer:
1 - O coordenador pede para que cada pessoa escreva cinco sonhos pessoais de cada um.
2 - E começa a dizer:
a) Lembrando que esse sonhos serão nossa bagagem de uma viagem muito especial, a viagem da nossa vida, iremos para outro país, numa longa jornada.
b) Com nossos sonhos em mãos e saindo de casa, temos nossa primeira dificuldade, nem todos os nosso sonhos cabem no carro que vai nos levar, assim temos que abandonar um.
c) Qual deles seria?
d) Seguindo viagem, nosso carro quebra e temos que seguir a pé, mas devido ao peso das nossas bagagens temos que deixar outra de lado, ficando somente com três.
e) Qual sonho foi abandonado?
f) Em nossa caminhada nos deparamos com um cachorro que começa a correr atrás de nós para nos atacar, e para podermos escapar de uma mordida temos que deixar outro sonho, ficando com dois sonhos.
g) Qual sonho ficou para trás?
h) Após um caminho tortuoso até a entrada no outro país, encontramos uma alfândega onde somos barrados e temos que seguir somente com uma mala, qual sonho deixamos?
h) Qual o nosso maior sonho que nunca abandonamos?
Para o plenário:
1 - O carro cheio representa a nossa família e ou amigos que nos fazem desistir de alguns sonhos.
2 - O peso das malas representa o tempo no qual tentamos realizar esse sonho que pelo cansaço desistimos.
3 - O cachorro tem conotação de perseguição, assim como Jesus disse que seus discípulos seriam perseguidos, isso é uma purificação.
4 - Finalmente a alfândega que significa a porta dos céus, nossa última passagem antes de assumir um único sonho para nossa vida inteira.
Refletir:
1 - Qual hora foi mais difícil para abandonar um sonho?
2 - O que me motiva durante as dificuldades?
3 - Que retribuição devo esperar se seguir corretamente todos os meus passos nesta viagem?
4 - Qual a retribuição que Deus deu para mim?




14. A VIDA NO EVANGELHO DE SÃO JOÃO


Motivação:
- Refletir e rezar sobre o valor da vida;
- Perceber como Deus ama e quer muita vida para todos (Jo 10,10)
- Querer relações de justiça entre pessoas, classes, povos, para que ninguém fique à margem da vida (Jo 10,15)
Introdução:
Apresentação: Nome - Procedência - Por que veio? (Criar ambiente de grupo e de confiança mútua)
- Levar os Jovens a desejaram momentos fortes de diálogo com Deus e de confronto com a sua Palavra. Escutar a resposta de Deus. Sentir a importância do momento que está vivendo.
- O que é mesmo um retiro? Diferenciá-lo de um simples encontro. Clima de silêncio. Ambiente físico favorável. Propostas de caminhada para os dois dias: programação geral do retiro.
Textos Bíblicos:
O cego de nascença (Jo 9,1-41);
Samaritana (Jo 4,1-42);
Nicodemos (Jo 3,1-21);
Bom Pastor (Jo 10,1-21)
Multiplicação dos Pães (Jo 6,1-13 e 35-65)
Desenvolvimento:
Convém dar uma breve explicação do texto de Jo 9,1-41: quem pecou - dia e a noite - Siloé - Sábado - a Sinagoga, etc
Identificar:
- Cegueiras e conflitos pessoais, na família, no grupo, na comunidade (reflexão pessoal, escrever).
- Iluminação e confronto dessa realidade com o episódio evangélico "O cego de nascença" (em grupos pequenos: preparar um roteiro, atitudes dos discípulos de Cristo, do cego, dos pais, dos fariseus).
- Partilha no grande grupo - oração
Reflexão:
O Cego de Nascença vive seu problema pessoal de forma resignada e acomodada. É acusado por Jesus. Toma consciência do que se passa e de sua identidade: "Sou eu mesmo". De repente se vê metido num conflito com os fariseus que ameaçam expulsá-lo da sinagoga (comunidade). Tenta fugir do conflito: permanecer cego teria sido até mais fácil. Os pais, de medo, dão jeito de cair fora. O cego vê-se desafiado a se posicionar: ao lado de Jesus, o que lhe traz riscos e perseguições; ou ao lado dos fariseus, que permanecem na cegueira e condenam Jesus. Finalmente assume a fé em Jesus Cristo e dá um corajoso testemunho que lhe vale a expulsão. Embora perseguido, sente-se livre para uma nova dimensão de vida.
Identificar Conflitos Sociais:
- Situações de cegueira, que geram miséria, fome, desemprego, marginalização e morte de grandes grupos sociais. Identificá-los.
- Retomada do texto bíblico (cego de nascença). Leitura dialogada, para maior compreensão.




15. A VIDA SE TECE DE SONHOS


1º Passo:
1 - Motivação inicial para a dinâmica. Não se explica muito, por isso pode inibir ou diferenciar em demasia o trabalho.
2 - A partir do conhecimento de cada pessoa presente e '' do que se ouve falar por aí '', elencam-se : substantivos, adjetivos e verbos... que tragam presentes a realidade na qual vivemos. este primeiro momento chamamos de ''Tempestade de Idéias''. Vale tudo o que for dito. Podem ser indicadas algumas palavras que sejam essenciais (estas podem, de repente, não aparecer neste primeiro momento ). Cabe ao facilitador da dinâmica ver quais são estas palavras, tendo o cuidado de não listar muitas.
3 - As palavras podem ser escritas em papeletas. O colorido pode ser dado pelas canetas(de preferência pincel atômico para facilitar a visualização). As papeletas podem ser colocadas no chão ou em uma parede deixando então um certo espaço vazio entre elas.
2º Passo:
1 - Vale a criatividade do facilitador da dinâmica para elaborar questões sobre o que foi elaborado pelo grupo.
2 - - A tarefa agora é ver quais os conceitos que estão diretamente ligados. Palavras que poderiam ter um significado maior ou diferente se estivessem conectadas a outras . Para isso usa-se fios, linhas, tiras para ligar uma a outra bem finos, de qualquer material papel, lã, etc...
3 - Pode-se perguntar quais as possibilidades de se tecer sonhos a partir desse emaranhado de palavras ? O que é possível tecer a partir dos conceitos do 1º passo ? Onde estão situados os jovens nessa teia conceitual-social ? Há espaço ? O que pode estar ligado a ele ?
3º Passo:
- Iluminar com uma música, mensagem ou texto bíblico . Que elementos novos aparecem e são importantes ? Colocar esses elementos (iluminadores) em destaque na teia conceitual.
4º Passo:
- Partindo da realidade concreta, propor aos jovens que sejam buscadas:
a) Que experiências concretas conhecemos que ajudam a reconstruir essa teia (projetos de trabalhos, ações populares, associações, ongs, ações possíveis e concretas).
b) Trazer testemunhos destas experiências ou pessoas que possam relatar o seu trabalho. A idéia é que o "tecer novos sonhos" não fique só no papel, mas passe para a ação concreta.
5º Passo:
1 - A partir do que vimos e ouvimos que ações, como jovens protagonistas, vamos assumir (individualmente e em grupo)? É hora de assumir um compromisso de realidade no grupo.
2 - Motivar o grupo a construir um símbolo destes momentos vivenciados na dinâmica. Este elemento é para ficar vivo na memória, o que as pessoas e o grupo assumiram concretamente.
3 - Termina-se com um momento de oração.




16. ABRE O OLHO


Participantes: 2 pessoas.
Tempo estimado: 20 minutos.
Material: Dois panos para fechar os olhos e dois chinelos ou porretes feitos com jornais enrolados em forma de cassetete.
Descrição: Dois voluntários devem ter os rostos cobertos e devem receber um chinelo ou porrete. Depois devem iniciar uma briga de cegos, para ver quem acerta mais o outro no escuro. O restante do grupo apenas assiste. Assim que inicia a "briga", o coordenador faz sinal para o grupo não dizer nada e desamarra a venda dos olhos de um dos voluntários e deixa a briga continuar. Depois de tempo suficiente para que os resultados das duas situações sejam bem observados, o coordenador retira a venda do outro voluntário e encerra a experiência.
Conclusão: Abre-se um debate sobre o que se presenciou no contexto da sociedade atual. A reação dos participantes pode ser muito variada. Por isso, é conveniente refletir algumas posturas como: indiferença x indignação; aplaudir o agressor x posicionar-se para defender o indefeso; lavar as mãos x envolver-se e solidarizar-se com o oprimido, etc. Alguns questionamentos podem ajudar, primeiro perguntar aos voluntários como se sentiram e o por quê. Depois dar a palavra aos demais participantes. Qual foi a postura do grupo? Para quem torceram? O que isso tem a ver com nossa realidade? Quais as cegueiras que enfrentamos hoje? O que significa ter os olhos vendados? Quem estabelece as regras do jogo da vida social, política e econômica hoje? Como podemos contribuir para tirar as vendas dos olhos daqueles que não enxergam?
Palavra de Deus: Mc 10, 46-52 Lc 24, 13-34.




17. ACENDER E APAGAR


Material:
Uma caixa de fósforos e dez velas para cada equipe, latas de conserva cheias de areia para se colocar as velas, um apito ou sino para o animador.
Como Fazer:
1 - O animador divide o grupo em duas equipes, que se organizam em filas paralelas, atrás da linha de partida.
2 - Em frente a cada equipe, colocam-se as velas, cobrindo o percurso que vai desde a linha de partida até a meta (15 metros).
3 - O primeiro integrante de cada fila recebe uma caixa de fósforos.
4 - A um sinal do animador, correm a acender as velas. Acendida a última, cada qual volta para sua fila e toca no ombro do segundo participante. Este corre a apagar as velas. Ao terminar, volta para sua fila e toca no ombro do terceiro. Este corre e faz o mesmo que o primeiro participante.
5 - O exercício continua assim até que a fila inteira participe. Ganha a equipe que terminar primeiro.




18. AFETO

Participantes: 7 a 30 pessoas
Tempo Estimado: 20 minutos
Material: Um bichinho de pelúcia.
Descrição: Após explicar o objetivo, o coordenador pede para que todos
formem um círculo e passa entre eles o bichinho de pelúcia, ao qual cada integrante deve demonstrar concretamente seu sentimento (carinho, afago, etc.). Deve-se ficar atento a manifestações verbais dos integrantes. Após a experiência, os integrantes são convidados a fazer o mesmo gesto de carinho no integrante da direita. Por último, deve-se debater sobre as reações dos integrantes com relação a sentimentos de carinho, medo e inibição que tiveram.




19. ANÁLISE DE MÚSICAS

Objetivo:
Varia de acordo com a música a ser analisada.
Material:
Aparelho de som, CD ou fita com as músicas a serem analisadas e letras das mesmas.
Como Fazer:
1 - A pessoa que aplica a dinâmica deve escolher previamente duas ou três músicas para serem analisadas.
2 - Atenção: É muito importante a escolha das músicas. Lembre-se que as letras serão analisadas, logo devem dizer algo interessante.
3 - São distribuídas as folhas com as letras aos participantes.
4 - Quando todos já estiverem com suas folhas, o Coordenador coloca a música pra tocar orientando a todos que acompanhem a letra.
5 - Ao final da música:
a) Cada um diz qual a mensagem que aquela música trouxe.
b) Repetir esse processo para cada música escolhida.
Para Debater:
=> Qual frase mais chamou sua atenção? Porquê?
=> Qual é a ligação dessa música com a nossa vida? Com o nosso Grupo?
=> Com a nossa Família, Sociedade, Escola, Trabalho, etc.?





20. ANJO DA GUARDA

Objetivos:
Integração, sociabilização, relacionamento interpessoal, empatia, comunicação, descontração.
Material:
Filipetas com nomes dos participantes, canetas, caixa ou similar.
Como Fazer:
1 - O Facilitador escreve os nomes dos participantes em uma filipeta e os deposita numa caixa.
2 - Cada participante sorteia um papel (como em um amigo secreto).
3 - Orientar o grupo que ninguém poderá retirar seu próprio nome. Se isso acontecer, refazer o sorteio.
4 - Cada participante será o anjo daquele que sorteou e, portanto, também terá seu anjo.
5 - Os nomes não devem ser revelados até o término do jogo.
6 - O papel de cada anjo é de aproximar-se, dar atenção e integrar-se com a pessoa sorteada, de forma sutil, sem que esta perceba imediatamente quem é seu anjo.
7 - A caixa deve ser colocada em local apropriado para que, durante o evento, os anjos se comuniquem por bilhetes. O sigilo deve ser mantido.
8 - Ao final, cada um tenta adivinhar quem é o seu anjo.
Variação:
Esta dinâmica pode ser aplicada em viagens, cursos e reuniões nos quais os participantes permanecem juntos por período de tempo relativamente longo.




21. ANÚNCIOS CLASSIFICADOS

Objetivos:
Apresentar pessoas que quase não se conhecem.
Material:
Papel e cante para cada um.
Como Fazer:
1 - Cada participante recebe uma folha em branco e nela escreve um anúncio classificado sobre ele mesmo, se oferecendo para um serviço, curso ou outra coisa.
2 - A folha não pode conter nome.
3 - Os classificados são afixados na parede e os participantes devem ler os anúncios e durante 20 minutos tentar descobrir quem são as pessoas anunciadas.
4 - Em seguida o coordenador deve perguntar:
a) quem se reconheceu através dos anúncios classificados,
b) quantas pessoas pensavam se conhecer e descobriram que não se conheciam direito,
c) como cada um se sentiu ao ver seu anúncio sendo lido pelos outros,
d) o que falta para que o grupo se conheça melhor.




22. APOIO

Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 10 minutos.
Descrição: O coordenador deve pedir a todos os participantes que se apóiem em um pé só, onde deveram dar um pulo para frente sem colocar o outro pé no chão, um pulo para a direita outro para esquerda dar uma rodadinha, uma abaixada e etc.
Mensagem: Não podemos viver com o nosso individualismo porque podemos cair e não ter força para levantar. Porque ficarmos sozinhos e temos um ombro amigo do nosso lado?





23. APRENDER A ESCREVER NA AREIA

Enviada por: Maria Helena L. de Carvalho
Objetivo: Dinâmica de reflexão interior.
Participantes: Todos os presentes no encontro
Material: Texto abaixo. Imprimir e entragar para cada grupo ou ler para todos ouvirem e depois refletirem.
Texto para meditar:
Dois amigos, Mussa e Nagib, viajavam pelas estradas e sombrias montanhas da Pérsia, acompanhados de seus servos.
Certa manhã chegaram à margem de um rio onde era preciso transpor a corrente ameaçadora. Ao saltar de uma pedra o jovem Mussa foi infeliz, falseando-lhe o pé e precipitando-se no torvelinho espumejante das águas em revoltas. Teria ali morrido, se não fosse Nagib, que atirou-se nas correntezas e conseguiu trazer a salvo o companheiro de jornada. O que fez Mussa? Chamou os seus mais hábeis servos e ordenou-lhes que gravassem numa pedra esta legenda:
"Nesse lugar, durante uma jornada Nagib salvou seu amigo mussa".
Seguindo viagem de regresso às terras, sentados numa areia clara, puseram-se a conversar e por motivo fútil, surge de repente, uma desavença entre os dois.
Discordaram, discutiram e Nagib, num ímpeto de cólera, esbofeteou brutalmente seu amigo. O que fez Mussa? Não revidou a ofensa. Ergueu-se e tomando Tranquilo seu bastão escreveu na areia clara.
Neste lugar, durante uma jornada, nagib por motivo fútil, injuriou, gravemente seu amigo mussa".
Um de seus ajudantes observou respeitoso:
' - Senhor, da primeira vez, para exaltar a abnegação de Nagib, mandaste gravar, para sempre, na pedra, o fato heróico. e agora, que ele acaba de ofender-vos, tão gravemente, limitas a escrever na areia incerta o ato de violência e covardia. A primeira legenda ficará para sempre. Todos os que transitarem por este sitio dela terão notícia. Esta outra, porém, riscada no tapete da areia, antes do cair da tarde, terá desaparecido como um traço de espumas entre as ondas do mar'.
Respondeu Mussa sabiamente:
' - É que, o benefício que recebi de Nagib permanecerá para sempre em meu coração. Mas, a injúria, escrevo-a na areia, como um voto, para que depressa se apague e mais depressa ainda, desapareça da minha lembrança. Assim é meu amigo! Aprende a gravar na pedra os favores que receberes, os benefícios que te fizerem, as palavras de carinho, simpatia e estímulo que receberes. Aprende, porém, a escrever na areia, as injúrias, as ingratidões, as ofensas e ironias que te ferirem pela estrada da vida. Aprende a GRAVAR, assim, na pedra. Aprende a ESCREVER, assim, na areia... e então só assim serás livre e portanto feliz!'.
Perguntas para reflexão:
1. Conhecer-se é a mais sublime arte das pessoas inteligentes e sábias. Para gravar nas pedras do seu caminho procure recordar três fatos (importantes) que mais marcaram sua vida, que foram os mais "felizes", que lhe serviram de estímulo na caminhada.
2. Sou "sábio" para poder compreender as diferenças do meu caminhar, e por onde passo vejo as marcas de alegrias deixadas por outras pessoas? Ou sou aquele que ao caminhar só vejo as coisa ruins e vou logo fazendo "fofocas"?




24. APRESENTAÇÃO

Tamanho do grupo: 20 a 30 pessoas.
Tempo: 45 minutos.
Descrição: O coordenador explica que a dinâmica é feita para o conhecimento de quem é quem no grupo, e se pretende fazer apresentação a dois, para isso se formam pares desconhecidos que durante uns minutos esses pares se entrevistem, após a entrevista feita pelos pares volta ao grupo, e nisso cada pessoal fará apresentação da pessoa que foi entrevistada, não podendo fazer a sua própria apresentação. Quem estiver sendo apresentado vai verificar se as informações a seu respeito estão corretas conforme foi passada na entrevista. Termina com uma reflexão sobre a validade da dinâmica.




25. ARTISTA

Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 10 minutos.
Material: Lápis e papel.
Descrição: O dirigente pede para os participantes fecharem os olhos. Peça a cada participante que desenhe com os olhos fechados uma:
- Casa
- Nessa casa coloque janelas e portas.
- Ao lado da casa desenhe uma arvore.
- Desenhe um jardim cercando a casa, sol, nuvens, aves voando.
- Uma pessoa com olhos, nariz e boca.
- Por fim peça para escreverem a frase a baixo:
- SEM A LUZ DE DEUS PAI, DEUS FILHO, DEUS ESPÍRITO SANTO, TUDO FICA FORA DO LUGAR.
Peça para abrirem os olhos e fazer uma exposição dos desenhos passando de um por um.
Comentário: Sem a luz e a presença do Pai, toda obra sai imperfeita. Deus é única luz. Sem ela só há trevas.




26. ÁRVORE DA VIDA E ÁRVORE DA MORTE

Objetivo: Refletir sobre os sinais de vida e morte no bairro, na comunidade, na família, no grupo de jovens.
Material: um galho de árvore seco, um galho de árvore verde, caneta ou pincel e pedaços de papel.
Desenvolvimento: em pequenos grupos descobrir os sinais de vida e morte que existem no bairro, na família, no grupo de jovens... Depois, diante da árvore seca e verde vão explicando para o grupo o que escreveram e penduraram na árvore.
No intervalo das colocações pode-se cantar algum refrão.
Iluminar com a palavra de Deus e em grupo refletir:
Iluminados pela prática de Jesus, o que fazer para gerar mais sinais de vida e enfrentar as situações de morte de nosso bairro etc.
Fazer a leitura de João 15,1-8. Depois cada participante toma um sinal de morte da árvore e faz uma prece de perdão e queima, em seguida cada um pega um sinal de vida e leva como lembrança e desafio.
Palavra de Deus: Jo. 15, 1-8. Sl 1.




27. AS DIMENSÕES DA LIDERANÇA

Objetivo:
Focalizar as responsabilidades e os problemas da liderança.
Quantidade de Participantes:
12 pessoas
Material:
Moedas ou cédulas que serão coletadas entre os membros do grupo.
Tempo Estimado:
1 hora
Desenvolvimento:
Este exercício pode ser feito logo após o a dinâmica "Qualidade do Líder Democrático", mas pode também ser adaptado a qualquer outro no qual é eleito um líder.
I. O coordenador pede que o grupo faça a eleição de um líder que deverá coletar a importância de r$ 2,00 de cada membro do grupo.
A seguir explicará que o dinheiro será redistribuído pelo líder, na base de um múltiplo critério;
II. O coordenador solicita a ajuda do grupo no sentido de sugerir os múltiplos critério para a redistribuição do dinheiro. Querendo, poderá formar subgrupos. O líder eleito não tomará parte, mas poderá passar de grupo em grupo para observar. O critério poderá incluir, por exemplo, os indivíduos mais votados, os que mais influenciarem na escolha do líder e outros;
III. Feitas as sugestões, caberá ao líder eleito fazer sua decisão, baseado ou não num dos critérios apontados. Todo critério é válido, exceto o de redistribuir o dinheiro, dando a cada um a mesma importância;
IV. O líder processará a redistribuição do dinheiro, explicando o critério que irá adotar, seguindo-se um debate em torno do exercício realizado.




28. AS QUALIDADES


Enviada por: Maria Helena L. de Carvalho
Objetivo: Dinâmica de Auto-conhecimento - Objetivo: Valorizar e valorizar-se
Participantes: Todos os presentes no encontro
Material: Pedaço de papel, uma para cada participante e caneta.
Descrição:
a- entregar um pequeno papel para cada participante.
b- Pedir para cada um escrever 04 qualidades que pensa ter.
c- Pedir para um por um dizer essas qualidades para o grupo, comunicando-se bem. (os participantes observam e escutam o outro com atenção)
d- Perguntar como se sentiram ao falar e observar o outro. O que sentiram e o que perceberam. Deixar todos exporem as suas idéias.
e- Pedir novamente que escrevam mais quatro qualidades sem repetir as primeiras.
f- Ler novamente para todos um por um.
g- Refletir sobre a necessidade de descobrir os próprios dons e de desenvolvê-los.
Pais e educadores como tratam, como se relacionam com os filhos e educandos?
Nossa educação foi positiva ou negativa?
É importante não ficar muito no negativo
Temos que valorizar e valorizar-se.




29. AULINHA

Participantes: 25 a 30 pessoas
Tempo: 35 minutos
Material: o mesmo numero de temas para o de participantes do grupo
Descrição: a AULINHA é dada quando o grupo tem dificuldade de expressão, é inibido e prolixo. Para isso o coordenador:
- Entrega a cada participante o tema, sobre o qual deverá expor suas idéias, durante dois ou três minutos;
- O membro participante anterior ou posterior dará uma nota ou conceito ao expositor, que será comunicada ao grupo no final do exercício;
- A AULINHA permite diversas variações, tais como:
A) O coordenador em vez de dar a cada participante um título de tema para dissertar em público, poderá utilizar somente um tema, ou então vários temas, mas com uma introdução para auxiliar as pessoas, ou até mesmo um texto para ser lido
B) Ou ainda pode-se utilizar uma folha em branco para que cada participante possa lançar nela no mínimo dois assuntos da atualidade, notícias recentes de jornais. A seguir recolherá os assuntos, que cada participante possa dar sua AULINHA, escolhendo um dos artigos constantes na papeleta.




30. AUTÓGRAFOS

Objetivo:
É evidente que esse conteúdo não deve ser explicado pelo monitor e sim ser produto de ampla e muitas vezes longa discussão, após a aplicação da técnica. Seu fundamento moral vale-se do choque que provoca ao se verem seus integrantes plenamente mergulhados em uma competição egocêntrica que se opõe a um sentimento de solidariedade. Ao terminar a aplicação da técnica, os participantes percebem que intuitivamente entraram em choque competitivo, rejeitando um sentimento de solidariedade que afinal, é a mensagem mais forte de todo propósito de sensibilização.
Material:
Papel, lápis ou caneta.
Como Fazer:
1 - O monitor distribui a cada participante uma folha de papel em branco e pede ao mesmo que anote, ao alto, seu nome ou apelido qualquer que aceita com naturalidade.
2 - Solicita a seguir que tracem um retângulo ao redor do nome.
3 - Avisar aos participantes que terão dois minutos para cumprir a tarefa de colher autógrafos, pedindo que os demais assinem seus nomes de forma legível em sua folha.
4 - Avisar também que, esgotado o tempo, todos deverão ter suas folhas em mãos.
5 - Iniciar a atividade e marcar o tempo. Nesse momento é natural a formação de verdadeira balbúrdia, com todos os membros buscando rapidamente obter o maior número possível de autógrafos, ainda que tal ordem não tenha sido passada nem o monitor tenha colocado qualquer proposta de prêmio ou vitória por essa conquista.
6 - Passados os dois minutos, o monitor interrompe a atividade e solicita que todos os participantes confiram o número de autógrafos legíveis obtidos.
7 - Perguntar a cada um deles o número obtido e informar à classe ou ao grupo os três primeiros resultados.
Avaliação:
Iniciar a discussão da técnica, indagando inicialmente se haveria algum valor em atribuir-se qualquer destaque novo a prova de solidariedade aos participantes que mais autógrafos tivessem obtido. Receberá, quase que unânime, a resposta negativa. Indaga, então, se alguma forma a técnica se prestaria para identificar alguma solidariedade, pois não é difícil muitos perceberem que há muito egocentrismo na obtenção do autógrafo, mas não em sua doação. Embora todos se mostrassem ávidos em obter autógrafos, tiveram que também oferecer o seu, como alternativa para o recebimento. Não demorará muito e o grupo será levado a perceber que a mensagem da técnica é ensinar que toda conquista pressupõe doação, e que sem a ajuda de nossa espontaneidade pouco pode ser obtido.




31. AVALIANDO UM ENCONTRO


Objetivos:
Avaliar a partir de um questionário básico a qualidade dos encontros ou reuniões para assim estar determinando os caminhos a serem seguidos.
Material:
Questionário e caneta para cada um.
Como Fazer:
1 - Destaca-se a importância de avaliar todas as atividades para que os erros sejam corrigidos e distribuindo o questionário e dando 15 minutos para ser respondido de maneira mais clara possível.
Questionário:
a) No geral, o que você achou desse encontro: ruim, médio, aceitável, bom, excelente.
b) Quais foram seus pontos fracos
c) O que mais agradou
d) O que foi mais negativo
e) Agora você compreende melhor os outros: muito, bastante, pouco, nada.
f) Quais fatores do ambiente facilitaram ou dificultaram o encontro.
g) Os objetivos do encontro e de cada item de pauta foram enunciados claramente.
h) O grupo conseguiu chegar às decisões que precisavam ser tomadas.
i) Estas decisões surgiram da compreensão mútua e do consenso
j) As pessoas ficaram atadas às suas idéias ou cederam em pontos para que o grupo progredisse.
k) Os temas foram suficientemente discutidos.



32. BAÚ DAS RECORDAÇÕES


Público:
Grupos de jovens formados há algum tempo.
Material:
1 - Cada pessoa deve trazer para o encontro uma recordação, um objeto que guarda por algum motivo especial.
2 - O animador deve confeccionar previamente um baú, onde serão depositadas as recordações , e uma pequena chave numerada para cada integrante. A numeração da chave indica a ordem de participação.
3 - O animador coloca o baú sobre uma mesa, no centro do grupo. Ao lado dele, encontram-se as chaves numeradas. À medida que os participantes vão chegando, depositam sua recordação no baú, retiram uma chave e vão ocupar seu assento, formando um círculo em volta do baú.
Como Fazer:
1 - O animador motiva o exercício com as seguintes palavras: "Nós, seres humanos, comunicamo-nos também através das coisas ... os objetos que guardamos como recordações revelam a nós mesmos, assim como expressa aos demais, algo de nossa vida, de nossa história pessoal e familiar ... Ao comentarmos nossas recordações, vamos revelar, hoje, parte dessa história. Preparemos nosso espírito para receber este presente tão precioso constituído pela intimidade do outro, que vai partilhá-la gratuitamente conosco".
2 - O animador convida a pessoa cuja chave contenha o número 01 a retirar sua recordação do baú, apresentá-la ao grupo e comentar o seu significado; os demais podem fazer perguntas. Assim se procede até que seja retirada a última recordação. O animador também participa.
Avaliação:
- Para que serviu o exercício ?
- Como nos sentimos ao comentar nossas recordações ?
- Que ensinamento nos trouxe a dinâmica ?
- O que podemos fazer para nos conhecermos cada vez melhor ?




33. BILHETES


Objetivo:
Exercitar a comunicação entre os integrantes e identificar seus fatores.
Material:
Pedaços de papel com mensagens e fita adesiva.
Como Fazer:
1 - Os integrantes devem ser dispostos em um círculo, lado a lado, voltados para o lado de dentro do mesmo.
2 - O coordenador deve grudar nas costas de cada integrante um cartão com uma frase diferente.
3 - Terminado o processo inicial, os integrantes devem circular pela sala, ler os bilhetes dos colegas e atendê-los, sem dizer o que está escrito no bilhete.
4 - Todos devem atender ao maior número possível de bilhetes.
5 - Após algum tempo, todos devem voltar a posição original, e cada integrante deve tentar adivinhar o que está escrito em seu bilhete.
6 - Então cada integrante deve dizer o que está escrito em suas costas e as razões por que chegou a esta conclusão.
7 - Caso não tenha descoberto, os outros integrantes devem auxiliá-lo com dicas.
Avaliação:
O que facilitou ou dificultou a descoberta das mensagens? Como esta dinâmica se reproduz no cotidiano?
Sugestões de Bilhetes:
Sugira um filme para eu ver?; Cante uma música para mim?; Gosto quando me aplaudem.; Sou muito carente. Me dê um apoio.; Tenho piolhos. Me ajude!; Dance comigo.; Estou com falta de ar. Me leve à janela.; Me descreva um jacaré.; Me ensine a pular.; Tem uma barata em minhas costas!; Dobre a minha manga.; Estou dormindo, me acorde!; Me cumprimente.; Quantos anos você me dá?; Me elogie.; Veja se estou com febre.; Chore no meu ombro.; Sorria para mim.; Me faça uma careta?.




34. BINGO BÍBLICO


Bingo pedrinhas
VER ANEXO
Bingo cartelas

DESCRIÇÃO DA DINÂMICA:
Participantes: Todos os presentes no encontro, sendo que o catequista será quem irá sortear as pedrinhas.
Material: bingo pedrinhas e bingo cartelas (documento do word preparado)
Descrição:
- Primeiro passo: Recortar as pedrinhas do documento (bingo pedrinhas.doc)
- Segundo passo: Recortar as cartelas (cartelas.doc) obs.: pode-se criar outras cartelas conforme o número de participantes.
- Terceiro passo: distribuir as cartelas para cada pariticpante, se o número de participantes for muito grande, uma sugestão seria formar grupos, mas o interessante seria cada participante receber uma cartela.
- Quarto passo: começar o bingo da seguinte maneira:
O catequista sorteia a primeira pedrinha, por exemplo foi sorteado o número 15. A pergunta que se encontra na pedrinha 15 é: Quantos são os mandamentos da lei de Deus?
Então ao invés de falar o número da pedrinha, o catequista faz a pergunta: Quantos são os mandamentos da lei de Deus?
A criança, ou jovem responde: São DEZ.
Nesse momento o catequista pode anotar na lousa o número que foi sorteado: 15.
Repetir o processo até que alguem preencha toda a cartela.




35. BOAS NOTÍCIAS

Objetivo: Avaliar os fatos bons de nossa vida
Participantes: Todos os presentes no encontro
Material: Uma folha de papel e lápis para cada pessoa.
Descrição:
1 - O animador pode motivar o exercício da seguinte maneira: "Diariamente, todos nós recebemos notícias, boas ou más. Algumas delas foram motivo de grande alegria e por isso as guardamos com perfeita nitidez. Vamos hoje recordar algumas dessas boas notícias ".
2 - Logo após, explica como fazer o exercício: os participantes dispõem de 15 minutos para anotar na folha as três notícias mais felizes de sua vida.
3 - As pessoas comentam suas notícias em plenário, a começar pelo animador, seguido pelo vizinho da direita e, assim, sucessivamente, até que todos o façam. Em cada uma das vezes, os demais participantes podem dar seu parecer e fazer perguntas.
Avaliação:
- Para que serviu a dinâmica?
- O que descobrimos acerca dos demais?



36. BRAINSTORMING

Objetivo:
O Brainstorming ou tempestade cerebral, mais que uma técnica de dinâmica de grupo é uma atividade desenvolvida para explorar a potencialidade criativa do indivíduo, colocando-a a serviço de seus objetivos.
Como Fazer:
1 - O Brainstorming não visa a fixação de um conteúdo desenvolvido ou que conste de um texto qualquer.
2 - O princípio no qual se apóia o Brainstorming é o de solicitar aos participantes que aparentemente idéias, as mais diversas e até mesmo descabidas, sobre um assunto qualquer colocado pelo monitor. Sua participação, durante a apresentação dessa idéias, será a de registrá-las, independente de qualquer juízo crítico sobre sua validade, e estimular a rápida sucessão de outras mais. Um exemplo proposto é aproveitar-se uma reunião de executivos, por exemplo, na área de publicidade e apresentar-lhes desafios aparentemente ilógicos como:
- Qual a utilidade prática de uma lâmpada queimada?
- Que outros empregos poderemos dar a um clipes?
- Como nos valer da palavras (chuva) e da palavra (matagal) para promover a venda de óleos de bronzear?
3 - Colocando um desses problemas, cabe ao monitor, mais ou menos como um leilão, incentivar os participantes a apresentarem, em poucas palavras, as sua idéias e, eventualmente, associá-las a outras até que praticamente se esgote o manancial. Com inúmeras idéias expostas a registradas, deve então o monitor, com auxílio do grupo ir eliminando umas, aprimorando outras e assim chegar a um resultado prático.


37. CAMISETAS


Objetivo: Conhecimento mútuo e levantamento da realidade.
Material: Alfinetes ou fita adesiva, pincéis ou canetas, folhas de jornal e tesoura.
Desenvolvimento: Cada participante pega uma meia folha de jornal, rasga ou corta as pontas de cima no formato de camiseta.
Escreva na camiseta de jornal. O seu nome, que trabalho faz. Onde trabalha, se gosta ou não do trabalho. Pode dar as seguintes orientações: escreva ou desenhe algo que caracterize sua vida de trabalhador.
Prega-se a camiseta no corpo e circula pela sala para cada um ler o que outro escreveu ou desenhou.




38. CARÍCIA DOS NOMES


Objetivo:
Identificar cada pessoa do grupo pelo nome, aprender o nome de cada um e promover a integração do grupo.
Desenvolvimento 1:
1 - Grupo em círculo, sentado.
2 - Cada participante fala o seu nome alto, de olhos fechados.
3 - Todo o grupo repete o nome que foi falado, várias vezes, de forma cantada. Todos ao mesmo tempo, cada um a seu modo, até sentirem-se satisfeitos, passando, então, para outro participante, repetindo o mesmo procedimento.
4 - Quando o grupo inteiro tiver realizado o exercício, pedir às pessoas que falem dos sentimentos surgidos durante a atividade.
Desenvolvimento 2:
1 - Grupo em círculo, de pé. Cada participante diz seu nome em voz alta, cantando-o explicar que esse "cantar" é um novo ritmo, uma nova entonação que se dá ao nome próprio.
2 - Após o "canto" de cada nome, o grupo repete, na mesma entonação e ritmo, o cantar do companheiro.
Comentários:
Apesar de ser um trabalho leve e fácil de se realizar, muitas vezes o grupo se depara com sua timidez, crítica e censura. O facilitador deve estar atento às dificuldades surgidas para que, junto com uma discussão com o grupo, possa superá-las. É um trabalho a ser realizado nas fases iniciais do processo grupal, como uma atividade de apresentação, facilitando o conhecimento e a memorização dos nomes de cada participante e servindo como dinâmica de aquecimento. Outra ocasião em que pode ser aplicada é quando o grupo está envolvido em questões tensas e o facilitador sente a necessidade de modificar o clima.




39. CARTA A SI PRÓPRIO


Objetivo:
Levantamento de expectativas individuais, compromisso consigo próprio, percepção de si, auto-conhecimento, sensibilização, reflexão, auto-motivação, absorção teórica.
Material:
Envelope, papel e caneta.
Como Fazer:
1) Individualmente, cada integrante escreve uma carta a si próprio, como se estivesse escrevendo a seu(sua) melhor amigo(a).
2) Dentre os assuntos, abordar: como se sente no momento, o que espera do grupo, como espera estar pessoal e profissionalmente daqui a 30 dias.
3) Destinar o envelope a si próprio (nome e endereço completo para remessa).
4) O facilitador recolhe os envelopes endereçados, cola-os perante o grupo e, após 45 dias aproximadamente, remete ao integrante (via correio).




40. CARTA DE DESPEDIDA


Objetivos:
Avaliar o momento concreto que esta sendo vivido pelo grupo através da verbalização das emoções.
Material:
Papel e caneta para cada um.
Como Fazer:
1 - Cada participante escreverá numa folha uma carta de despedida do grupo.
2 - Nessa carta, deve comentar:
a) o como está se sentindo em relação ao grupo,
b) o que estava sendo o mais importante,
c) se estava gostando ou não,
d) do que não estava gostando,
e) se vai sentir saudade... por quê?
3 - O que mais quiser acrescentar.
4 - Depois, as cartas são lidas em voz alta, pela própria pessoa que escreveu ou então, trocando-se os leitores.
5 - Lidas todas as cartas, pode-se conversar sobre o rumo que se deve dar ao grupo para resolver o problema que se está enfrentando.




41. CARTÃO MUSICAL


Objetivos:
Facilitar o relacionamento entre os participantes de um grupo.
como Fazer:
1 - Coordenador distribui um cartão, um lápis e um alfinete para cada participante e pede que cada um escreva no cartão o nome e prenda-o na blusa. (Não pode ser apelido)
2 - Os participantes sentam-se em círculo. O coordenador coloca-se no centro e convida os demais a cantar: "Quando vim para este grupo, um(a) amigo(a) eu encontrei (o coordenador escolhe uma pessoa) como estava ele(a) sem nome, de (nome da pessoa) eu o(a) chamei. Oh! amigo(a), que bom te encontrar, unidos na amizade iremos caminhar"(bis). (Melodia: Oh, suzana!!)
3 - O coordenador junta-se ao círculo e a pessoa escolhida, entoa a canção, ajudada pelo grupo, repetindo o mesmo que o coordenador fez antes. E assim prossegue o exercício até que todos tenham se apresentado.
4 - A última pessoa entoa o canto da seguinte maneira: "Quando vim para este grupo, mais amigos encontrei, como eu não tinha nome, de ...(cada um grita seu nome) eu o chamei. Oh! amigos(as), que bom nos encontrar, unidos lutaremos para o mundo melhorar (bis)"
Avaliação:
1 - Para que serviu a dinâmica?
2 - Como nos sentimos?




42. CARTÕES POSTAIS


Objetivos:
Quebrar gelo e integrar os participantes do grupo.
Como Fazer:
1 - O coordenador fixa cartões postais numerados num lugar visível ao grupo.
2 - Coordenador convida os presentes a observarem em silêncio os postais,. escolhendo cada qual o que mais lhe agrada e também aquele de que menos gosta. Cada um escreve no caderno, o porquê da escolha.
3 - O grupo observa e escolhe os postais, de acordo com a orientação do coordenador.
4 - No plenário, cada pessoa comenta sua escolha; em primeiro lugar, indicam os postais que não lhes agradaram e, a seguir, aqueles de que mais gostaram.
Avaliação:
- O que descobrimos acerca dos demais, através desse exercício?
- Como nos sentimos?


43. CASTIGO

Material: Pedaços de papel e caneta.
Desenvolvimento: Distribui-se um pedaço de papel para cada um.
Diz a todos o seguinte: Somos todos irmãos não é? Portanto, ninguém aqui vai ficar chateado se receber um castigo do irmão. Então vocês vão escolher uma pessoa, e dar um castigo a ela.
Isso será feito da seguinte forma: no papel deverá ser escrito o nome de quem vai dar o castigo, o castigo e o nome de quem vai realizar o castigo.
Após recolher todos os papéis o animador fala o desfecho da dinâmica:
Acontece que o feitiço virou contra o feiticeiro, portanto quem deu o castigo é que vai realizá-lo.
Obs: Caso a pessoa não queira realizar o castigo ela receberá um castigo do grupo todo.
Mensagem: O que não queremos para nós, não desejamos para os outros.




44. CESTAS DE FRUTAS


Material:
Uma cadeira para cada participante.
Como Fazer:
1 - O animador convida os presentes a sentarem-se formando um círculo e dá a cada um o nome de uma fruta. Os nomes das frutas são repetidos várias vezes.
2 - Explica a maneira de fazer o exercício: Conta-se uma história e toda vez que for mencionado o nome de uma fruta, a pessoa que recebeu o nome daquela fruta troca de lugar. Se, entretanto, aparecer na história a palavra cesta, todos mudam de lugar. Como o animador também participa do jogo, uma pessoa permanecerá em pé e fará a sua própria apresentação. A dinâmica será repetida várias vezes, até que todos tenham se apresentado.
Avaliação:
1) Que proveito tiramos do exercício?
2) Como estamos nos sentindo?




45. CHOCOLATE

Material: Bombons, cabo de vassoura, fita adesiva.
Desenvolvimento: O animador divide o grupo em duas turmas. Com a primeira turma ele passa a instrução de que eles somente ajudarão os outros se eles pedirem ajuda (isso deve ser feito sem que a outra turma saiba).
A segunda turma terá seu braço preso com o cabo de vassoura (em forma de cruz) e a fita adesiva. Deve ficar bem fechado para que eles não peguem o chocolate com a mão.
Coloca-se o bombom na mesa e pede para que cada um tente abrir o chocolate com a boca, e se conseguir pode comer o chocolate.
A primeira turma ficará um atrás de cada um da segunda turma, ou seja, existirá uma pessoa da primeira turma para cada pessoa da segunda turma.
Após algum tempo o animador encerra a dinâmica dizendo que nunca devemos fazer as coisas sozinhos, cada um deles tinha uma pessoa a qual eles simplesmente poderiam ter pedido que abrisse o chocolate e colocasse na boca.
Mensagem: Nunca devemos fazer nada sozinho, sempre que preciso temos que pedir ajuda a alguém.




46. COCHICHO


Objetivos:
1 - Levar todos os integrantes do grupo a participar de uma discussão.
2 - Colher opiniões e sugestões de um grupo, e sondar-lhes os interesses.
3 - Criar uma atmosfera informal e democrática durante um estudo, debate.
4 - Dar oportunidade para a troca de idéias dentro de um grupo.
5 - Ajudar as pessoas a se libertarem das suas inibições.
6 - Obter rapidamente idéias, opiniões e posições dos participantes de um grupo.
Componentes:
a) Coordenador: orientar e encaminhar o trabalho.
b) Secretário: anota no quadro ou papelógrafo, as idéias dos participantes.
c) Público: participantes do grupo.
Como Fazer:
1 - Coordenador expõe de forma clara uma questão, solicitando idéias do grupo.
2 - Coordenador divide o grupo de 2 em 2 ou 3 em 3 (depende do número de participantes o grupo).
3 - Formados os grupos, passam a trabalhar. Cada grupo tem 2, 3 ou 4 minutos para expor suas idéias, sendo um minuto para cada participante.
4 - Uma pessoas de cada grupo expõe em plenário, a síntese das idéias do seu grupo.
5 - O secretário procura anotar as principais idéias no quadro, ou num papelógrafo.
6 - O coordenador faz um comentário geral, esclarece dúvidas.
7 - Alguém do grupo pode fazer uma conclusão.
Avaliação:
1 - O que aprendemos?
2 - O que descobrimos em relação ao grupo?
3 - O que precisamos aprofundar sobre este assunto?




47. COLAGEM

Objetivo:
Comunicar uma mensagem de maneira criativa, usando instrumentos simples e material disponível (revistas, jornais, etc). Serve para comunicar o resultado da reflexão de um grupo sobre o tema, ajudar um grupo a resumir as idéias mais importantes de uma discussão, que todas as pessoas de um grupo se expressem e trabalhem juntas.
Material:
Cartolina, jornal, cola, tesoura, pincel atômico, tesoura, etc.
Como Fazer:
1 - O coordenador da dinâmica explica em que consiste a colagem: é um cartaz feito por diversas pessoas, com recortes, fotos, ou outros, para comunicar o que pensam estas pessoas sobre o determinado tema (o coordenador pode relembrar o tema que está sendo discutido).
2 - O grupo de 5 a 8 pessoas discutem o tema. Buscam fotos, recortes, letras de jornais e revistas ou outros para expressar o que discutiram. Colam tudo numa cartolina.
3 - As diferentes colagens são apresentadas em plenária e discute-se o que cada colagem quis dizer.
4 - As pessoas que fizeram a colagem podem complementar as interpretações, se for preciso.





48. COMO A BÍBLIA FOI ESCRITA

Objetivo: Ajudar a compreender como a Bíblia foi escrita
Participantes: Todos os presentes no encontro.
Descrição:
1. Formar grupos com cinco pessoas cada.
2. Pedir que uma pessoa do grupo conte um fato acontecido em sua vida, podendo ser algo alegre ou triste. Três pessoas do mesmo grupo escreverão o que estará sendo contado, com suas próprias palavras e da maneira que estiver entendendo, sem interromper a pessoa que está contando o fato. A quinta pessoa prestará atenção no fato narrado, ela será o observador. Deve-se determinar um tempo para essa atividade.
3. Escolher um dos grupos para que as três pessoas que escreveram o fato contado possam ler suas narrativas escritas. O(a) catequista deve ficar atento ao que foi escrito, sua forma, assunto etc., e pedirá ao observador sua opinião sobre a narrativa que mais se aproxime da real.
4. O(a) catequista deverá ajudar o grupo a perceber as diferenças nas narrativas:
a) se foi escrita na primeira, segunda ou terceira pessoa do singular;
b) sentimentos da época e sentimentos de hoje, ao narrar o fato etc.
Conclusão: Concluirá a dinâmica sintetizando para as crianças e os adolescentes como a Bíblia foi escrita e qual o processo usado.
Citar como modelo os Evangelhos que são narrativas diferentes, narradas por pessoas diferentes, mas todas são verdadeiras, pois narram a vida e a missão de Jesus Cristo.




49. COMO ORAR

Material:
Folhas e lápis para cada participante; Bíblias.
Como Fazer:
1 - Divida a turma em grupos.
2 - Faça folhas e tire cópias do texto em preto abaixo.
3 - As respostas sublinhadas são apenas para te ajudar.
4 - Dê um tempo para cada grupo ler, responder e conversar sobre cada parte.
5 - Depois junte todos, ouça as respostas e faça comentários.
Perguntas:
Como devemos orar?
Mateus 6:5-13
- Não com orações repetidas, mas com orações do coração
O que compõe a oração que Jesus ensinou? O que quer dizer cada parte?
- Pai nosso que estás no céu, santificado seja o teu nome;
Adoramos a Deus
- Venha o teu reino, faça-se a tua vontade, assim na terra como no céu;
Submetemo-nos à Sua vontade
- O pão nosso de cada dia nos dá hoje
Pedimos por nossas necessidades básicas, por coisas materiais que garantam a nossa viva.
- E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores.
Perdão, salvação
- E não nos deixes cair em tentação; mas livra-nos do mal
Pedimos que nos guie, ajude, oriente; por libertação e proteção
- Pois teu é o reino, o poder, e a glória para sempre.
Constatação de que Ele é o Senhor e adoração.
Como conseguir o que pedimos em oração?
Mateus 7: 7-11
a) Mateus 13:58 - Com Fé
b) Lucas 11:5-13 e Lucas 18: 1-7 - Pedir (ou pedindo) em oração
c) Tiago 4:3 - Pedindo com motivos puros - sem más intenções
d) Tiago 5: 16-18 - Seja uma pessoa justa, correta
d) IJo 5:14 - Procure conhecer a vontade de Deus



50. COMPRIMIDOS PARA A FÉ

Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 25 minutos.
Material: Três copos com água. Três comprimidos efervescentes. (aqueles com envelope tipo sonrisal)
Descrição:
1. Colocar três copos com água sobre a mesa.
2. Pegar três comprimidos efervescentes, ainda dentro da embalagem.
3. Pedir para prestarem atenção e colocar o primeiro comprimido com a embalagem ao lado do primeiro copo com água.
4. Colocar o segundo comprimido dentro do segundo copo, mas com a embalagem.
5. Por fim, retirar o terceiro comprimido da embalagem e colocá-lo dentro do terceiro copo com água.
6. Pedir que os participantes digam o que observaram.
Conclusão: No primeiro copo é aquela pessoa que não aceita a religião, fica de fora de tudo, no segundo é aquele que até aceita, participa, porém não se abre fica fechado as verdades da fé e por último, o terceiro copo, é aquele que participa, se abre, se mistura, tem o coração aberto a Deus, enfim é uma pessoa de fé.




51. COMUNICAÇÃO

Material:
Lápis ou caneta e folhas em branco e uma sala com cadeiras, suficientemente ampla para acomodar todas as pessoas participantes.
Como Fazer:
1 - O animador começa propondo ao grupo que cada qual se imagine em "situações passadas da vida em que não se sentiram à vontade nas comunicações com outras pessoas". Ou ainda, situações em que as palavras não saíram facilmente, pelo acanhamento, medo ou outras dificuldades. Quase todas as pessoas passaram por tais situações, na vida.
2 - Após uns seis ou sete minutos, todos, um a um lêem suas anotações.
3 - Geralmente se observa que as situações mais constrangedoras e apresentadas pela maioria dos grupos se referem à comunicação com os "superiores", e não com iguais ou com "inferiores".
4 - Diante dessa situação, o animador escolhe para o exercício uma secretária e dois protagonistas e propõe a dramatização do seguinte fato: Uma determinada pessoa foi procurar o chefe de pessoal de uma empresa para informar-se acerca de um emprego, antes de candidatar-se ao mesmo. O pretendente bate à porta. A secretária atende, convidando-o a entrar. Ao atender, saúda-o, pedindo que aguarde sentado, entra na sala do chefe para anunciá-lo. Enquanto espera, apressado e nervoso, procura no bolso um bilhete no qual anotara o seu pedido. Nisso aparece a secretária, o que não permitiu fosse lido o bilhete, antes de ser atendido pelo chefe.
O chefe pede para entrar, anuncia a secretária. Imediatamente ele se levanta, e, com um sorriso nos lábios, entra. Olha para o chefe, que continua sentado à sua mesinha, parecendo neutro, preocupado com seu trabalho, de escritório. "Bom dia", diz ele, e espera mais um pouco. Após alguns minutos, o chefe manda-o sentar. Ele se assenta na beirada da cadeira, ocupando só um terço da mesma. Acanhado, meio encurvado, a cabeça inclinada levemente para frente, começa a falar, dizendo ter lido um anúncio de que a empresa estava precisando contratar mais funcionários e que, antes de candidatar-se, desejava obter algumas informações a respeito do trabalho. Sua fala é fraca, tímida preocupando-se em não dizer demais. Sua cabeça está apoiada nas mãos, olhando sempre o chefe por baixo das sobrancelhas.
Eis que o chefe, que até agora permanecia calado, diz ao candidato: "Fale-me primeiro algo a respeito de sua formação e de sua experiência".
A esta altura, o candidato já não insiste em ter informações, procurando responder imediatamente à pergunta do chefe, continuando sempre sentado na beirada da cadeira;
5 - Nisso, o animador aplica uma técnica usada em psicodramatização. Pára e inverte os papéis. O candidato se torna o chefe do pessoal, sentando-se no escritório, no lugar ocupado pelo chefe, e este ocupa a posição do candidato, fazendo o seu papel;
6 - É importante observar como o comportamento das pessoas muda radicalmente. O candidato toma uma posição reta, firme, sentando-se corretamente. Enquanto o chefe deixa seu ar de autoridade, e apresenta-se humilde, acanhado, falando com voz sumida. E o exercício continua.
7 - O animador pede aos observadores do grupo que façam uma lista das anotações de tudo o que constataram e a mensagem que os dois protagonistas deixaram na dramatização.
8 - A seguir, cada observador lerá suas anotações, e segue a verbalização acerca da experiência vivida.




52. COMUNICAÇÃO GESTICULADA


Participantes: 15 a 30 pessoas
Tempo Estimado: 30 minutos.
Material: Aproximadamente vinte fichas com fotografias ou desenhos para serem representados através de mímicas.
Descrição: O coordenador auxiliado por outros integrantes deve encenar através de mímicas (sem qualquer som) o que está representado nas fichas, cada qual em um intervalo de aproximadamente um minuto. Os demais integrantes devem procurar adivinhar o que foi representado. Em seguida, deve-se comentar a importância da comunicação nos trabalhos e atividades do cotidiano, bem como do entrosamento dos integrantes do grupo para que juntos possam até mesmo sem se comunicar entender o que os outros pensam ou desejam fazer.




53. CONFIANÇA


Objetivos:
Dinâmica com o objetivo de ver se o grupo todo confia nos seus integrantes.
Como Fazer:
1 - Cada dois ou três reunem-se e um dos três deve estar com os olhos vendados.
2 - Os outros dois vão guiá-lo por um circuito criado pelo grupo onde devem haver "obstáculos".
3 - Os que estão com os olhos vendados devem confiar cegamente nos que estão os guiando.
4 - Depois mudam-se os trios ou duplas, muda-se um pouco o circuito, e repete-se o exercício com aqueles que não tiveram seus olhos vendados ainda.
5 - Depois, em uma conversa aberta, vê-se quem foram as pessoas que confiaram, ou não, em suas duplas!




54. CONHECENDO O GRUPO

Participantes: 7 a 15 pessoas
Tempo Estimado: 20 minutos
Material: Lápis e papel para os integrantes.
Observação: O horizonte do desejo pode ser aumentado, como por exemplo, um sonho que se deseja realizar no decorrer da vida.
Descrição: O coordenador pede aos integrantes que pensem nas atividades que gostariam de fazer nos próximos dias ou semanas (viagens, ir bem numa prova, atividades profissionais, familiares, religiosas, etc.). Então, cada integrante deve iniciar um desenho que represente o seu desejo na folha de ofício. Após trinta segundos o coordenador pede para que todos parem e passem a folha para o vizinho da direita, e assim sucessivamente a cada trinta segundos até que as folhas voltem à origem. Então cada integrante descreve o que gostaria de ter desenhado e o que realmente foi desenhado. Dentre as conclusões a serem analisadas pelo coordenador pode-se citar:
* Importância de conhecermos bem nossos objetivos individuais e coletivos;
* Importância de sabermos expressar ao grupo nossos desejos e nossas dificuldades em alcançá-los;
* O interesse em sabermos quais os objetivos de cada participante do grupo e de que maneira podemos ajudá-los;
* Citar a importância do trabalho em grupo para a resolução de problemas;
* Outros.



55. CONHECER PELAS FIGURAS

Objetivos:
Quebrar o gelo.
Como Fazer:
- Espalhar pela sala vários recortes de jornais, revistas, folhinhas, propagandas, etc (as figuras devem ser as mais variadas possível, com temas bem diferentes, para dar maiores possibilidades de escolha aos participantes).
- Os participantes passam diante das figuras, observando-as atentamente. Uma música de fundo para favorecer o clima.
- Dar tempo suficiente para conhecer todas as figuras, o coordenador dá um sinal e cada participante deverá apanhar a figura que mais lhe chamou a atenção.
- Formar pequenos grupos e cada participante vai dizer para seu grupo por que escolheu a figura.
- O grupo escolhe alguém para anotar a apresentação de cada um e expor em plenário.
- Faz-se um plenário onde o representante de cada grupo apresenta as anotações e a figura que representa o pensamento do grupo.
- O coordenador faz um comentário final, aproveitando tudo o que foi apresentado e chamando a atenção para aquelas figuras que estão mais relacionadas.
Avaliação:
- Como nos sentimos?
- Que proveito tiramos dessa dinâmica?




56. CONSTELAÇÃO DE AMIGOS

Objetivos:
Conhecer mais nossas relações com as pessoas e perceber qual a influência delas sobre nossa vida.
Material:
Papel em branco e caneta para todos os participantes.
Como Fazer:
1 - Todos recebem uma folha em branco e marcam um ponto bem no centro dela. Este ponto representa o desenhista.
2 - Desenhar diversos pontos nas extremidades da folha, significando cada pessoa com quem você tenha relação, seja boa ou má; pessoas que você influencia ou que influenciam você (pode-se escrever junto o nome ou as iniciais).
3 - Traçar flechas do ponto central, você, para os pontos periféricos, as pessoas que estão em sua volta, segundo o código que segue:
a) --> Flecha com a ponta para fora: pessoas que influencio ou que aprecio.
b) <-- Flecha com a ponta para dentro: pessoas que me influenciam, ou que gostam de mim. c) <--> Flecha em duplo sentido: a relação com esta pessoa é mutuamente respondida.
d) <- -> Flecha interrompida: relação cortada.
e) <-/-> Flecha interrompida por uma barra: relação através de intermediários.
f) <-#-> Flecha interrompida por muro: relação com um bloqueio que impede o seu pleno êxito.
4 - Em grupos de três ou quatro pessoas, partilhar sobre o que tentou expressar com o seu desenho. Responder:
a) Ficou fora do meu desenho algum parente mais próximo?
b) As relações que me influenciam estão me ajudando?
c) As relações que possuem barreiras ou que estão interrompidas podem ser restauradas? Seria importante?
d) Nosso grupo está nestes desenhos?
5 - Fazer um grande painel afixando os desenhos e abrindo para que todos possam comentar.
6 - Avaliar se a dinâmica acrescentou algo de bem em minha vida e na vida do grupo. Descobri algo?




57. CONSTRUÇÃO DA CASA


Objetivos:
Mostrar ao grupo o que é nucleação e quais seus passos.
Material:
Canudos plásticos, durex, papel e caneta.
Início:
1 - Divide-se o grupo em várias equipes, e escolhe-se um secretário para cada equipe.
2 - Entrega-se para cada equipe um pacote de canudinhos e ao secretário uma folha de papel e caneta.
3 - Pede-se que a equipe construa uma casa, e o secretário deverá escrever tudo o que for dito, todo o planejamento que a equipe fizer ou falar, e não deve dar palpite na construção da casa.
Como Fazer:
1 - O animador divide o grupo em equipes com igual número de pessoas, entrega o material e pede que construam uma casa. Define um tempo de 15 minutos.
2 - O animador chama uma pessoa de cada equipe, entrega uma folha de papel e caneta e lhes pede para escrever tudo o que for dito pelos participantes da equipe durante a construção da casa.
3 - Em plenário as casas serão expostas para que todos possam ver as casas construídas.
4 - O secretário de cada equipe vai ler para o grupo o que sua equipe discutiu enquanto construía a casa.
Avaliação:
- Para que serviu esta dinâmica ?
- Em que fase da construção nosso grupo está ?





58. CONSTRUÇÃO DE UMA CIDADE

Objetivos: reflexão sobre a realidade.
Material: Fichas com nomes de profissões.
Desenvolvimento: Cada participante recebe uma ficha com o nome de uma profissão e deve encarna-la.
Por um instante analisar a importância daquela profissão. Depois da interiorização deve dizer. Vamos viajar porque aquela cidade fica distante (atitude de quem viaja no mar).
Depois dizer: o navio vai afundar só há um bote que pode salvar sete pessoas.
O grupo deverá decidir quais as profissões mais urgentes que devem ser salvas.
Analisar profundamente e iluminar com um texto bíblico.
Palavra de Deus: Mt 7,26-27 Sl 127




59. CONSTRUÇÃO DO BONECO


Participantes: Apenas 26 pessoas.
Tempo Estimado: 30 minutos.
Material: Pincel, tesoura e fita adesiva.
Descrição: O coordenador da dinâmica deve montar dois grupos, com 13 pessoas em cada um.
O primeiro grupo deverá montar um boneco, usando folhas de jornal, mas trabalhando em equipe. Para isso, deverá trabalhar em um canto da sala onde não possam ser visualizados pelas pessoas que não participam dos grupos.
O segundo grupo deverá montar o mesmo boneco. Cada pessoa do grupo deverá confeccionar uma parte do boneco, onde não poderão dizer para ninguém que parte é a sua e nem mostrar (para que isto ocorra é recomendado que sentem longe um dos outros). O Boneco deve ser confeccionado na seguinte ordem:
1ª pessoa: cabeça.
2ª pessoa: orelha direita.
3ª pessoa: orelha esquerda.
4ª pessoa: pescoço.
5ª pessoa: corpo (tronco).
6ª pessoa: braço direito.
7ª pessoa: braço esquerdo.
8ª pessoa: mão direita.
9ª pessoa: mão esquerda.
10ª pessoa: perna direita.
11ª pessoa: perna esquerda.
12ª pessoa: pé direito.
13ª pessoa: pé esquerdo.
Dar um tempo de aproximadamente 10 minutos para a montagem dos bonecos. Os participantes do segundo grupo não poderão ser visualizados, de modo que irão confeccionar partes de tamanhos diferentes, porque não trabalharam em equipe.
Pedir para as equipes montar na parede, com a ajuda de uma fita adesiva, seus respectivos bonecos.
Conseqüências:
A 1ª equipe terá um boneco mais uniforme, formado de partes proporcionais;
A 2ª equipe, por não terem trabalhado juntos. Fez seu boneco com braços, pernas e outros membros de tamanho desproporcionais.
Pedir para os grupos falarem o que observaram, bem como as pessoas que não participaram dos grupos, e que conclusão tiraram disso tudo.




60. COSTA COM COSTA


Objetivo:
Desencadear no grupo o processo de descontração, facilitar o entrosamento e alongar o corpo, despertando-o e criando maior disposição para os trabalhos grupais.
Como Fazer:
1 - Formar duplas.
2 - Cada dupla deve ficar posicionada costa com costa, bem juntinha.
3 - Pegar as mãos um do outro, por cima, de modo a ficarem bem esticados os braços.
4 - Segurando as mãos, dobrar bem devagar para a frente, ficando com o corpo do parceiro sobre as costas.
5 - Dobrar para a direita e para a esquerda, também.
6 - Efetuar cada movimento ais de uma vez (pelo menos três).
7 - Soltar as mãos, sem descolar os corpos.
8 - Começar a virar, lentamente, sem descolar, de forma que os dois de cada dupla fiquem frente a frente, bem juntinhos.
9 - Juntar as mãos, palma com palma.
10 - Ir abrindo os braços, cm as mãos coladas, bem devagar, forçando para a frente (forças opostas), ficando em forma de cruz (braços abertos).
11 - Deslizar as mãos e fechar os braços em torno do corpo do companheiro, abraçando-o.
Conclusão:
Todo esse ritual... só para um abraço. Que bom! "Aproveite e abrace tantas pessoas quantas você queira e possa."



61. CRISTO NO IRMÃO


Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 20 minutos.
Material: Uma cruz com o Cristo em destaque, em um tamanho onde de para definir claramente as partes do corpo do Cristo.
Descrição: O animador pede para que o pessoal forme uma fila ou circulo, onde cada um fique do lado do outro.
O animador motiva as pessoas dizendo:
Agora vocês vão beijar no Cristo à parte que vocês acham que ele mais fala com você, à parte que ele mais demonstrou seu amor para com você.
OBS: Não se pode repetir o local onde o outro já beijou.
O animador passa o Cristo de um em um, até que todos o tenha beijado.
Após todos terem beijado o animador pergunta: qual o principal mandamento que Jesus nos deixou? (Amar a Deus sobre todas as coisas e ao irmão com a ti mesmo).
O animador faz o desfecho da história dizendo: Então à parte que vocês beijaram no Cristo, vocês irão beijar no irmão do lado.
Obs: Caso alguém não queria beijar, mostre a ele quem está de frente com ele é Jesus Cristo.
Mensagem: Cristo na pessoa do meu irmão.



62. CRUELDADE


Objetivos:
Ao mesmo tempo em que as pessoas se descontraem, observar a importância do respeito ao outro.
Material:
Papel e lápis para todos.
Como Fazer:
1 - O coordenador da dinâmica explica que cada um terá que elaborar uma prova ridícula e aborrecida para um dos companheiros do grupo.
2 - Explica que tipo de coisas podem ser propostas.
3 - Uma vez escritas as provas, o líder recolherá os papéis e, muito "cruelmente", anunciará que foi modificado o regulamento do jogo, sendo que cada um terá que realizar a própria prova.
Observação:
O coordenador da dinâmica poderá substituir a realização das provas por uma análise de como cada um se sentiu ao saber que havia sido alterado o regulamento.



63. CUMPRIMENTO CRIATIVO

Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 25 minutos.
Matéria: Musica animada.
Descrição: O apresentador explica ao grupo que quando a música tocar todos deverão movimentar-se pela sala de acordo com o ritmo da mesma. A cada pausa musical. Congelar o movimento prestando atenção a solicitação que será feita pelo apresentador. Quando a Musica recomeçar atender a solicitação feita.
O apresentador pedirá formas variadas de cumprimento corporal a cada parada musical.
Exemplo:
-Com a palmas das mãos;
-Com os cotovelos;
-Com os pés;
Após vários tipos de cumprimento, ao perceber que se estabelece no grupo um clima alegre e descontraído, o apresentador diminui a música pausadamente, pedindo a cada pessoa que procure um lugar na sala para estar de pé, olhos fechados, esperando que a respiração volte ao normal. Abrir os olhos, olhar os companheiros, formar um circulo, sentar.
Comentar o exercício:
-O que foi mais difícil executar? Porque?
-O que mais gostou?
-O que pode observar?





64. DENTRO E FORA DO CORAÇÃO

Objetivo: Estimular a participação nas reuniões e trabalhos
Participantes: Todos os presentes no encontro
Material:
Como Fazer:
1 - O coordenador da dinâmica escolhe um jogador e demarca uma zona neutra.
2 - Depois pede para os demais participantes fazerem um círculo ao redor do escolhido, que será o "Lobo".
3 - As ovelhas ficam circulando o lobo e cantando "Vamos passear no bosque enquanto o seu lobo não vem, você já está pronto?"
4 - A cada pergunta o lobo inventa uma nova desculpa, do tipo "não ainda estou me vestindo", assim, após retardar o início do jogo, até que, de surpresa, ele grita: "estou pronto, e lá vou eu!..."
5 - Todas as ovelhas devem correr para a zona neutra para não serem pegas pelo lobo, aquela que ele pegar será o lobo na rodada seguinte.




65. DEPENDÊNCIA MÚTUA OU MORTE
Objetivos:
Mostrar o quanto dependemos uns dos outros e o quanto podemos contribuir para o crescimento do nosso irmão.
Como Fazer:
1 - Podemos começar a reunião formando duplas.
2 - Um dos componentes da dupla fecha os olhos e passa a andar guiado pelo outro durante dois minutos.
3 - Não é permitido abrir os olhos e nem tocar no companheiro, tão somente o som da voz .do outro o guiará.
4 - Logo em seguida trocam-se os papéis e o que antes era o guia, passa ser o guiado.
5 - Depois de terminada esta dinâmica, todos se reúnem para um momento de compartilhar, onde são respondidas várias perguntas:
a) O que você sentiu durante o tempo em que estava sendo guiado pelo outro?
b) Aconteceu de sentir-se tentado a abrir os olhos?
c) Teve total confiança em seu líder?
d) Pensou em se vingar do outro quando chegasse sua vez de ser o guia?
e) Sentiu-se tentado a fazer alguma brincadeira com o "ceguinho"?
Base Bíblica para a mutualidade:
"Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de coração compassivo, de benignidade, humildade, mansidão, longanimidade, suportando-vos e perdoando-vos uns aos outros, se alguém tiver queixa contra outro; assim como o Senhor vos perdoou, assim fazei vós também. E, sobre tudo isto, revesti-vos do amor, que é o vínculo da perfeição. E a paz de Cristo, para a qual também fostes chamados em um corpo, domine em vossos corações; e sede agradecidos. A palavra de Cristo habite em vós ricamente, em toda a sabedoria; ensinai-vos e admoestai-vos uns aos outros, com salmos, hinos e cânticos espirituais, louvando a Deus com gratidão em vossos corações. E tudo quanto fizerdes por palavras ou por obras, fazei-o em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai". (Cl. 3, 12-17).
Refletir:
1 - Procure esclarecer juntamente com o grupo a definição dos termos que se encontram na passagem acima, como "coração compassivo, longanimidade, humildade" etc.
2 - Faça perguntas do tipo: "O que falta em você para que as pessoas confiem mais no seu auxílio?"
3 - "Qual a maior ajuda que você pode prestar neste momento de sua vida para as pessoas e para o grupo?".
4 - Precisamos, sem dúvida alguma, uns dos outros. Para que a mutualidade possa ocorrer de forma dinâmica e eficaz, é preciso desenvolver características de caráter que nos capacitem a desempenhar nosso papel dentro do Corpo de Cristo.




66. DESENHO
Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 20 minutos.
Material: 2 folhas de papel para cada participante, canetas hidrocor, fita adesiva, cola e tesoura.
Descrição: Cada membro do grupo deve desenhar em uma folha de papel uma parte do corpo humano, sem que os outros saibam.
Após todos terem desenhado, pedir que tentem montar um boneco ( na certa não vão conseguir pois, Terão vários olhos e nenhuma boca... ). Em seguida, em outra folha de papel, pedir novamente que desenhem as partes do corpo humano (só que dessa vez em grupo) Eles devem se organizar, combinando qual parte cada um deve desenhar. Em seguida, após desenharem, devem montar o boneco. Terminada a montagem, cada membro deve refletir e falar sobre como foi montar o boneco. Quais a dificuldades, etc.




67. DESENHO DOS PÉS
Objetivos:
Socializar, integrar, perceber a necessidade de assumir compromissos, crescer, valorizar-se.
Material:
Uma grande folha de papel e lápis colorido para cada participante.
Como Fazer:
1 - O animador motiva os participantes a desenharem num grande papel o próprio pé.
2 - Em seguida, encaminha a discussão, de forma que todos os participantes tenham oportunidade de dizer o que pensam.
a) Todos os pés são iguais?
b) Estes pés caminham muito ou pouco?
c) Por que precisam caminhar?
d) Caminham sempre com um determinado objetivo?
e) Quanto já caminhamos, lembrar de pessoas que lutaram por objetivos concretos e conseguiram alcançá-los.
3 - Terminada a discussão, o animador convida a todos que escrevam no pé que desenharam algum compromisso concreto que irão assumir.





68. DIÁLOGO E SITUAÇÕES COMUNITÁRIAS
Objetivo:
Avaliar uma comunidade que não está formada apenas para um curso mas que já tem uma convivência maior há mais tempo.
Como Fazer:
a) Entrega-se uma lista de situações a cada participante, que deve estudá-las e tomar a sua decisão, marcando com um "X" as que considera mais constantes em sua comunidade.
Momento Pessoal:
Durante 20 minutos, cada um, em particular, analisa e marca com uma cruz as situações que devem ser avaliadas ou comunicadas aos demais.
1 - Tristeza habitual, aborrecimento, evasão.
2 - Discussões sem sentido, clima de mau humor, agressividade mútua.
3 - Conversas superficiais, Irias, irônicas e silêncios incômodos.
4 - Atmosfera de desconfiança mútua, incompreensão. Preconceitos e mal-entendidos.
5 - Sentimentos de solidão.
6 - Ter medo ou sentir medo dos outros.
7 - Frieza, desinteresse ou menosprezo mútuos, rivalidades.
8 - Individualismo, egoísmo. Muito eu, eu, e meu e pouco nós e nosso.
9 - Sente-se vítima: os outros estão contra mim.
10 - Linguagens diferentes. Falta diálogo, ninguém escuta ninguém.
11 . Paternalismo ou materialismo exagerado.
12 - Todos preocupados em terem cada vez mais e não em serem cada vez mais.
Momento Grupal:
Durante uma hora e meia os membros do grupo compartilham suas respostas e se pode tomar algum ponto que mais tenha sido ressaltado para aprofundar. O mais importante não são os desabafos pessoais mas que se consiga encontrar um rumo para o grupo:
=> O que está se passando com o nosso grupo?
=> Quais são as causas disso?
=> Quais estão sendo as conseqüências?
=> Que podemos lazer para solucionar estes problemas?





69. DIFICULDADE
Participantes: 30 pessoas
Tempo: 1 hora
Descrição: o coordenador explica os objetivos do exercício. A seguir distribuirá uma cópia do "abrigo subterrâneo" a todos os participantes, para que façam uma decisão individual, escolhendo as seis pessoas de sua preferência. Organizar, a seguir, subgrupos de 5 pessoas. Para realizar a decisão grupal, procurando-se alcançar um consenso. Forma-se novamente o grupo maior, para que cada subgrupo possa relatar o resultado da decisão grupal. Segue-se um debate sobre a experiência vivida.
Abrigo subterrâneo
Imaginem que nossa cidade está sob ameaça de um bombardeio. Aproxima-se um homem e lhes solicita uma decisão imediata. Existe um abrigo subterrâneo que só pode acomodar seis pessoas. Há doze pessoas interessadas a entrar no abrigo. Faça sua escolha, destacando seis somente.
Um violinista, com 40 anos de idade, narcótico viciado:
Um advogado, com 25 anos de idade;
A mulher do advogado, com 24 anos de idade, que acaba de sair do manicômio. Ambos preferem ou ficar juntos no abrigo, ou fora dele;
Um sacerdote, com a idade de setenta e cinco anos;
Uma prostituta, com 34 anos de idade;
Um ateu, com 20 anos de idade, autor de vários assassinatos;
Uma universitária que fez voto de castidade;
Um físico, com 28 anos de idade, que só aceita entrar no abrigo se puder levar consigo sua arma;
Um declamador fanático, com 21 anos de idade;
Uma menina com 12 anos e baixo QI;
Um homossexual, com 47 anos de idade;
Um deficiente mental, com 32 anos de idade, que sofre de ataques epilépticos.





70. DIAGRAMA DE INTEGRAÇÃO
Participantes: 25 pessoas.
Tempo: 15-20 minutos.
Material: lápis ou caneta, papel e cartolina.
Descrição: o coordenador distribui um papel para todos, afim de que nele se escreva o nome da pessoa mais importante para o sucesso do grupo, ou ainda, da pessoa do grupo cujas idéias são mais aceitas; o papel deve ser assinado de forma legível; recolhido os papeis, será feito um diagrama no quadro-negro ou cartolina, marcando com um círculo o nome do participante escolhido, e com uma flecha, a iniciar-se com o nome da pessoa que escolheu, indo em direção à escolhida.





71. DIÁLOGO E SITUAÇÕES COMUNITÁRIAS
Objetivo:
Avaliar uma comunidade que não está formada apenas para um curso mas que já tem uma convivência maior há mais tempo.
Como Fazer:
a) Entrega-se uma lista de situações a cada participante, que deve estudá-las e tomar a sua decisão, marcando com um "X" as que considera mais constantes em sua comunidade.
Momento Pessoal:
Durante 20 minutos, cada um, em particular, analisa e marca com uma cruz as situações que devem ser avaliadas ou comunicadas aos demais.
1 - Tristeza habitual, aborrecimento, evasão.
2 - Discussões sem sentido, clima de mau humor, agressividade mútua.
3 - Conversas superficiais, Irias, irônicas e silêncios incômodos.
4 - Atmosfera de desconfiança mútua, incompreensão. Preconceitos e mal-entendidos.
5 - Sentimentos de solidão.
6 - Ter medo ou sentir medo dos outros.
7 - Frieza, desinteresse ou menosprezo mútuos, rivalidades.
8 - Individualismo, egoísmo. Muito eu, eu, e meu e pouco nós e nosso.
9 - Sente-se vítima: os outros estão contra mim.
10 - Linguagens diferentes. Falta diálogo, ninguém escuta ninguém.
11 . Paternalismo ou materialismo exagerado.
12 - Todos preocupados em terem cada vez mais e não em serem cada vez mais.
Momento Grupal:
Durante uma hora e meia os membros do grupo compartilham suas respostas e se pode tomar algum ponto que mais tenha sido ressaltado para aprofundar. O mais importante não são os desabafos pessoais mas que se consiga encontrar um rumo para o grupo:
=> O que está se passando com o nosso grupo?
=> Quais são as causas disso?
=> Quais estão sendo as conseqüências?
=> Que podemos lazer para solucionar estes problemas?




72. DIFICULDADE
Participantes: 30 pessoas
Tempo: 1 hora
Descrição: o coordenador explica os objetivos do exercício. A seguir distribuirá uma cópia do "abrigo subterrâneo" a todos os participantes, para que façam uma decisão individual, escolhendo as seis pessoas de sua preferência. Organizar, a seguir, subgrupos de 5 pessoas. Para realizar a decisão grupal, procurando-se alcançar um consenso. Forma-se novamente o grupo maior, para que cada subgrupo possa relatar o resultado da decisão grupal. Segue-se um debate sobre a experiência vivida.
Abrigo subterrâneo
Imaginem que nossa cidade está sob ameaça de um bombardeio. Aproxima-se um homem e lhes solicita uma decisão imediata. Existe um abrigo subterrâneo que só pode acomodar seis pessoas. Há doze pessoas interessadas a entrar no abrigo. Faça sua escolha, destacando seis somente.
Um violinista, com 40 anos de idade, narcótico viciado:
Um advogado, com 25 anos de idade;
A mulher do advogado, com 24 anos de idade, que acaba de sair do manicômio. Ambos preferem ou ficar juntos no abrigo, ou fora dele;
Um sacerdote, com a idade de setenta e cinco anos;
Uma prostituta, com 34 anos de idade;
Um ateu, com 20 anos de idade, autor de vários assassinatos;
Uma universitária que fez voto de castidade;
Um físico, com 28 anos de idade, que só aceita entrar no abrigo se puder levar consigo sua arma;
Um declamador fanático, com 21 anos de idade;
Uma menina com 12 anos e baixo QI;
Um homossexual, com 47 anos de idade;
Um deficiente mental, com 32 anos de idade, que sofre de ataques epilépticos.





73. DINÂMICA DA CASA
Objetivos:
Despertar para a importância do indivíduo no grupo e na vida.
Material:
Uma cartolina e lápis de cor.
Como Fazer:
1 - O coordenador deve desenhar um retângulo de cor fraca na cartolina e incentivar cada integrante a ajudar na construção de uma casa.
2 - Cada um deve ser incentivado a refletir para que escolha as partes que o representam ou que deseja representar no grupo.
3 - Depois de todos ilustrarem seu papel no grupo, cada um deve expor ao grupo a razão de seu desenho.
4 - Ao final, o coordenador deve ressaltar que Deus concede a graça a cada um de nós e essa graça é o nosso próprio modo de ser que, iluminado pela sabedoria do amor, é colocado a disposição das necessidades dos outros. Isso promove o crescimento mútuo, pois engloba a contribuição de cada um.
5 - É bem verdade que somos seres individuais, únicos, mas que somos iguais perante o amor de Cristo. A vida na comunidade cristã exige serviço de nossos irmãos através do amor.
6 - Cada um, de sua forma, sendo porta, janela, telhado, parede (todos os elementos que apareceram durante a dinâmica) é importante para a formação do todo, da casa.
7 - Com nossa contribuição é possível construir um lugar de forte e mútuo crescimento espiritual, onde a gente se fortaleça para caminhar harmoniosamente dentro da comunidade cristã.





74. DINÂMICA DA PALAVRA
Enviada por: Maria Helena L. de Carvalho
Objetivo: Dinâmica de Espiritualidade
Participantes: Todos os presentes no encontro
Material: Tiras de papel e nelas escritas as palavras: Novo Testamento, Antigo Testamento; Bíblia, Palavra de Deus, 47 livros, 27 livros, 73 livros, Biblioteca, Povo, Deus, Comunicação, Versículo, Capítulo... Jesus Cristo, Gênesis, Atos dos Apóstolos, semente, justiça, fraternidade.
Descrição: Dar uma tira para cada participante que tentará criar uma frase. Esta frase (palavra) será colocada no quadro.
Após cada qual dizer a sua, escolher a frase (palavra) que mais corresponde ao assunto. Aprofundar as outras.
O catequista formulará frases com as palavras que estão em tiras. A que for dita será levantada: Ex: A Bíblia está divida em Antigo Testamento e Novo Testamento. (Todos repetem para memorizar).
Colocar no chão a Palavra Bíblia e com ela iniciar a montagem de um dominó. A cada palavra que vai sendo colocada, deverá ser formulada uma frase.
Com todas as palavras no chão observar o desenho que foi feito. Levantar, se possível, símbolos já existentes na Bíblia relacionados com a Palavra de Deus.
Como vamos viver esta Palavra em nossa vida?





75. DINÂMICA DA PIZZA
Participantes: 7 a 15 pessoas
Tempo Estimado: 30 minutos
Material: Lápis e papel para os integrantes.
Descrição: O coordenador propõe temas a serem debatidos pelo grupo. Cada integrante é motivado para que defina qual a importância dos diferentes temas para si mesmo. Dentre os temas propostos pode-se ter temas como: drogas, sexo, namoro, política, amizade, espiritualidade, liturgia, família, educação, saúde, segurança, esportes, etc. Os temas devem ser identificados por um número ou uma letra (de preferência a primeira letra do tema). Em seguida, cada integrante deve desenhar um círculo e dividi-lo de acordo com a proporção de importância que tem para com cada tema. As divisões devem ser identificadas pelos números ou letras definidos anteriormente para os temas. Temas se nenhuma importância para o integrante podem ser simplesmente desconsiderados pelo mesmo. Então, cada integrante apresenta seu desenho ao grupo comentando suas opções. Em contrapartida, o grupo pode opinar sobre estas opções e se as mesmas correspondem ao que o grupo esperava do integrante.





76. DINÂMICA DA PORTA
Objetivos:
Aprofundar os laços de amizade entre os integrantes do grupo.
Como Fazer:
1 - O grupo deve estar disposto na forma de um círculo onde todos estejam abraçados.
2 - Convida-se um integrante, de preferência o coordenador, para que se retire do círculo e escolha uma porta para entrar (um espaço entre dois integrantes no círculo).
3 - O integrante deve explicar o motivo pelo qual os escolheu e o motivo pelo qual está no grupo.
4 - A pessoa a esquerda na porta escolhida deve se retirar do círculo e continuar o processo até que todos tenham participado.




77. DINÂMICA DAS CORES
Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 25 minutos.
Material: Fita adesiva, 5 cartolina de cores diferentes cortadas uma de cada cor no tamanho de uma folha de papel ofício.
Cortadas no tamanho que de para colar na testa de cada um.
Descrição: Pedir para que os participantes formem um circulo e que fechem os olhos.
O coordenador deve pregar na testa ou na costa de cada um uma cor, e logo depois as cinco cartolinas de cores diferentes do tamanho de papel ofício, devem ser colados cada um em uma parede da sala.
O coordenador pode pedir par abrirem os olhos e que não podem conversar até o termino da dinâmica. O coordenador deve explicar que eles terão um certo tempo para descobrirem sua cor e se destinar pata perto da parede que tenha a sua cor. E tudo isto sem poderem ser comunicarem.
E os que não conseguirem terão que pagar uma prenda.
Recomendação: Com certeza algumas pessoas que iram entender 1º a dinâmica, onde iram para seu lugar e ficaram rindo dos colegas em vez de ajuda-los.
Ao termino o coordenador deve informar que todos venceram com exceção dos que chegaram 1º e não ajudaram os seus irmãos.




78. DINÂMICA DAS CORES II
Material:
Folha de papel de diferentes cores, em tamanhos visível a certa distância e colocadas em lugar visível a todos.
Como Fazer:
1 - O animador faz a movimentação do exercício, lembrando que os seres humanos, desde épocas muito remotas, sempre atribuíram às cores significados especiais, chegando até alguns a atribuir-lhes uma influência que vai muito além dos efeitos meramente estéticos. Sua função, neste momento, é a de ajudar a nos conhecer melhor.
2 - Convida cada um dos presentes a escolher a cor com que melhor se identifica e a anotar em seu caderno as razões dessa escolha.
3 - Cada participante escolhe sua cor preferida e anota as razões de sua preferência.
4 - A seguir, no plenário, as pessoas revelam a cor escolhida e comentam as razões da preferência. Os demais podem interferir, não só fazendo pergunta, mas também solicitando explicações.
Refletir:
a) de que serviu o exercício?
b) depois dele, como nos sentimos?





79. DINÂMICA DE APRESENTAÇÃO
Objetivo: conhecimentos mútuos, memorização dos nomes e integração grupal.
Desenvolvimento:
Cada um dirá o próprio nome acrescentando um adjetivo que tenha a mesma inicial do seu nome. Roberto Risonho.
O seguinte repete o nome do companheiro com o adjetivo e o seu apresenta acrescentando um adjetivo para o seu nome e assim sucessivamente.
Exemplos: Roberto Risonho, Nair Neutra, Luzia Linda, Inácio Inofensivo.
Palavra de Deus: Ap. 2,17 Sl 139





80. DINÂMICA DE COMUNIDADE
Objetivos:
Mostrar que o trabalho em "Comunidade" é importantíssimo para o grupo, pois sai muito mais bem feito, do que individualmente.
Observação:
Não revelar o Objetivo da dinâmica antes de sua execução. Explicar para o grupo, somente, que vai ser feita uma dinâmica).
Material:
Folhas de Jornal
Como Fazer:
1 - Divide-se o grupo em 2 menores.
2 - Divididos, o grupo A, desloca-se para uma sala, sem contato com o grupo B.
3 - Após a saída do grupo A, o grupo B será dividido assim:
a) cada UM (individualmente) receberá um papelzinho escrito, contendo uma parte do corpo humano, (cabeça, orelha E, orelha D, olho E e olho D, boca, nariz, pescoço, tronco, braço E. e braço D., mão E. e mão D., perna E. e perna D. e pé E. e pé D.), que não pode ser mostrado para mais ninguém, só aquela pessoa vai saber qual é.
b) Este se retira para algum canto da sala ou para outro local, sem fazer contato com os outros, e começa a recortar com o jornal e a mão livre (sem uso de ferramentas) a parte do corpo que lhe coube.
c) Por exemplo: a cabeça. E assim por diante com todo o grupo B, Cada um fazendo a sua parte, mas sem saber o que o irmão estará recortando, nem em que tamanho.
4 - Enquanto isso o grupo A, que estará em outro local, também recebe a tarefa de com as folhas de jornal e a mão livre, sem utilizar tesouras ou réguas, fazerem JUNTOS um grande boneco, tamanho natural - cabeça, orelha E e D, olho E e D, boca, nariz, pescoço, tronco, braços, mãos, pernas e pés. - parte por parte.
5 - Quando os dois grupos terminarem as suas tarefas, pede-se para que todos se reunam no mesmo local, mas com suas peças todas escondidas.
6 - Chama-se primeiramente o pessoal do grupo B, pela ordem das peças, por exemplo, quem fez a cabeça, depois os olhos, depois o nariz, as orelhas, e etc.. e vai afixando-se parte por parte num quadro negro, ou parede. Vai surgindo um belo boneco, todo torto, com pernas e braços disformes.
7 - Concluído, chama-se primeiramente a pessoa que fez a cabeça do grupo A, e repete-se a mesma seqüência. Ao final o boneco do grupo A será mais bonito, com pernas, braços, tronco.. etc.. tudo mais uniforme, destoando do boneco do outro grupo.
Conclusão:
Explicar que o grupo que fez tudo em conjunto (A) fez um trabalho melhor e mais apresentável, e o que fez individualmente, apresentou um resultado ruim, pouco satisfatório.
Isto tudo ressalta a importância de que os trabalhos feitos em conjunto, "Comunidade", são os que apresentam os melhores resultados.





81. DINÂMICA DE INTEGRAÇÃO
Objetivos:
Oportunizar um maior conhecimento de si mesmo e facilitar melhor relacionamento e integração interpessoal.
Material:
Lápis e uma folha de papel em branco para todos os participantes.
Como Fazer:
1 - O facilitador explicita o objetivo e a dinâmica do exercício.
2 - Em continuação, pede que cada um escreva, na folha em branco, alguns dados de sua vida, fazendo isso anonimamente e com letra de fôrma, levando para isso seis a sete minutos.
3 - A seguir, o facilitador recolhe as folhas, redistribuindo-as, cabendo a cada qual ler em voz alta a folha que recebeu, uma por uma.
4 - Caberá ao grupo descobrir de quem é, ou a quem se refere o conteúdo que acaba de ser lido, justificando a indicação da pessoa.
5 - Após um espaço de discussão sobre alguns aspectos da autobiografia de cada um, seguem-se os comentários e a avaliação do exercício.





82. DINÂMICA DE INTEGRAÇÃO DE GRUPO
Objetivo:
Criar no grupo, considerado hostil, um clima positivo. Integrar um grupo que resista ao treinamento.
Material:
Um quadro-negro ou diversas cartolinas, lápis ou caneta e folhas em branco.
Como Fazer:
1 - O animador, sentindo que os participantes do treinamento apresentam, na sua maioria, resistência ao curso, o que é facilmente observável, pelo comportamento ( por exemplo: no modo de agrupar-se, distante do animador), pede que formem subgrupos de três, com as pessoas mais próximas.
2 - A cada subgrupo será distribuída uma folha, na qual deverão responder à seguinte pergunta: "Como vocês se sentem em estar aqui ?" Solicita-se que cada subgrupo faça uma listagem de razões.
3 - A seguir o animador pedirá que cada subgrupo faça a leitura de sua listagem, que será escrita no quadro-negro ou na cartolina, caracterizando os pontos considerados positivos e negativos.
4 - Usando os mesmos "trios", o animador pede para responder à segunda pergunta: "Como vocês se sentem com a minha presença aqui? "
5 - Novamente as respostas serão lançadas no quadro-negro ou na cartolina, realçando-se os pontos positivos e negativos.
6 - Finalmente, o animador formula a terceira pergunta: "Como vocês se sentem em relação à pessoa que os mandou para o curso?", cujo resultado será lançado no quadro-negro ou cartolina, destacando novamente os aspectos positivos e negativos.
7 - A seguir, forma-se o plenário para uma análise geral das respostas dadas às três perguntas. Geralmente pode-se observar que nas respostas à primeira pergunta predominam os aspectos negativos, e na segunda ou terceira aparecem mais os positivos, o que demonstra que houve mudança de clima no curso e maior integração.




83. DINÂMICA DO NÓ
Como Fazer:
1 - Os participantes de pé, formam um círculo e dão as mãos. Pedir para que não se esqueçam quem está a seu lado esquerdo e direito.
2 - Após esta observação, o grupo deverá caminhar livremente. A um sinal do animador o grupo deve para de caminhar e cada um deve permanecer no lugar exato que está.
3 - Então cada participante deverá dar a mão a pessoa que estava a seu lado (sem sair do lugar, ou seja, de onde estiver ) mão direita para quem segurava a mão direita e mão esquerda para quem segurava a mão esquerda. (como no início)
4 - Com certeza, ficará um pouco difícil devido a distância entre aqueles que estavam próximos no início, mas o animador tem que motivar para que ninguém mude ou saia do lugar ou troque o companheiro com o qual estava de mãos dadas.
5 - Assim que todos estiverem ligados aos mesmos companheiros, o animador pede que voltem para a posição natural, porém sem soltarem as mãos e em silêncio.
6 - O grupo deverá desamarrar o nó feito e voltar ao círculo inicial, movimentando-se silenciosamente.
7 - Se após algum tempo não conseguirem voltar a posição inicial, o animador libera a comunicação.
Avaliação:
Partilhar a experiência vivenciada e destacar as dificuldades.
Observação:
Sempre é possível desatar o nó completamente, mas quanto maior for o grupo, mais difícil fica. Sugerimos que se o grupo passar de 30, os demais ficam apenas participando de fora.





84. DINÂMICA DO TRENZINHO
Objetivos:
Fazer com que as pessoas memorizem os nomes umas das outras.
Como Fazer:
1 - Durante um curto tempo as pessoas podem andar pela sala relembrando o nome de todos os participantes do grupo e reparando em pelo menos uma qualidade de cada um.
2 - Passado esse tempo, um dos coordenadores, identificado como locomotiva, sai correndo em volta da sala e diz o nome e qualidade de alguém, que se prende a locomotiva chamando outra pessoa pelo nome e destacando uma qualidade.
3 - Segue-se até formar o trem com todos participantes.





85. DIZENDO POR DIZER
Objetivos:
A partir de uma frase pronta, a pessoa desenvolva idéias coerentes e aprenda a manifestar sua opinião.
Material:
Uma frase para cada participante.
Como Fazer:
1 - Cada participante recebe uma frase.
2 - O coordenador da dinâmica dá 15 minutos para que cada um, em silêncio, organize as idéias para que em 5 minutos explique o significado da frase e convença o grupo de que a afirmação é verdadeira.
3 - Todos os participantes devem anotar o que seu colega pensa.
4 - O coordenador deve evitar um debate de idéias e que seja uma análise da capacidade de convencimento de quem está falando.






86. DOIS CÍRCULOS
Participantes: Indefinido, mas é importante que seja um número par de pessoas.
Se não for o caso, o coordenador da dinâmica pode requisitar um “auxiliar”.
Tempo Estimado: 30 minutos.
Material: uma música animada, tocada ao violão ou com gravador.
Objetivo: motivar um conhecimento inicial, para que as pessoas aprendam aos menos o nome das outras antes de se iniciar uma atividade em comum.
Descrição: formam-se dois círculos, um dentro do outro, ambos com o mesmo número de pessoas. Quando começar a tocar a música, cada círculo gira para um lado. Quando a música pára de tocar, as pessoas devem se apresentar para quem parar à sua frente, dizendo o nome e alguma outra informação que o coordenador da dinâmica achar interessante para o momento.
Repete-se até que todos tenham se apresentado. A certa altura, pode-se, também, misturar as pessoas dos dois círculos para que mais pessoas possam se conhecer.




87. DOMINÓ
Objetivo: Mostrar a importância dos Dons do Espírito Santo, bem como o importante papel de cada um como membro do Povo de Deus.
Participantes: Todos os presentes no encontro
Material: dominó
Descrição: A Dinâmica consiste em distribuir uma peça de dominó para cada catequizando,(dominó daqueles que podem parar em pé, para derrubarmos em sequência), em seguida pedimos para que coloquem cada um na sua vez, a sua peça de pé enfileirada sobre uma mesa ou chão ( podemos criar um desenho qualquer, como uma cruz para aumentar a dificuldade), após todos colocarem suas peças, derrubamos as peças, e analizamos o resultado.
Conclusão: Certamente veremos que se todas as peças cairam alinhadas - temos que todos cumpriram seu papel como Povo de Deus, caso não ocorra - é porque falhamos em nosso papel.
Existem outras reflexões que podem ser feitas, como tem sempre aquele que quer ajudar o outro a colocar a peça no lugar certo, como também tem aquele quer derrubar as peças antes de acabar de montar todas as peças, entre outras.
Comentário final: Na vida do cristão existem muitas situações que nos levam a cair em tentação, somos muitos frágeis e fáceis, iludidos e enganados o tempo todo, como Adão e Eva foram enganados pela serpente no Paraíso (Gn 3).
Nossos Patriarcas, Abraão e Moisés, apesar de várias quedas e dificuldades, pediam a ajuda de Deus na suas jornadas.
Muitos outros, Reis, Profetas, pessoas do Povo de Deus pediam à Deus a ajuda necessária para sua vida.
Com Jesus Cristo, Filho de Deus ressuscitado, os Discípulos receberam o Espírito Santo ( Jo 20, 22 ), para lembrá-los dos ensinamentos de Jesus e ajudá-los na pregação e construção da Igreja Santa de Deus.
Assim, também nós devemos pedir que o Espírito Santo nos ilumine, que nos dê seus Dons, para dignamente vivermos como Povo Santo de Deus.
Na Dinâmica do Dominó verificamos que:
- Tem sempre um para ti derrubar, mas sempre tem um para ti aparar;
- É necessário que todos estejam juntos com o mesmo objetivo, para que este seja alcançado, pois quando não estão, fica quase impossível, só com a ajuda de Deus;
- É necessário que todos os membros cumpram seus papéis com dignidade, de acordo com o dom recebido, para que tudo seja realizado;
- Caso exista alguém fora do caminho, ou seja, desalinhado com os objetivos, sempre existe alguém para ajudá-lo;
- Para Deus somos todos iguais, não importa sua Posição;
- Tem sempre alguém dizendo o que fazer, assim precisamos ter Discernimento e Entendimento para vermos o que é certo ou errado;
- As pedras têm que ser colocadas com Sabedoria e Ciência, para no nosso caso, alcançarmos o Reino de Deus;
- Precisamos do Dom da Fortaleza que propícia a coragem necessária para enfrentarmos as tentações e não nos deixarmos cair;
- E como Povo de Deus, devemos Temer a Deus, seguir os seus Mandamentos com sinceridade de coração, para sermos um Povo Piedoso na luz do Espírito Santo.




88. DRAMATIZAÇÃO
Participantes: 30 pessoas.
Tempo: 30 minutos.
Descrição:O coordenador apresenta o assunto da discussão;
Depois de decorridos dez minutos, o coordenador orienta os participantes para que, nos próximos dez a quinze minutos, cada um procure identificar-se com o colega da direita, esforçando-se por imitá-lo na discussão;
Cada participante tentará agir exatamente como o seu colega da direita, imitando seu comportamento no grupo;
É da máxima importância que cada qual consiga identificar-se com seu colega;
O mesmo exercício poderá ser feito, deixando liberdade para que cada participante faça a escolha do colega a ser imitado, cabendo aos outros reconhecê-lo.





89. EM BUSCA DO OLHAR
Objetivo:
Trabalhar o aprofundamento da integração no grupo e exercitar a comunicação não-verbal.
Como Fazer:
1 - O facilitador solicita ao grupo que todos fiquem de pé em círculo a uma distância razoável.
2 - Em seguida, pede-se que a pessoas se concentrem e busquem olhar para todos no círculo.
3 - O facilitador poderá escolher uma música sentimental, leve, que favoreça o encontro não-verbal, até sintonizar numa pessoa cujo olhar lhe foi significativo.
4 - Ao encontro desses olhares, as pessoas se deslocam lentamente umas para as outras, indo se encontrar no centro do grupo.
5 - Abraçam-se e cada uma irá se colocar no lugar da outra.
6 - O exercício prossegue, até que todos tenham se deslocado em busca de alguém, podendo, ainda, cada pessoa fazer seus encontros com quantas pessoas sinta vontade.
Conclusão:
Normalmente, essa experiência é de uma riqueza extraordinária. Barreiras são quebradas, pedidos de perdão são feitos, tudo isso sem que se diga uma palavra. Cabe ao facilitador ter sensibilidade para a condução de troca de experiências não verbais. Essa dinâmica também é excelente para encerramentos de atividades grupais em que as pessoas passaram algum tempo juntas.





90. ENCONTRO DE GRUPOS
Objetivo:
Melhorar as relações entre dois grupos e explorar a interação de grupos.
Material:
Folhas grandes de cartolina.
Como Fazer:
1 - O coordenador forma dois subgrupos.
2 - Cada um deverá responder, numa das folhas de cartolina:
- Como o nosso grupo vê o outro grupo?
- Como o nosso grupo pensa que somos vistos pelo outro grupo?
3 - Após 1 hora reuni-se todo o grupo e o(s) representante(s) de cada subgrupo deverá expor a conclusão do subgrupo.
4 - Novamente os subgrupos se reúnem para preparar uma resposta ao outro subgrupo e após meia hora forma-se o grupo grande de novo e serão apresentadas as defesas, podendo haver a discussão.






91. ENTRANDO NA CASA
Enviada por: Maria Helena L. de Carvalho
Objetivo: Analise da vida pessoal e em comunidade, o meu viver em relação aqueles que me rodeiam.
Participantes: Todos os presentes no encontro divididos em pequenos grupos de 3 membros.
Material: Papel e caneta.
Descrição:
- Formar pequenos grupos de 3 membros.
-entregar para cada grupo uma parte da casa, exemplo: 1. Porta de entrada
- Cada grupo fazer uma analise pessoal e depois uma anlise comunitária sobre a parte recebida. Como eles estão vivendo tudo isso, o que pode ser mudado.
- Cada grupo relata o que eles discutiram entre si.
Analise pessoal
Tomando a nossa CASA como local de vivência comunitária e realização pessoal, podemos pensar em significados simbólicos para cada parte, por exemplo:
1. Porta de entrada: Através dos sentidos você percebe o mundo que o cerca. Vai vivenciando experiências que vão fazendo parte de sua vida. Em suas experiências transitam pensamentos, emoções, sentimentos, imaginações, fantasias...
2. Corredor: dá acesso às diferentes partes: razão, reflexão, sentimentos, necessidades, valores, ideais, convicções, memórias...
3. Sala de visita: lugar onde você recebe pessoas, se apresenta, se sente aceito, onde os outros o vêem, como deseja que o vejam, lugar de gentilezas com outros, lugar de formalidades, títulos; relembra-se lembranças, memórias...
4. Cozinha: lugar onde se alimenta a vida, gostos, coisas quentes (calor humano), coisas geladas (friezas), lugar de serviço, entre ajuda construtiva, lugar de se aprender a temperar a vida, partilhar o que se tem, se faz, se dispõe dos dons. Lugar de se experimentar os dons dos outros, lugar dos amigos, companheiros (pai-mãe) afeto, amor, sal, açúcar, equilíbrio.
5. Lavanderia: lugar do desabafo, possibilidade de superar conflitos, lava-se a "roupa" e volta-se a usá-la novamente com novo cheiro... (laboratório de experiências), lugar onde se mexe com sujeira, com limpeza, sem medo de molhar-se, passar sabão, lavar as mágoas, descarregar raivas, ressentimentos, lugar de purificação, lugar do perdão ...
6. Dispensa: reservas guardadas, dons não usados, qualidades não desenvolvidas, energias armazenadas, disponíveis....
7. Quarto: lugar da intimidade, lugar de segredos, confidências, fidelidades, infidelidades, liberdade, prisão, simplicidade, respeito, espaço do sagrado, do pessoal, do estar à vontade consigo mesmo, lugar do conflito, das inquietações, da transcendência, da fantasia...
8. Fundos: lugar aberto, espaço para novos sonhos, novas realizações, lugar do entulho (pode-se remover, limpar, construir)...
9. Porão: zona inconsciente, memórias afetivas, bloqueios, lembranças felizes, conflitos, novas energias, (lugar onde pouco se vai), lugar da história pessoal mais antiga, lugar de cupim, baratas, mas também de matérias úteis para se melhorar o espaço da casa...
10. Banheiro: lugar de se desfazer-se daquilo que não serve mais: mágoas, rancores, infantilismos, dependências, vitimismos, mau humor, ciúmes doentios, invejas,...
Analise comunitaria
Analisando a CASA como a nossa COMUNIDADE, poderíamos examiná-la como lugar de nossas relações inter-pessoais e verificar quais espaços usamos comumente e quais outros usamos pouco ou mesmo ignoramos:
1) Porta de entrada: A percepção que temos de nossos confrades: é realista, preconceituosa, distorcida ?...
2) Corredor: Compartilhamos valores, necessidades, sentimentos, memórias com nossos confrades? ...
3) Sala de visita: Como é nosso estar juntos, qual a qualidade da atenção que damos uns aos outros?...
4) Cozinha: Como alimentamos nossos ideais, desejos, sonhos... uns aos outros?...
5) Lavanderia: Como esclarecemos nossos conflitos, nossas diferenças.- suportamos-nos com caridade os desabafos do confrade?.. Sabemos separar o que é o problema do outro daquilo que ele é?...
6) Dispensa: Como valorizamos as qualidades dos companheiros? Ele é mais do que pode manifestar?...
7) Ouarto: Em nossa comunidade há espaços para confidências, confiança e respeito pela intimidade uns dos outros? Contribuímos para denegrir a imagem um dos outros?
8) Fundos: Percebemos as possibilidades de crescimento uns dos outros ou já nos vemos todos esgotados?
9) Porão: Lugar das memórias: a história de cada um é uma fonte de experiências que alimentam, iluminam nossos projetos?
10) Banheiro:
Somos capazes de abrir mão daquilo que não serve mais? De experiências negativas que não edificam mais?...
Meditar:
Efésios 4, 1-16
Lc 19, 1-10
Jo 12, 1-10





92. ENTREVISTA
Objetivos:
1 - Obter conhecimentos, informações ou mesmo opiniões atuais a respeito de um tema.
2 - Utilizar melhor os conhecimentos de um especialista.
3 - Obter mais informações em menos tempo.
4 - Tornar o estudo de um tema, mais dinâmico.
Como Fazer:
1 - Coordenador apresenta em breves palavras, um tema, deixando várias dúvidas sobre o mesmo (propositalmente).
2 - Coordenador levanta com o grupo, a possibilidade de completar o conhecimento através de entrevista junto a pessoas que são estudiosas do assunto.
3 - O grupo define o entrevistado.
4 - O grupo, orientado pelo coordenador prepara as perguntas para a entrevista.
5 - Convite ao entrevistado.
6 - Representante do grupo faz as perguntas.
7 - Auditório vai registrando as perguntas.
8 - Coordenador possibilita comentários sobre as respostas dadas pelo entrevistado.
9 - Coordenador faz uma síntese de todo o conteúdo.
10 - Discussão sobre o assunto.
11 - Grupo (auditório) apresenta, verbalmente, suas conclusões.
Avaliação:
1 - Para que serviu a dinâmica?
2 - O que descobrimos através da entrevista?
3 - O que gostaríamos de aprofundar sobre o assunto?






93. ESCALA DE VALORES
Objetivo:
Colocar o adolescente em contato com seus próprios valores, levando-o a refletir sobre o que ele considera mais importante em sua vida.
Material:
Quadro negro; caneta hidrográfica ou giz; papel-ofício, canetas ou lápis.
Como Fazer:
1) Escrever no papel manilha ou no quadro negro, com letras grandes (de maneira que todos possam ler) algumas frases que expressem uma atitude diante da vida ou um valor.
Ex.:
- Para ir a uma festa Carlos não hesitou em gastar as economias que tinha para comprar uma calça nova. (valor subtendido - a importância do Ter)
- Stefane ofereceu-se para cuidar da irmã caçula para sua mãe ir ao supermercado, mesmo tendo que adiar o encontro com o namorado. (valor subtendido - solidariedade, o que é mais importante para todos).
Podem ser frases mais diretas e objetivas. Com valores explícitos e não subtendidos.
Estabeleça o que é mais importante:
- Ir a uma festa
- Sair com o(a) namorado(a)
- Cuidar da irmã caçula (ou irmão)
- Almoçar em família
- Ir visitar parentes
- Sair com amigos
- Estudar para uma prova
- Ter o CD mais recente do grupo do momento
- Ir ao ponto de encontro dos amigos - Fazer o trabalho de escola
2) Distribua as folhas de papel-ofício entre os participantes e peça que eles a dobrem ao meio, de maneira que eles terão um lado direito e outro esquerdo.
3) Peça que leiam com atenção as frases escritas pelo facilitador.
4) Em seguida, que escrevam do lado direito da folha, em ordem de importância as atitudes que fazem parte da sua maneira de agir no cotidiano.
5) Assim o participante deverá colocar em primeiro lugar o que para ele é o valor mais importante de todos e assim sucessivamente, até que tenha escolhido pelo menos cinco valores.
6) Após todos terem terminado, o facilitador pede que, do lado esquerdo da folha, o participante escreva: quando eu era criança, para mim as coisas mais importantes eram...
7) Depois peça que ele leia as frases comparando, estabelecendo a diferença entre a escala de valores que tem hoje e a que tinha quando era criança.
8) Em seguida o facilitador pede aos participantes que discutam com seus colegas mais próximos sua lista de valores atuais (lado direito da folha).
9) Todos os participantes devem discutir, em pequenos grupos, sua ordenação de valores, estabelecendo a comparação com a dos colegas.
10) Depois todos devem voltar para o grupão onde o facilitador coordenará a discussão definindo:
- A escala de valores do grupo (através da verificação de quais valores aparecem mais em primeiro lugar, em segundo etc.).
- A escala de valores de quando eram crianças.
- A diferença entre uma escala e outra.
- Que tipo de sociedade e vida em grupos os valores apresentados tendem a construir.
Comentário:
a) É uma oportunidade para os adolescentes se perceberem enquanto uma pessoa em mudança, com questionamentos sobre os valores que tinham em sua infância, uma vez que, geralmente, os valores da infância refletem o comportamento que os pais esperavam deles.
b) É possível que se encontre uma verdadeira inversão de valores entre a infância e o momento atual.
c) É importante que nestes casos o facilitador, sem criticar, aponte a necessidade que o adolescente tem de contestação, sua busca permanente de auto-afirmação e diferenciação da família ou dos pais.
d) É importante que seja aplicada em um grupo que já tenha alguma convivência entre si e com o facilitador.
e) O facilitador tem que ter segurança da sua capacidade de interferência no grupo caso haja uma tendência de conflito entre os participantes (se sentirem pessoas vazias, superficiais etc., por causa dos valores que descobrem ter).






94. ESPELHO
Objetivo: Partilha dos sentimentos.
Desenvolvimento: O ambiente deve ser silencioso.
Cada um deve pensar em alguém que lhe seja muito importante, aquém gostaria da atenção em todos os momentos, alguém que se ama de verdade, que merece todo cuidado.
Entrar em contato com essa pessoa e pensar os motivos eu os tornam tão amada.
(Deixar tempo para interiorização).
Agora cada um vai encontrar a pessoa que lhe tem um grande significado.
Cada um em silêncio profundo se dirige até a caixa, olha a tampa e volta em silêncio para seu lugar. Depois se faz a partilha dos próprios sentimentos, das reflexões e conclusões de cada um. Palavra de Deus: Lc 12.1-3 Sl 131





95. ESTÁTUA
Objetivos:
Descobrir o que o grupo pensa sobre determinado tema, antes de aprofundá-lo.
Como Fazer:
1 - Tendo um tema já definido, alguém a pedido do coordenador apresenta suas idéias com relação a proposta.
2 - Essa pessoas pode chamar quantas pessoas que quiser, colocando-as na posição que melhor representa a idéia que tem sobre o tema proposto.
3 - Em seguida, explica o porque de colocar as pessoas naquela posição e não em outra.
4 - O coordenador pede aos outros participantes que dêem sua opinião e se querem acrescenta ou tirar alguma coisa da estátua.
5 - A partir daí tem início a discussão, analisando-se como começou a ser montada a estátua, porque as pessoas concordaram com as mudanças.
6 - Conversa-se também sobre a estátua final, resultante das muitas alterações pedidas pelo grupo.
7 - Conversa-se, então, aprofundando sobre o tema.





96. ESTUDO DO MEIO
Objetivos:
1- Entrar em contato com a realidade, através de seus múltiplos aspectos, de maneira objetiva, ordenada e positiva.
2- Descobrir aspectos particulares do meio, através de pesquisa e reflexão.
3- Compreender as causas de muitos fatos da vida individual e social.
4- Sensibilizar para o dever de prestar serviço à comunidade.
5- Incentivar o exercício da cidadania responsável.
Passos:
1- Planejamento:
- Como conhecer nossa comunidade?
a) Descobrindo a necessidades, os interesses, os problemas, as aspirações, as possibilidades, os hábitos, os costumes, como as pessoas se relacionam, os recursos que a comunidade oferece, etc...
b) Para descobrir será necessário fazer visitas, observar, entrevistas, dialogar, levantar dados.
Observação: Planejar roteiros de visitas, entrevistas, observações, levantamentos; Formar grupos; Fazer cronograma para realização das tarefas; Distribuir as tarefas.
2- Execução/VER:
- Realização das tarefas pelos grupos.
3- Apresentação:
- Grupos apresentam resultados das entrevistas, observações, levantamentos, etc.
4- Análise/Julgar:
a) confrontar os dados com a proposta de Jesus Cristo.
b) Verificar o que não está de acordo.
5- Ação:
a) Discutir sobre o que precisa ser feito para melhorar o meio.
b) Ver os recursos disponíveis
c) Projetar a ação ou ações necessárias.
6- Celebrar:
- Preparar para iniciar a ação.
7- Realizar o projeto
8- Avaliar e celebrar os resultados.








97. EU E MEU GRUPO
Objetivos:
Avaliar o grupo e a contribuição de cada um de seus membros.
Como Fazer:
1. Cada um responde em particular às perguntas:
a) que me agrada no grupo?
b) que não me agrada?
c) que recebo dele?
d) o que deixaria de ganhar se ele se acabasse?
e) que recebo de cada pessoa?
f) que ofereço ao grupo?
g) qual foi a maior tristeza?
2. Cada um responde o que escreveu.
3. É importante ressaltar que não se trata de discutir em profundidade mas principalmente de se escutarem reciprocamente.
4. Depois de ouvir todo mundo, fazer uma discussão do que fazer para que o grupo melhore.






98. EU SOU ALGUÉM
Objetivos:
Perceber os valores pessoais; perceber-se como ser único e diferente dos demais.
Material:
Folhas de papel e lápis.
Como Fazer:
1 - Em círculo, sentados.
2 - Distribuir uma folha para cada um, pedindo que liste no mínimo dez características próprias. Dar tempo.
3 - Solicitar que virem a folha, dividam-na ao meio e classifiquem as características listadas, colocando de um lado as que facilitam sua vida e do outro as que dificultam. Dar tempo.
4 - Em subgrupos, partilhar as próprias conclusões.
Avaliação:
Qual o lado que pesou mais? - O que descobriu sobre você mesmo, realizando a atividade?
Comentários:
1 - A consciência de si mesmo constitui-se no ponto inicial para cada um se conscientizar do que lhe é próprio e das suas características. Com este trabalho é possível ajudar aos participantes a se perceberem, permitindo-lhes a reflexão e a expressão dos sentimentos referentes a si próprios.
2 - Deve ser utilizada em grupos menores, cerca de vinte participantes.





99. EVANGELHO EM PEDAÇOS
Participantes: 10 a 15 pessoas
Tempo Estimado: 15 minutos
Material: Papéis com pequenos trechos da Bíblia (partes de passagens) com indicação do livro, capítulo e versículos.
Descrição: Cada integrante recebe um trecho da Bíblia e procura compreendê-lo, entender qual a mensagem da passagem Bíblica. Como você pode trazer essa mensagem que você refletiu para o seu dia-a-dia. Para melhorar a compreensão do trecho, deve consultar a passagem completa na Bíblia. Em seguida, os integrantes devem ler o seu trecho e comentá-lo para o grupo. Ao final, é aberto o debato sobre os trechos selecionados e as mensagens por eles transmitidas.






100. EXERCÍCIO DA CONFIANÇA
Participantes: 25 a 30 pessoas
Tempo: 30 minutos
Material: papel com perguntas para ser respondida em público para cada membro.
Descrição: o coordenador faz uma breve introdução do exercício, falando sobre a descoberta pessoal e a importância do exercício; distribuir, uma papeleta para cada um; um a um, os participantes lerão a pergunta que estiver na papeleta, procurando responder com toda sinceridade; no final, segue-se um debate sobre o exercício feito.
Exemplos de pergunta:
1. Qual o seu hobby predileto ou como você preenche o seu tempo livre
2. Que importância tem a religião na sua vida
3. O que mais o aborrece
4. Como você encara o divórcio
5. Qual a emoção é mais difícil de se controlar
6. Qual a pessoa do grupo que lhe é mais atraente
7. Qual a comida que você menos gosta
8. Qual o traço de personalidade que lhe é mais marcante
9. Qual é, no momento, o seu maior problema
10. Na sua infância, quais foram os maiores castigos ou críticas recebidas
11. Como estudante, quais as atividades em que participou
12. Quais são seus maiores receios em relação à vivência em grupo
13. Qual é a sua queixa em relação à vivência em grupo
14. Você gosta do seu nome
15. Quem do grupo você escolheria para seu líder
16. Quem do grupo você escolheria para com ele passar suas férias
17. Você gosta mais de viver numa casa ou num apartamento
18. Qual o pais que você gostaria de visitar
19. Quais são algumas das causas da falta de relacionamento entre alguns pais e filhos
20. Se você fosse presidente da república, qual seria sua meta prioritária.





101. EXERCÍCIO DA QUALIDADE
Participantes: 30 pessoas
Tempo: 45 minutos
Material: lápis e papel
Descrição: o coordenador inicia dizendo que na vida as pessoas observam não as qualidades, mas sim os defeitos dos outros. Nesse instante cada qual terá a oportunidade de realçar uma qualidade do colega.
1. O coordenador distribuirá uma papeleta para todos os participantes. Cada qual deverá escrever nela a qualidade que no entender caracteriza seu colega da direita;
2. A papeleta deverá ser completamente anônima, sem nenhuma identificação. Para isso não deve constar nem o nome da pessoa da direita, nem vir assinada;
3. A seguir o animador solicita que todos dobrem a papeleta para ser recolhida, embaralhada e redistribuída;
4. Feita a redistribuição começando pela direita do coordenador, um a um lerá em voz alta a qualidade que consta na papeleta, procurando entre os membros do grupo a pessoa que, no entender do leitor, é caracterizada com esta qualidade. Só poderá escolher uma pessoa entre os participantes.
5. Ao caracterizar a pessoa, deverá dizer porque tal qualidade a caracteriza;
6. Pode acontecer que a mesma pessoa do grupo seja apontada mais de uma vez como portadora de qualidades, porém, no final cada qual dirá em público a qualidade que escreveu para a pessoa da direita;
7. Ao término do exercício, o animador pede aos participantes depoimento sobre o mesmo.






102. EXERCÍCIO DE BOMBARDEIO INTENSO
Objetivos:
Expressar sentimentos positivos, de carinho e afeto com uma pessoa.
Como Faer:
1 - O coordenador inicia, explicando ao grupo como a afeição se baseia na formação de ligações emocionais.
2 - É geralmente a última fase a emergir na evolução do relacionamento humano, após a inclusão e o controle. Na inclusão, as pessoas têm de encontrar-se umas com as outras e decidir se continuam seu relacionamento. Os problemas de controle exigem que as pessoas se confrontem umas com as outras e descubram como desejam relacionar-se.
3 - Para prosseguir a relação, cumpre que se formem ligações afetivas, e elas têm então de abraçar-se, a fim de que se crie um vínculo duradouro.
4 - Feita a explicação o coordenador pede aos participantes que digam à uma pessoa todos os sentimentos positivos que têm por ela.
5 - A pessoa apenas ouve, podendo permanecer no círculo ou sair dele e ficar de costas para o grupo.
6 - O impacto é mais forte quando cada um se coloca diante da pessoa, toca-a, olha nos olhos e lhe fala diretamente, que é uma outra maneira de realizar a dinâmica.






103. EXERCÍCIO DE CONSENSO
Objetivos:
Treinar a decisão por consenso; desenvolver nos participantes a capacidade de participação, numa discussão de grupo.
Material:
Uma cópia da história de Marlene para cada membro e lápis ou caneta.
Como Fazer:
1 - Cada um receberá uma cópia da história de Marlene para uma decisão individual, levando para isso uns cinco minutos;
2 - Organizam-se os subgrupos de cinco a sete membros cada para a decisão grupal;
3 - O coordenador distribui a cada subgrupo uma folha da história de Marlene, para nela ser lançada a ordem preferencial do grupo;
4 - Nos subgrupos cada integrante procurará defender seu ponto de vista, argumentando com as razões que o levaram a estabelecer a ordem de preferência da sua decisão individual.
5 - Terminada a tarefa grupal, organiza-se o plenário.
História de Marlene
O exercício seguinte é um treinamento de consenso. A conclusão unânime é praticamente impossível de se conseguir. É preciso, pois, que os participantes tomem a consideração a subjetividade de cada qual, para que se torne possível uma decisão.
Modo de proceder:
O texto seguinte narra a história da jovem Marlene. Cinco personagens entram em cena. Cabe a você estabelecer uma ordem de preferência ou de simpatia para com estes cinco personagens.
Numa primeira fase, cada qual indicará o seu grau de simpatia para com cada um dos personagens, colocando-os em ordem de um a cinco, atribuindo o número 1 ao mais simpático seguindo até o 5 –
Em seguida cada um dará as razões que o levaram a estabelecer esta preferencia, e com a ajuda dessas informações, procede-se a nova ordem que, então, estabelece a ordem de preferência do grupo.
Eis a história de Marlene:
Cinco personagens fazem o elenco; Marlene, um barqueiro, um eremita, Pedro e Paulo.
Marlene, Pedro e Paulo são amigos desde a infância. Conhecem-se há muito tempo. Paulo já quis casar com ela, mas recusou, alegando estar namorando Pedro.
Certo dia, Marlene decide visitar Pedro, que morava no outro lado do rio. Chegando ao rio, Marlene solicita a um barqueiro que a transporte para o outro lado. O barqueiro, porém, explica a Marlene ser este trabalho seu único ganha-pão, e pede-lhe certa soma de dinheiro, importância de que Marlene não dispunha.
Ela explica ao barqueiro o seu grande desejo de visitar Pedro, insistindo em que a transporte para o outro lado. Por fim o barqueiro aceita, com a condição de receber em troca um manto que usava.
Marlene hesita e resolve ir consultar um eremita que morava perto. Conta-lhe a história, o seu grande desejo de ver Pedro e o pedido do barqueiro, solicitando, no final, um conselho. Respondeu: "Compreendo a situação, mas não posso, na atual circunstancia, dar-lhe nenhum tipo de conselho. Se quiser, podemos dialogar a respeito, ficando a decisão final por sua conta".
Marlene retorna ao riacho e decide aceitar a última proposta do barqueiro. Atravessa o rio e vai visitar Pedro, onde passa três dias bem feliz.
Na manhã do quarto dia, Pedro recebe um telegrama. Era a oferta de um emprego muito bem remunerado no exterior, coisa que há muito tempo aguardava. Comunica imediatamente a notícia a Marlene, e na mesma hora a abandona.
Marlene cai numa tristeza profunda e resolve dar um passeio, encontrando-se com Paulo a quem conta a razão de sua tristeza. Paulo compadece-se dela, e procura consolá-la.
Depois de certo tempo, Marlene diz a Paulo: "Sabe que tempos atrás você me pediu em casamento, e eu recusei, porque não o amava bastante, mas hoje penso amá-lo suficientemente para casar com você."
Paulo retrucou: "É tarde demais; não estou interessado em tomar os restos de outro".





104. EXPLOSÃO DO COORDENADOR
Participantes: 30 pessoas
Tempo: 10 minutos
Descrição: Escolhe-se qualquer tema que não será o principal da reunião e a uma certa altura do debate o coordenador para e diz "Vocês não estão se interessando suficientemente. Estou até doente e cansado em ver esse comportamento, esse desinteresse caso não tomem maior seriedade, interrompo, agora mesmo, este debate!", após esse comentário todos estarão desconcertado e terão reações diferentes principalmente reprovando a atitude do coordenador. Após o primeiro impacto o coordenador, em seu estado natural deverá explicar que era uma dramatização para ver as reações dos indivíduos do grupo, e nisso seguirá a discussão, sobre as reações das pessoas com reação a explosão do coordenador.
Indicado para grupos que já tenham uma certa maturidade.






105. FAZENDO COMPRAS
Objetivos:
Para descontração e memorização de nomes de todos do grupo.
Como Fazer:
1 - Todos estão sentados em círculos e o coordenador, em pé, diz: Fui fazer compras com... (e diz o nome de várias pessoas do grupo).
2 - De repente, acrescenta: Não tenho mais dinheiro.
3 - Quem teve o nome citado deve trocar de lugar rapidamente e o coordenador se senta entre eles.
4 - Alguém ficará sem lugar, em pé. Este será o próxima a fazer compras e assim continua.
5 - Se alguém não perceber que seu nome foi citado e por isso não se levantar, será o que vai fazer compras.






106. FESTIVAL DE MÁSCARA
Material:
Um saco de papel bem grande e um número para cada pessoa (evite-se que o material seja plástico).
Como Fazer:
1 - O animador distribui um saco de papel para cada participante, pedindo que façam com ele uma máscara, deixando apenas dois buracos para olhar.
2 - O número deverá ser afixado na altura do peito.
3 - Uma vez prontas as máscaras, o animador apaga as luzes um momento, para que cada qual possa colocar a sua, assim como o número.
4 - Ao se reacenderem as luzes, cada um terá que adivinhar quem são os mascarados, anotando o nome e o número numa folha de papel. As pessoas não podem falar. O vencedor será aquele que obtiver a maior quantidade de acertos.
Avaliação:
- Para que serviu a dinâmica?





107. FILEIRA
Participantes: 12 pessoas
Tempo: 1 hora
Material: 3 folhas de papel, lápis ou caneta para cada participante; folhas de cartolina
Descrição:
1. Primeira fase:
O animador pede que os membros participantes se organizem em fileira por ordem de influência que cada membro exerce sobre o grupo. Caso tiver vários subgrupos, os mesmos farão simultaneamente o exercício. Todos deverão executar a tarefa em silêncio;
Terminada a tarefa, o coordenador colocará a ordem numa folha de cartolina, para ser apreciado por todos;
A seguir, o grupo irá para o círculo, onde se processará a discussão do exercício, bem como a colocação dos membros na fileira. Nessa ocasião, o coordenador poderá fazer algumas observações referentes ao exercício, ao comportamento dos indivíduos na sua colocação;
Recomeça-se o exercício tantas vezes quanto forem necessárias, até que todos estejam satisfeitos em relação à colocação na fileira, de acordo com a influência que cada um exerce sobre o grupo.
2. Segunda fase:
O animador pede que os participantes elejam um líder imparcial, explicando que na votação deverão dar um voto para aquele que será o líder, e doze votos para o último colocado. Tal votação inversa dará o ensejo para que os participantes possam experimentar novas sensações que envolvem o exercício.
O grupo ou os subgrupos podem debater entre si a ordem da escolha fazendo anotações escritas, tendo para isso dez minutos.
Processa-se a votação. Caso ocorra empate, prossegue-se o exercício, até o desempate, devendo a ordem corresponder à influência que cada um exerce sobre o grupo. Segue-se uma discussão grupal em torno do impacto do exercício.






108. FOTOLINGUAGEM - COMUNICAÇÃO
Objetivos:
Olhando para as fotos sobre a realidade que se vive, aprender a ligar dois ou mais fatos e ter uma opinião sobre eles.
Material:
Fotos de jornais e revistas espalhadas por toda a sala.
Como Fazer:
Os participantes passeiam pela sala, olhando as fotos e escolhem duas fotos que tenham ligação entre si. Depois, durante 7 minutos, pensam nas seguintes questões:
a) Que realidade me revelam?
b) Qual a ligação entre elas?
c) Por que me identifiquei com elas?
Refletir:
Cada um apresenta as fotos e as conclusões às quais chegou. O restante do grupo pode questionar a ligação dos fatos entre si e fazer umas duas perguntas para clarear melhor as afirmações.





109. GUIA DE CEGO
Participantes: Indefinido sendo Nº pares de pessoas.
Tempo Estimado: 25 minutos.
Material: Alguns vendas ou lençóis, e uma área com obstáculos, de preferência em campo aberto.
Descrição: O coordenador venda os olhos de todas, caso não tenha vendas o coordenador devera pedir a todos que fechem os olhos. Os cegos devem caminhar desviando-se dos obstáculos durante determinado intervalo de tempo. Após este tempo deve-se realizar alguns questionamentos para os mesmos, tais como:
Como vocês se sentiram sem poder enxergar?
Tiveram medo? Por quê? De quê?
Que acham da sorte dos cegos?
Em seguida, a metade dos participantes deveram abrir os olhos para servir como guia, que conduzirá o cego por onde quiser. Depois de algum tempo podem ser feito tudo novamente onde os guias iram vendar os olhos e os cegos serão os guias. Após este tempo deve-se realizados os seguintes questionamentos:
Como vocês se sentiram nas mãos dos guias?
Tiveram confiança ou desconfiança? Por quê?
É preferível sozinho ou com um guia? Por quê?
Por último, dispõe-se dois voluntários de cego, sendo que um guiará o outro. Ao final, pode-se realizar os mesmos questionamentos do passo anterior. Dentre os questionamentos finais, a todos, pode-se citar:
O que a dinâmica teve de parecido com a vida de cada um?
Além da cegueira física, vocês conhecem outros tipos de cegueira?
Quais? (ira, ignorância, inveja, apatia, soberba, etc.)
Os homens tem necessidade de guias? Quem são os outros guias? (Deus, Jesus, Maria, família, educadores, amigos, etc.)
Costumamos confiar nestes guias? O que acontece com quem não aceita o serviço de um guia?
Qual a pior cegueira: a física ou a de espírito? Por quê?
O Evangelho relata várias curas de cegos (Mt 9,27-32;Jo 9,1-39). Qual a semelhança que se pode encontrar, por exemplo, entre o relato de São Lucas e a sociedade moderna? Qual a semelhança entre a cura da vista e a missão da igreja de conscientização?





110. IDENTIFICAÇÃO PESSOAL COM A NATUREZA
Objetivos: Auto conhecimento e preces
Material: Símbolos da natureza, papel e caneta.
Desenvolvimento:
1. Contemplação da natureza. Cada um procura um elemento na natureza que mais lhe chama a atenção e reflete: Porque o escolhi? O que ele me diz?
2. Formação de pequenos grupos para partilha.
3. Cada pequeno grupo se junta com o outro e faz uma nova partilha. O grupo escolhe um como símbolo e formula uma prece.
4. Um representante de cada grupo apresenta o símbolo ao grupo, fazendo uma prece.
Palavra de Deus: Gn 1,1-25





111. IMAGEM E MENSAGEM
Objetivos:
Ao olhar fotos sobre a realidade que se vive, aprender a ligar dois ou mais fatos e ter uma opinião sobre eles.
Material:
Fotos de jornais e revistas.
Como Fazer:
1 - Os participantes passeiam pela sala, olhado as fotos e escolhem duas fotos que tenha ligação entre si.
2 - Depois durante 7 minutos pensam sobre a realidade que as fotos revelam, qual a ligação entre elas e por que se identificou com elas.
3 - Cada um apresenta as fotos e as conclusões as quais chegaram.
4 - O restante do grupo pode questionar as ligações ou tirar dúvidas.





112. JESUS TE AMA!
Objetivo:
Amor a Jesus e ao próximo.
Material:
Espaço e cadeiras para fazer uma roda.
Como Fazer:
1 - Faz-se uma roda com todos os participantes sentados exceto um, que ficará de pé no meio da roda.
2 - Esta pessoa deverá escolher uma pessoa na roda e dizer à ela: "Jesus te ama!"
3 - O participante escolhido pergunta: "Por que?"
4 - Então o que está de pé diz, por exemplo: "Porque você está de blusa verde!"
5 - Então, todos os participantes que estão de blusa verde, trocam de lugar entre si. Os outros permanecem sentados.
6 - A pessoa que estava em pé, deve tentar sentar em algum lugar durante a troca, de forma que outro participante fique sobrando em pé.
7 - Proceder dessa forma até cansar!!!
Observações:
a) Logicamente não é permitido falar "porque está de blusa verde!" se a pessoa estiver de blusa azul!
b) Se o "motivo" escolhido só estiver presente em uma pessoa (Ex: só existir na roda uma pessoa de blusa verde), não é necessário que a pessoa saia do lugar, mas, se na afobação, a pessoa sair do lugar sem ver se outra pessoa possui a mesma característica, então o que está de pé pode tentar tomar seu lugar.
Conclusão:
Jesus não procura motivo para nos amar, assim devemos ser com nossos irmãos, amar sem pedir nada em troca, sem motivo aparente. Amar só por amar.
Sugestão:
1 - Na primeira rodada, sugerimos que o coordenador da dinâmica fique em pé no meio do círculo.
2 - Deverá então escolher algo bem comum na roda, provavelmente muita gente estará de tênis, por exemplo. Assim já começa com quase todas as pessoas trocando de lugar!






113. JOÃO BOBO
Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 10 a 15 minutos.
Material: Pano para vendar os olhos de um menino
Descrição: Forma-se um círculo com todos os participantes. Um deles somente deve ficar de fora.
Nada deve ser explicado até nesse momento. Escolhe-se uma pessoa (ela será o João Bobo - de preferência um menino) e retira da sala. Enquanto isso explica-se a brincadeira para todos os participantes que ficaram na sala.
A pessoa escolhida, e que foi retirada da sala, deve ser orientada para não ter medo e para se deixar levar durante a brincadeira. Certifique-a de que não irá se machucar.
Só então, traz-se a pessoa ja vendada para dentro da sala, coloca-a no centro do círculo e a brincadeira começa! As pessoas devem empurrá-la devagar, de um lado para o outro, brincando realmente de "João Bobo".
Objetivo: O objetivo desse dinâmica é atingido quando há empenho de toda a roda para que o amigo que está no centro não caia. A pessoa vendada deve comentar depois de terminada a dinâmica sobre a confiança que teve que depositar em todo o grupo.
Essa dinâmica além de muito divertida, promove união, e confiança entre os membros do grupo. Deve-se refletir também sobre a amizade entre o grupo e com Deus, pois se há um amigo com quem podemos contar, é Deus!





114. JOGO COMUNITÁRIO
Material: uma flor.
Desenvolvimento: os participantes sentam-se em círculo e o animador tem uma flor na mão. Diz para a pessoa que está à sua esquerda: senhor... (diz o nome da pessoa), receba esta flor que o senhor...(diz o nome da pessoa da direita) lhe enviou...
E entrega a flor. A pessoa seguinte deve fazer a mesma coisa. Quem trocar ou esquecer algum nome passará a ser chamado pelo nome de um bicho. Por exemplo, gato. Quando tiverem que se referir a ele, os seus vizinhos, em vez de dizerem seu nome, devem chamá-lo pelo nome do bicho.
O animador deve ficar atento e não deixar os participantes entediados. Quanto mais rápido se faz à entrega da flor, mais engraçado fica o jogo.





115. JOGO DA VERDADE
Participantes: 25 pessoas
Material: Relação de perguntas pré-formuladas, ou sorteio destas.
Descrição: Apresentação do tema pelo coordenador, lembrando de ser utilizado o bom senso tanto de quem pergunta como quem responde. Escolhe-se um voluntário para ser interrogado, sentando numa cadeira localizada no centro do círculo (que seja visível de todos), o voluntário promete dizer somente a verdade, pode-se revezar a pessoa que é interrogada se assim achar necessário. Após algumas perguntas ocorre a reflexão sobre a experiência.





116. JOGOS DE BILHETES
Participantes: 7 a 20 pessoas
Tempo Estimado: 20 minutos
Material: Pedaços de papel com mensagens e fita adesiva.
Descrição: Os integrantes devem ser dispostos em um círculo, lado a lado, voltados para o lado de dentro do mesmo. O coordenador deve grudar nas costas de cada integrante um cartão com uma frase diferente. Terminado o processo inicial, os integrantes devem circular pela sala, ler os bilhetes dos colegas e atendê-los, sem dizer o que está escrito no bilhete. Todos devem atender ao maior número possível de bilhetes. Após algum tempo, todos devem voltar a posição original, e cada integrante deve tentar adivinhar o que está escrito em seu bilhete. Então cada integrante deve dizer o que está escrito em suas costas e as razões por que chegou a esta conclusão. Caso não tenha descoberto, os outros integrantes devem auxiliá-lo com dicas. O que facilitou ou dificultou a descoberta das mensagens? Como esta dinâmica se reproduz no cotidiano?
Sugestões de bilhetes:
Em quem voto para presidente?
Sugira um nome para meu bebê?
Sugira um filme para eu ver?
Briguei com a sogra, o que fazer?
Cante uma música para mim?
Gosto quando me aplaudem.
Sou muito carente. Me dê um apoio.
Tenho piolhos. Me ajude!
Estou com fome. Me console!
Dance comigo.
Estou com falta de ar. Me leve à janela.
Me descreva um jacaré.
Me ensine a pular.
Tem uma barata em minhas costas!
Dobre a minha manga.
Quanto eu peso?
Estou dormindo, me acorde!
Me cumprimente.
Meu sapato está apertado. Me ajude.
Quantos anos você me dá?
Me elogie.
O que faz o síndico de um prédio?
Sou sósia de quem?
Como conquistar um homem?
Veja se estou com febre.
Chore no meu ombro.
Estou de aniversário, quero meu presente.
Sorria para mim.
Me faça uma careta?





117. JORNAL FALADO
Objetivos:
Organizar informações sobre um determinado assunto; desenvolver a expressão oral, o raciocínio, o espírito de cooperação e socialização; sintetizar idéias e fatos; transmitir idéias com pronúncia adequada e correta.
Como Fazer:
1 - Formar pequenos grupos.
2 - O coordenador apresenta o tema para estudo, pesquisa.
3 - Cada grupo pesquisa e estuda o tema.
4 - Cada grupo sintetiza as idéias do tema.
5 - Elaboração das notícias para apresentação, de forma bastante criativa.
6 - Apresentação do jornal ao grupão.
Avaliação:
1 - Quais os momentos que mais nos agradaram?
2 - Que ensinamentos podemos tirar para o grupo?






118. JÚRI SIMULADO
Objetivos:
1 - Estudar e debater um tema, levando todos os participantes do grupo se envolverem e tomar uma posição.
2 - Exercitar a expressão e o raciocínio.
3 - Desenvolver o senso crítico.
Participantes (funções):
a) Juiz: Dirige e coordena o andamento do júri.
b) Advogado de acusação: Formula as acusações contra o réu ou ré.
c) Advogado de defesa: Defende o réu ou ré e responde às acusações formuladas pelo advogado de acusação.
d) Testemunhas: Falam a favor ou contra o réu ou ré, de acordo com o que tiver sido combinado, pondo em evidência as contradições e enfatizando os argumentos fundamentais.
e) Corpo de Jurados: Ouve todo o processo e a seguir vota: Culpado ou Inocente, definindo a pena. A quantidade do corpo de jurados deve ser constituído por número impar: (3,5 ou 7)
f) Público: Dividido em dois grupos da defesa e da acusação, ajudam seus advogados a prepararem os argumentos para acusação ou defesa. Durante o júri, acompanham em silêncio.
Como Fazer:
1 - Coordenador apresenta o assunto e a questão a ser trabalhada.
2 - Orientação aos participantes.
3 - Preparação para o júri.
4 - Juiz abre a sessão.
5 - Advogado de acusação (promotor) acusa o réu ou ré (a questão em pauta).
6 - Advogado de defesa defende o réu ou a ré.
7 - Advogado de acusação toma a palavra e continua a acusação.
8 - Intervenção de testemunhas, uma de acusação.
9 - Advogado de defesa, retoma a defesa.
10 - Intervenção da testemunha de defesa.
11 - Jurados decidem a sentença, junto com o juiz.
12 - O público, avalia o debate entre os advogados, destacando o que foi bom, o que faltou.
13 - Leitura e justificativa da sentença pelo juiz.
Avaliação:
1 - Que proveito tiramos da dinâmica?
2 - Como nos sentimos?
3 - O que mais nos agradou?
4 - O que podemos melhorar?






119. JUVENTUDE E COMUNICAÇÃO
Desenvolvimento: distribuir aos participantes papel e convidá-los a fazer um desenho de um homem e uma mulher.
Anotar na figura:
Diante dos olhos: as coisas que viu e mais o impressionaram.
Diante da boca: 3 expressões (palavras, atitudes) dos quais se arrependeu ao longo da sua vida.
Diante da cabeça: 3 idéias das quais não abre mão.
Diante do coração: 3 grandes amores.
Diante das mãos: ações inesquecíveis que realizou.
Diante dos pés: piores enroscadas em que se meteu.
Comentário:
Foi fácil ou difícil esta comunicação? Porque?
Este exercício é uma ajuda? Em que sentido?
Em qual anotação sentiu mais dificuldade? Por que?
Este exercício pode favorecer o diálogo entre as pessoas e o conhecimento de si mesmo? Por que?
Iluminação bíblica: Mc 7, 32-37.





120. KARAOKÊ
Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 25 minutos.
Objetivo: Aprender o nome de todos.
Material: Nenhum.
Descrição: o coordenador deve pedir para os participantes um circulo e logo depôs deve mostra para todos que eles devem cantar e dançar do mesmo modo que o cantor principal.
O coordenador deve dar inicio parra incentivar e quebrar a timidez. O coordenador deve cantar assim: "O meu nome é Exemplo: Jesus", e todos devem cantar e dançar assim: "O nome de dele é Exemplo: Jesus". Todos devem cantar e dançar em ritmo diferente dos que já cantaram e dançaram.
Exemplos: forró, romântica, sertaneja, axé, opera, rock, pagode etc.





121. KINDER OVO
Objetivos:
Mostrar a importância de ter valores e planos para a nossa vida, que é única.
Material:
Ovos de chocolate da marca Kinder na mesma quantidade do número de integrantes.
Como Fazer:
1 - O coordenador deve pedir que os integrantes fechem os olhos.
2 - Em seguida deve começar a contar a estória de um pássaro azul muito belo e capaz de vôos muito altos, por lugares muito bonitos, que está trazendo uma surpresa para os integrantes do grupo.
3 - O relato deve começar por lugares distantes, com uma descrição detalhada da beleza destes lugares e de como eles fazem parte do plano de Deus.
4 - Aos poucos o pássaro azul deve se aproximar do local da reunião, sempre se destacando a perfeição e a beleza de todos os lugares.
5 - Por fim, o pássaro chega no local da reunião com uma surpresa para cada integrante.
6 - Estes podem então abrir os olhos e cada um verá a sua frente um Kinder ovo.
7 - O relato deve ser bem trabalhado e dar tempo para que todos os ovos sejam devidamente colocados próximo aos integrantes. Para isso, o coordenador deve se locomover durante o relato.
8 - Para garantir os resultados da dinâmica, os ovos não podem ser vistos pelos integrantes antes do final do relato.
9 - Após abrirem os olhos, os integrantes devem abrir seus ovos e montar sua surpresa trazida pelo pássaro azul.
Então devem ser colocados os seguintes questionamentos ao grupo:
a) O que você esperava que fosse trazido pelo pássaro azul para você?
b) De que forma você pensa que está inserido no plano de Deus?
c) O que te espera no futuro?
d) O que VOCÊ está construindo na sua vida, que é um todo indivisível?






122. LABIRINTO
Material:
Uma bandeja e um vaso ou copo com água.
Como Fazer:
- O grupo se divide em duas equipes, com igual número de participantes.
- Tomando-se pelos braços, os integrantes de cada equipe formam um círculo. O animador pede um voluntário de cada equipe e entrega-lhes a bandeja com um vaso ou copo cheio de água. Ao ouvirem o sinal de partida, iniciam a corrida por entre os companheiros, entrando e saindo do círculo. Retornando ao ponto de partida, passarão a bandeja a outro companheiro que irá fazer o mesmo, e assim sucessivamente, até que todos tenham participado.
- A equipe vencedora será aquela que terminar primeiro, sem haver derramado água.
Avaliação:
- Para que serviu a dinâmica?






123. LÍDER DEMOCRÁTICO
Participantes: 30 pessoas
Tempo: 45 minutos
Material: caneta; uma cópia da relação de definições e das qualidades;
Descrição: o coordenador inicia falando sobre os quatro tipos de lideres, procurando enfatizar as características de cada um
1. Formando subgrupos demonstrará com ênfase, primeiro um líder autoritário, depois mudando o subgrupo demonstra o líder paternalista, com novos voluntário demonstra o líder anárquico e por último demonstra um líder democrático.
2. Após apresentar sem informar qual tipo de líder é, pedir ao grupo para defini-los e nomeai-los um a um, explicando depois um a um.
3. Após a nomenclatura distribui-se as qualidades do líder democrático, para cada membro, e discute-se sobre cada um.

Definições:
1. Sabe o que fazer, sem perder a tranqüilidade. Todos podem confiar nele em qualquer emergência.
2. Ninguém sente-se marginalizado ou rejeitado por ele. Ao contrário, sabe agir de tal forma que cada um se sente importante e necessário no grupo.
3. Interessar-se pelo bem do grupo. Não usa o grupo para interesses pessoais.
4. Sempre pronto para atender.
5. Mantém calmo nos debates, não permitindo abandono do dever.
6. Distingue bem a diferença entre o falso e o verdadeiro, entre o profundo e o superficial, entre o importante e o acessório.
7. Facilita a interação do grupo. Procura que o grupo funcione harmoniosamente, sem dominação.
8. Pensa que o bem sempre acaba vencendo o mal. Jamais desanima diante da opinião daqueles que só vêem perigo, sombra e fracassos.
9. Sabe prever, evita a improvisação. Pensa até nos minores detalhes.
10. Acredita na possibilidade de que o grupo saiba encontrar por si mesmo as soluções, sem recorrer sempre à ajuda dos outros.
11. Dá oportunidade para que os outros se promovam e se realizem. Pessoalmente, proporciona todas as condições para que o grupo funcione bem.
12. Faz agir. Toma a sério o que deve ser feito. Obtém resultados.
13. É agradável. Cuida de sua aparência pessoal. Sabe conversar com todos.
14. Diz o que pensa. Suas ações correspondem com suas palavras.
15. Enfrenta as dificuldades. Não foge e nem descarrega o risco nos outros.
16. Busca a verdade com o grupo, e não passa por cima do grupo.

Qualidades:
01. Seguro
02. Acolhedor
03. Desinteressado
04. Disponível
05. Firme e suave
06. Juízo maduro
07. Catalisador
08. Otimista
09. Previsor
10. Confiança nos outros
11. Dá apoio
12. Eficaz
13. Sociável
14. Sincero
15. Corajoso
16. Democrático






124. LOBO E OVELHAS
Objetivos:
Estimular a participação nas reuniões e trabalhos.
Como Fazer:
1 - O coordenador da dinâmica escolhe um jogador e demarca uma zona neutra.
2 - Depois pede para os demais participantes fazerem um círculo ao redor do escolhido, que será o "Lobo".
3 - As ovelhas ficam circulando o lobo e cantando "Vamos passear no bosque enquanto o seu lobo não vem, você já está pronto?"
4 - A cada pergunta o lobo inventa uma nova desculpa, do tipo "não ainda estou me vestindo", assim, após retardar o início do jogo, até que, de surpresa, ele grita: "estou pronto, e lá vou eu!..."
5 - Todas as ovelhas devem correr para a zona neutra para não serem pegas pelo lobo, aquela que ele pegar será o lobo na rodada seguinte.






125. LUZ DO MUNDO
Material:
Uma vela para cada participante, ambiente escuro (ideal se for feito à noite ou em sala que possa ter as janelas fechadas), fósforo ou isqueiro, pedaços de papel, lápis ou caneta, durex ou barbante.
Como Fazer:
1 - Sentados em círculo, sugerir que fechem os olhos e façam uma oração silenciosa, por alguns minutos; enquanto isso apague as luzes do ambiente.
2 - Comentar sobre a escuridão do ambiente, se é confortável ficar assim sentado no escuro, o que eles fazem quando acaba a luz.
3 - O coordenador acende uma vela e lê o texto de Mateus 5, 14-16.
4 - Perguntas:
- O que quer dizer este texto?
Adianta eu acender esta vela e colocá-la atrás de mim? (coloque a vela acesa atrás de você)
- Melhora se eu colocar a vela a minha frente e mais para o alto? (mostre a vela).
- E se cada um de nós tivesse uma vela, ficaria mais claro?
5 - O coordenador levanta e dá a cada participante uma vela, mas não acende.
6 - Perguntas:
- Ficou mais claro? Não, por que? O que falta?
- Cristo disse que ele era a luz do mundo, de que luz ele está falando?
- Ele quer iluminar os cantos escuros do mundo, como? Através de sua Palavra, de seu amor, de sua morte na cruz.
7 - O coordenador sugere que cada um acenda a vela do seu vizinho dizendo algo sobre Cristo e ele começa colocando a chama de sua vela na do vizinho do lado, dizendo algo como: "Cristo te ama" ou "Jesus quer que você seja Luz do Mundo".
8 - Cada participante deve fazer o mesmo, com o vizinho ao lado, falando uma frase diferente.
9 - Agora ficou mais claro o nosso ambiente, claro com a luz de Cristo.
10 - Perguntas:
- E o que Cristo diz desta luz, ela deve ficar escondida?
- O que nós devemos fazer com esta luz?
Conclusão:
Deixar um momento de reflexão e oração; acender as luzes da sala e apagar as velas.
Pedir que falem sobre o que pensaram e sugerir uma atividade para levar a luz de Cristo para outros.






126. LUZ VERSUS MEDO
Material:
Uma vela para cada participante, fósforo ou isqueiro e 2 balões.
Como Fazer:
1 - Encha os dois balões e deixe escondidos.
2 - Você vai precisar de um ajudante para estourá-los no momento combinado, sem que os outros saibam.
3 - A sala precisa estar completamente escura.
4 - Conduza os participantes a fazerem silêncio e diminuírem a agitação. Quando a sala estiver quieta, o ajudante estoura o balão.
5 - Acenda uma vela, mostre a causa do barulho e pergunte quem se assustou e porque.
6 - Direcione a conversa para o valor da luz, pois quando estamos nas trevas até mesmo uma coisa simples como um balão estourando nos assusta.
7 - Compare com Jesus ser a luz da nossa vida.
8 - Chame a atenção dos participantes para a iluminação; quem está em destaque, quem está no escuro, se todos podem ver uns aos outros bem.
9 - Converse se no mundo é assim; como as pessoas vêem a presença de cada um dos participantes; como o falar sobre Jesus e a salvação é como ter uma vela acessa.
10 - Comece a falar sobre a importância de haver mais luzes acesas (Jesus).
11 - Dê a cada um uma vela e a acenda com a sua; fale de como espalhar o evangelho.
12 - Assim que a sala estiver toda iluminada, estoure o outro balão.
13 - Converse sobre a diferença no susto - maior ou menor que quando estava escuro, e o quanto a luz de Jesus nos afasta e nos ajuda a lidar com medo e sustos da vida.






127. MAÇÃ
Material: papel e caneta para cada um
Descrição: Primeiro se lê o texto base do evangelho: a cura do paralítico que é levado pelos seus amigos. (Lc 5,17-26: Mc 2,1-12; Mt 9,1-8). Assim coordenador distribui a folha e caneta para todos, e pede para que cada um desenhe uma maçã em sua folha. E na ponta de cada braço cada um deve escrever o nome de um amigo que nos levaria a Jesus. Depois pede-se para desenhar outra maçã e no meio dela colocar o nome de quatro amigos que levaríamos para Jesus.
Plenário:
Assumimos nossa condição de amigo de levar nossos amigos até Jesus?
Existem quatro amigos verdadeiros que se tenham comprometido a suportar-me sempre?
Conto incondicionalmente com quatro pessoas para as quais eu sou mais importante de que qualquer coisa?
Tenho quatro pessoas que me levantam, se caio, e corrigem, se erro, que me animam quando desanimo?
Tenho quatro confidentes, aos quais posso compartilhar minhas lutas, êxitos, fracassos e tentações?
Existem quatro pessoas com quem eu não divido um trabalho e sim uma vida?
Posso contar com quatro amigos verdadeiros, que não me abandonariam nos momentos difíceis, pois não me amam pelo que faço, mas, pelo que sou?
Sou incondicional de quatro pessoas?
Há quatro pessoas que podem tocar na porta da minha casa a qualquer hora?
Há quatro pessoas que, em dificuldades econômicas, recorreriam a mim?
Há quatro pessoas que sabem serem mais importantes para mim, que meu trabalho, descanso ou planos?
No trecho do evangelho observamos algumas coisas como?
Lugar onde uns necessitam ajuda e outros prestam o serviço necessário.
O ambiente de amor, onde os amigos carregam o mais necessitado que não pode caminhar por si mesmo.
Os amigos se comprometem a ir juntos a Jesus, conduzindo o enfermo para que seja curado por ele.
Deixar-se servir pelos irmãos.
Uma vez curado, carregar o peso da responsabilidade.





128. MANCHA OU PONTO
Objetivo: oração, pedido de perdão, preces, revisão de vida...
Material: uma folha branca com um ponto escuro ou mancha, bem no centro da mesa.
Desenvolvimento: mostrar ao grupo a folha com o ponto ou mancha no centro.
Depois de um minuto de observação silenciosa, pedir que se expressem descrevendo o que viram.
Provavelmente a maioria se deterá no ponto escuro.
Pedir, então, que tirem conclusões práticas.
Exemplo: em geral, nos apresentamos nos aspectos negativos dos acontecimentos, das pessoas, esquecendo-nos do seu lado luminoso que, quase sempre, é maior.
Palavra de Deus: 1 Cor 3,1-4 Sl 51





129. MEU DEUS, E AGORA?
Participantes: todos
Tempo: 45 minutos.
Objetivos: Reflexão interior
Descrição: O condutor da dinâmica, começa então a citar coisas que geralmente acontecem no dia a dia.
O condutor pede para que cada um reflita em cada colocação ele irá fazer. Que cada um vá imaginado um painel e colocando ali todas as pessoas e os fatos.
O condutor diz: Você que algumas vezes reclamava da vida, agora se encontra com apenas duas semanas de vida. Quantas vezes você reclamou que sua vida era monótona, e agora você se vê cheio de vontade de viver. Quantas não foram as vezes que você reclamou de sua casa, de suas roupas, de todas as suas coisas, e quantas não foram as vezes que você chegou em casa, e sua mãe com todo o amor e carinho havia preparado a refeição, e você olhava para a comida, em sem se importar com os sentimentos de sua mãe você reclamava. Quantas vezes seu pai lhe deu conselhos, para o seu próprio bem, e você não aceitou, fez tudo errado, e seu pai e sua mãe ficaram tristes e magoados, porque o ama.
E seus irmãos, aqueles com quem você vive brigando, xingando, e agora? Como fazer para dizer-lhes que no fundo, você os ama?
E seus amigos, você agiu realmente como amigo deles. E aquelas pessoas que você magoou, ou que te magoaram? Você gostaria de reconciliar-se? E o mais importante, Deus, você não tem o que acertar com Deus? Você deu a Deus a chance de participar de sua vida? E agora? Será que dá tempo de concertar todos esses desacertos em sua vida?
O condutor pode acrescentar mais situações e acões.
- No final (após um grande período de reflexão) pede-se para mentalizarem o painel novamente, olhar cada pessoa ali colocada e principalmente a Jesus. Pede-se também para todos refletirem o quanto é bom viver e que hoje nós não temos duas semanas mas uma vida inteira pela frente, se pisamos na bola várias vezes, porque então não começamos hoje mesmo a mudar isso? Pois temos saúde, e uma vida, louvemos a Deus por isso,...
- Após esta forte reflexão faz-se então grande oração pedindo a presença de Jesus e do Espírito Santo. Detalhe: o condutor terminará esta dinâmica da maneira que quiser, mas o importante é que toque fundo no coração das pessoas e que as faça refletir.






130. MEU MUNDO INTERIOR
Participantes: todos
Tempo: 45 minutos.
Objetivos: Reflexão interior
Material: papel e lápis suficiente para todos os participantes.
Descrição: • Todos devem fazer silêncio total.
• A sala deve estar apenas com a claridade de velas.
• Os participantes podem baixar a cabeça e fechar os olhos, ou cada qual pode ficar da maneira que se sentirem mais a vontade, devem concentrar-se, entrando no clima da dinâmica, esquecendo de tudo, por alguns momentos, deixarem a mente totalmente limpa. Ê importante lembrar aos participantes, que não devem ficar tentando imaginar o que será feito nesta dinâmica, eles apenas devem manter a concentração em tudo o que o condutor da dinâmica estiver falando.
• Após o ambiente estar em condições ideais, e todos já estiverem prontos, aí então, começa-se dinâmica.
• Começamos fazendo com que os participantes mentalmente criem um painel (da maneira que imaginarem), posterior a isto, vão pensar na família (Pai, Mãe, Irmãos enfim todos aqueles que convivem em seu lar) e tirar uma fotografia (mental) e colocar no painel, vão pensar em amigos, inimigos, namorado(a), enfim as coisas mais importantes da sua vida, fará um retrato mental e colocará no painel, sendo que o retrato mais importante virá por último (Cada um irá imaginar Jesus Cristo a sua maneira e o colocará no centro do painel) o condutor da dinâmica, com a luz do Espírito Santo, acrescentará com mais palavras e colocações.
• Com todos no painel, cada um pensará como é a convivência com todas essas pessoas, sabem agradecer, sabem pedir perdão, sabem perdoar, sabem reconhecer os erros, enfim como são as suas atitudes, e principalmente como é a sua convivência com Deus. (o condutor da dinâmica, também com a luz do Espírito Santo, acrescentará com mais palavras e colocações).
• Após todos estarem refletindo sobre suas vidas, o condutor diz aos participantes: imaginem agora seu cotidiano, sinta-se no seu trabalho, nos seus estudos, com a sociedade. Imaginem-se em seu dia-a-dia. Conforme passam-se os dias, você começa a sentir sintomas estranhos em seu organismo, mas a princípio não liga. O tempo vai passando e os sintomas vão aumentando, e por fim decide ir ao médico. Começa-se então uma série de exames, e terminados os mesmos você fica a aguardar. Até que chega o dia de ir ap consultório ver o resultado (Neste momento quem estiver a conduzir, vai dizer a todos para que imaginem entrando no consultório vendo a face do médico constrangida) e eis que o mesmo não é dos mais satisfatórios, você descobre que está com uma doença rara,, e infelizmente não tem cura, e para piorar você tem apenas 2 (duas) semanas de vida."
• E agora?
• E seus pais? seus irmãos? seus amigos? E aquelas pessoas que te magoaram e as que também tu magoaste, e que talvez por um orgulho não deste o perdão. E Jesus? O que fizeste para Deus em sua vida. Será que fez tudo o que ele lhe pediu ?
Meu Deus, e agora ?
O condutor da dinâmica,começa então a citar coisas que geralmente acontecem no dia a dia.
Ele diz: Você que algumas vezes reclamava da vida, agora se encontra com apenas duas semanas de vida. Quantas vezes você reclamou que sua vida era monótona, e agora você se vê cheio de vontade de viver. Quantas não foram as vezes que você reclamou de sua casa, de suas roupas, de todas as suas coisas, e quantas não foram as vezes que você chegou em casa, e sua mãe com todo o amor e carinho havia preparado a refeição, e você olhava para a comida, em sem se importar com os sentimentos de sua mãe você reclamava. Quantas vezes seu pai lhe deu conselhos, para o seu próprio bem, e você não aceitou, fez tudo errado, e seu pai e sua mãe ficaram tristes e magoados, porque o ama. E seus irmãos, aqueles com quem você vive brigando, xingando, e agora? Como fazer para dizer-lhes que no fundo, você os ama?
E seus amigos, você agiu realmente como amigo deles. E aquelas pessoas que você magoou, ou que te magoaram? Você gostaria de reconciliar-se? E o mais importante, Deus, você não tem o que acertar com Deus? Você deu a Deus a chance de participar de sua vida? E agora? Será que dá tempo de concertar todos esses desacertos em sua vida? O condutor pode acrescentar mais situações e ações.
• No final (após um grande período de reflexão) pede-se para mentalizarem o painel novamente, olhar cada pessoa ali colocada e principalmente a Jesus. Pede-se também para todos refletirem o quanto é bom viver e que hoje nós não temos duas semanas mas uma vida inteira pela frente, se pisamos na bola várias vezes, porque então não começamos hoje mesmo a mudar isso? Pois temos saúde, e uma vida, louvemos a Deus por isso,...
• Após esta forte reflexão faz-se então grande oração pedindo a presença de Jesus e do Espírito Santo. Detalhe: o condutor terminará esta dinâmica da maneira que quiser, mas o importante é que toque fundo no coração das pessoas e que as faça refletir.






131. MEUS SENTIMENTOS
Objetivo: apresentação e entrosamento
Material: papel, lápis de cor.
Desenvolvimento: cada um deve retratar num desenho os sentimentos, as perspectivas que têm.
Dar um tempo para este trabalho individual que deve ser feito em silêncio, sem nenhuma comunicação.
Num segundo momento as pessoas se reúnem em subgrupos e se apresentam dizendo o nome, de onde vem, mostrando o seu desenho explicado-o.
O grupo escolhe um dos desenhos para ser o seu símbolo apresentando-o e justificando.
Pode-se também fazer um grupão onde cada um apresenta mostrando e comentando o seu desenho.
Palavra de Deus: Fl. 1,3-11 SL 6.






132. MINHA BANDEIRA PESSOAL
Objetivos:
Possibilitar aos participantes a identificação das suas habilidades e limitações.
Material:
Fichas de trabalho, lápis preto, lápis de cor, borrachas.
Como Fazer:
1 - Grupo espalhado pela sala. Sentados. Dar a cada participante uma ficha de trabalho. Distribuir o material de desenho pela sala.
2 - Explicar ao grupo que a bandeira geralmente representa um país e significa algo da história desse país. Nesta atividade cada um vai construir sua própria bandeira a partir de seis perguntas feitas pelo coordenador.
3 - Pedir que respondam a cada pergunta por intermédio de um desenho ou de um símbolo na área adequada. Os que não quiserem desenhar poderão escrever uma frase ou algumas palavras, mas o coordenador deve procurar incentivar a expressão pelo desenho.
4 - O coordenador faz as seguintes perguntas, indicando a área onde devem ser respondidas:
- Qual o seu maior sucesso individual?
- O que gostaria de mudar em você?
- Qual a pessoa que você mais admira?
- Em que atividade você se considera muito bom?
- O que mais valoriza na vida?
- Quais as dificuldades ou facilidades para se trabalhar em grupo?
Dar cerca de vinte minutos para que a bandeira seja confeccionada.
5 - Quando todos tiverem terminado, dividir o grupo em subgrupos e pedir que compartilhem suas bandeiras.
6 - Abrir o plenário para comentar o que mais chamou a atenção de cada um em sua própria bandeira e na dos companheiros. Contar o que descobriu sobre si mesmo e sobre o grupo.
7 - No fechamento do encontro, cada participante diz como se sente após ter compartilhado com o grupo sua história pessoal.
Comentários:
1 - Tomar consciência das suas habilidades e limitações propicia um conhecimento mais aprofundado sobre si mesmo, suas habilidades, facilitando as escolhas que precisa fazer na vida.
2 - Feita dessa forma, a reflexão torna-se prazerosa, evitando resistências. É um trabalho leve e ao mesmo tempo profundo. Permite que o grupo possa entrar em reflexões como a escolha profissional.





133. MINHA METADE ESTÁ EM VOCÊ
Objetivo:
Promover a aproximação das pessoas do grupo e incentivar o diálogo e novas amizades.
Preparação:
a) Recortar cartelas de cores variadas, tamanho aproximadamente de 10 x 5 cm, em número suficiente, de modo a não faltar para ninguém.
b) Escrever em cada cartela, uma frase significativa (pode ser versículo bíblico, parte de uma música, um pensamento, etc.).
c) Cortar as cartelas ao meio, de modo que a frase fique dividida.
Como Fazer:
1 - A dinâmica inicia-se com a distribuição das duas metades, tendo o cuidado para que todos recebam.
2 - Estabelecer um tempo para as pessoas procurarem as suas metades.
3 - À proporção que cada dupla se encontrar, procurará um lugar para conversar: o ponto de partida é a frase escrita na cartela.
4 - Após dez minutos, mais ou menos, o facilitador solicita que algumas duplas falem sobre a experiência (o que senti­ram, como foi o encontro, etc.).






134. MUDANDO O RUMO
Objetivo: Refletir sobre as "deficiências".
Participantes: Todos os presentes no encontro.
Primeiro passo:
Dividir os participantes em 4 grupos
• Primeiro grupo: vedar os olhos (cegos) ;
• Segundo grupo: tapar a boca (mudos) ;
• Terceiro grupo: amarrar as pernas, se possivel estar sentado em uma cadeira e amarrar as pernas do participante na perna da cadeira (paralíticos) ;
• Quarto grupo: observadores ("perfeitos") ;
Descrição:
1. Pedir para os participantes observarem com detalhe tudo aquilo que será feito.
2. Colocar uma vela sobre a mesa e acendê-la cuidadosamente. Deixar queimá-la por alguns segundos.
3. Em seguida, pegar um copo ou vidro transparente e, cuidadosa e lentamente, colocar sobre a vela. Aos poucos, ela se apagará.
4. Deixá-la assim e pedir que as pessoas falem o que sentiram ou observaram, quando viram a experiência.
Utilidade Pastoral
Palestras sobre:
• amizades possessivas;
• sentir-se preso/sufocado;
• fechamento em si mesmo;
• fechar-se à graça de Deus;
• superproteção, etc
Lição: Nada sobrevive, quando uma pessoa se sente prisioneira de alguém ou de si mesma.






135. NOME E SIGNIFICADO
Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 10 a 15 minutos.
Material: Livro com o significado dos nomes (veja no nosso site)
Descrição: Faça o donwload dos significados dos nomes que temos em nosso site. (ou então procure em algumas bancas de jornal algum livro com os significados dos nomes).
Pesquise os nomes de todas as pessoas do seu grupo, e os significados.
Prepare fichas, na forma de quebra-cabeça, uma parte é o nome, a outra é o significado.
Distribua duas partes para cada pessoa: pode ser dela mesma, ou outro nome, e sempre com o significado desencontrado.
Diga aos participantes que andem pela sala, procurando encontrar pares corretos de nome e significado, montando cada quebra-cabeça numa mesa ou no chão, a medida que encontram os pares; até que todos os nomes tenham sido montados.
Cada um deve então pegar o seu próprio nome com o significado correto e depois, um a um lê em voz alta o seu nome e o significado para os demais.
Você pode então promover uma conversa com os participantes:
Quem se surpreendeu com o significado do seu nome? Porque?
Quem passou a gostar mais do seu nome depois de saber o que significa?
Por que nosso nome é importante para nós?
Será que Deus sabe o nosso nome?
O que quer dizer o texto de Isaías "Chamei-te pelo teu nome, tu és meu!" e o que isso tem de importante na nossa vida?
Quais eram os nomes de Jesus (Emmanuel, Cristo, Nazareno, etc.) - pesquisar na Bíblia os seus significados, ets.





136. NOME PERDIDO
Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 25 minutos.
Material: Um crachá para cada pessoa do grupo e um saco ou caixa de papelão para colocar todos os crachás.
Descrição: O coordenador devera recolher todos os crachás colocar no saco ou na caixa; misturar bem todos estes crachás, depõe dê um crachá para cada pessoa. Esta deverá encontrar o verdadeiro dono do crachá, em 1 minuto.
Ao final desse tempo, quem estiver ainda sem crachá ou com o crachá errado, azar! Porque terá que pagar uma prenda.






137. NÚMEROS
Objetivos: Conhecimentos Pessoais.
Material: Cartões com números diferentes.
Desenvolvimento: Cada participante recebe um número que não deve ser mostrado para ninguém.
Dada a ordem, cada um vai procurar o número igual e não acha.
Comentam-se as conclusões tiradas (Somos únicos e irrepetíveis perante ao outro).
Palavra de Deus: Lc 15.3-7 Sl 8.






138. O BARCO
Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 10 a 15 minutos.
Material: Uma folha em branco para cada um.
Descrição: Somos chamados por Deus à vida, e esta nossa vida nós podemos representar como um barco que navega em alto mar. (fazer o barco de papel).
Há momentos da nossa vida que este mar se mostra calmo, mas em muitos momentos nós navegamos por entre tempestades que quase nos leva à naufragar. Para não corrermos o risco de naufragar precisamos equilibrar bem o peso de nosso barco, e para isso vejamos o que pode estar pesando dentro desse barco.
O barco pesa do lado direito. São as influências do mundo. Ex: Ambição, drogas, televisão, inveja, etv.
Vamos tirar de dentro do nosso barco tudo isso para que ele se equilibre novamente. (Cortar a ponta do lado direito do barco)
Navegamos mais um pouco e de repente percebemos que o outro agora é que está pesado, precisamos tirar mais alguma coisa deste barco. Deste lado do barco está pesando: Egoísmo, infidelidade, impaciência, desamor, falta de oração, etc. (Cortar a ponta do lado esquerdo do barco)
Percebemos agora que existe uma parte do barco que aponta prá cima, é a nossa fé em Jesus que nós queremos ter sempre dentro do nosso barco, esta nossa fé nós vamos guardar e cuidar com carinho para nos sustentar na nossa jornada. (Cortar a ponta de cima do barco e colocar em algum lugar visível)
Vamos abrir este nosso barco e ver como ficou (Abrindo parece uma camisa)
Está é a camisa do Cristão, somos atletas de Cristo, e como bom atleta que somos temos que usar muito essa camisa para que nosso time sempre vença (colocar alguma coisa sobre o nosso dever de ser cristão)
Depois de suarmos esta camisa, nós podemos ter certeza disto (Abrir a camisa e mostrar a cruz sinal da certeza da nossa Salvação)
Só conseguiremos esta salvação se assumirmos a proposta de Cristo (Olhando através da cruz podemos ver nosso próximo e entender suas necessidades)
Como vamos nos manter firmes nesta caminhada de cristão não deixando que nosso barco afunde. Temos que nos alimentar, e aui está o único e verdadeiro alimento para nossa alma, que nos faz fortes e perseverantes (Esta pontinha do barco que guardamos - mostrar e perguntar o que é, resposta: eucaristia - está é a certeza que Jesus estará sempre dentro do nosso barco para enfrentar conosco qualquer tempestade).
Obs.: Os quatro pedaços de papel que retiramos da ponta do barco são os remos. Nós usamos dois remos e os outros dois remos são de Jesus que está sempre em toda nossa caminhada nos ajudando.
(leitura Mt 8, 23 - 27).






139. O BONECO
Enviada por: Maria Helena L. de Carvalho
Objetivo: Fazer o grupo refletir de que forma assimilamos a PALAVRA DE DEUS em nossas vidas.
Participantes: Todos os presentes no encontro
Material: Uma bolinha de isopor, um giz, um vidrinho de remédio vazio, uma esponja e uma vasilha com água.
Descrição:
Primeiro se explica que a água é a palavra de Deus e que o objeto somos nós, depois se coloca a água na vasilha, e alguém mergulha o isopor, após ver o que ocorre com o isopor, mergulhar o giz, depois o vidro de remédio e por último a esponja. Explicar que a água é a Palavra de Deus e os objetos somos nós. Dê um objeto para cada pessoa. Colocar 1º a bolinha de isopor na água.
Refletir: o isopor não afunda e nem absorve a água. Como nós absorvemos a Palavra de Deus? Somos também impermeáveis?
Mergulhar o giz na água.
Refletir: o giz retém a água só para si, sem repartir. E nós? Encher de água o vidrinho de remédio.
Despejar toda a água que ele se encheu.
Refletir : o vidrinho tinha água só para passar para os outros, mas sem guardar nada para si mesmo. E nós ?
Mergulhar a esponja e espremer a água.
Refletir: a esponja absorve bem a água e mesmo espremendo ela continua molhada.
ILUMINAÇÃO BÍBLICA : Is 40,8 ; Mt 7,24 ; 2Tm 3,16






140. O CÍRCULO
Enviada por: Maria Helena L. de Carvalho
Objetivo: Dinâmica de Reflexão.
Participantes: Todos os presentes no encontro
Material: Caneta e papel - Texto para reflexão.
Texto:
Quanto da nossa vida é gasto em manter os outros fora dela. Quartos e casas particulares, clubes e escritórios, estradas e praias. Em todos, o objetivo é o mesmo: “isto não é propriedade sua. É minha. É proibido a entrada”.
Naturalmente, num certo sentido, todos têm a necessidade de um círculo que mantenha o mundo à distância.
Todos nós precisamos de lugares e refúgio. Todos nós somos porcos-espinhos e nossos espinhos são menos incômodos se temos um pouco de espaço em volta de nós.
Mas há um outro sentido que um tamanho de um ser humano pode ser medido pelos círculo que ele traça para envolver o mundo. Algumas pessoas são demasiado pequenas para traçar um círculo maior do que elas próprias. A maioria vai um pouco mais longe e inclui suas famílias.
Outras ainda traçam a linha nas bordas de seu grupo social ou partido político, sua própria raça ou cor, sua própria religião ou nação. São muitas as pessoas que possuem a grandeza e interesse e de compaixão para lançar um círculo suficiente grande para envolver a todos.
Quanto maior o círculo, maior a pessoa. E quanto menor o círculo, mais mesquinha é a pessoa. A pessoa forte não tem medo de pessoas diferentes dela, e a pessoa sábia acolhe ela com prazer. Se nada mais sabe, ela sabe que os seres humanos não tem onde viver a não ser na terra, e que se não quisermos morrer juntos, teremos de aprender a viver juntos. Mas a pessoas sábias, provavelmente, também sabe que quando traça um círculo excluindo seu irmão, faz menos mal a seu irmão do que a si mesma. Ela se coloca em reclusão solitária e fecha a porta por dentro.
Nega a si mesma. Empobrece seu espírito, endurece seu coração, atrofia seus sentimentos.
Quando uma pessoa sábia menciona seu irmão, não traça um círculo menor do que já foi traçado na terra. No principio, Deus deu ao mundo sua forma. Ele o fez redondo.
Descrição:
- Distribuir caneta e papel para os participantes.
- Pedir para cada um desenhar um círculo na sua folha.
- Pedir para cada um escrever “o que” ou “quem” colocaria dentro do círculo desenhando na folha, e “o que” ou “quem” colocaria fora do círculo.
- Dar um tempo para cada participante conclua o trabalho.
- Partilhar no próprio grupo o que e quem colocou fora e dentro do círculo respectivamente, como se sentiu em relação à escolha? E outras observações sobre a dinâmica ou o trabalho.
- Ler para todos o texto: “Qual o tamanho do circulo”:






141. O GRANDE ABRAÇO
Como Fazer:
Convidar o grupo a se abraçar e abraçar a Deus junto, em etapas:
1 - As pessoas devem se abraçar duas a duas ou em 3 e dizer umas as outras que foi bom terem estado juntas, se conhecido, etc...
2 - Formar novos grupos, com pessoas diferentes, com 5 pessoas cada, abraçadas devem orar agradecendo a Deus.
3 - Formar novos grupos com 7, 8 ou mais pessoas cada, abraçadas devem orar, agradecendo ou pedindo
4 - Formar um grande abraço, com todas as pessoas (formar um círculo em que um abrace o outro pela cintura ou ombro) orar juntos o Pai Nosso e desejar benção de Deus para todos, com um hino ou palavras.






142. O HELICÓPTERO
Objetivo: apresentação e entrosamento.
Desenvolvimento: (duração 40 minutos).
Faz-se um círculo com os participantes da reunião.
O coordenador convida a todos a fazerem um passeio de barco a remo. Inicia-se o passeio. Todos devem fazer gestos com os braços, como se estivessem remando.
O coordenador anuncia a chegada à ilha. Todos podem passear por ela, à vontade (todos passeiam pela sala e cumprimentam o companheiro).
O coordenador anuncia a todos que houve um maremoto e a ilha vai se inundada. Por isso, virá um helicóptero para resgatar o grupo. Porém ele não comporta todos de uma vez. O grupo deverá organizar rapidamente seguindo as orientações.
a) O helicóptero chegou. Ele levará cinco pessoas.
b) O helicóptero voltou. Desta vez levará quatro pessoas, e estas devem ser estranhas umas das outras.
c) Nosso helicóptero deu pane no motor. Veio desta vez um menor. Só levará tr6es pessoas e devem ser de comunidades diferentes. Quem não seguir orientação poderá ser jogado no mar.
d) O helicóptero esta aí novamente. Vai levar quatro pessoas, devido o perigo de afogamento. Mas continua a exigência o grupo deve ser formado por pessoas que ainda não se conhecem.
e) O helicóptero não pode voltar mais. Acabou o combustível. Temos que sair de barco. Há uma exigência fundamental: levar uma pessoa desconhecida com quem não se conversou ainda.
f) Anuncia que todos foram salvos.
NOTA: Dá-se o tempo necessário para os grupos discutirem as questões. Elas podem ser como sugeridos abaixo ou pode-se elaborar outras de acordo com a realidade do grupo.
Sugestões para as questões
a) Grupo de cinco pessoas: seu nome. Nome do grupo e o significado do mesmo. Nome da comunidade ou atua, mora. Qual o eu ideal?
b) Grupo de quatro pessoas: seu nome. O que faz na comunidade? Estuda? O que? Onde? O que espera do curso e o que gostaria que fosse tratado?
c) Grupo de três pessoas: Como se sente aqui? Porque veio? O que é pastoral para você? E movimento? Como esta organizada a pastoral na sua paróquia?
d) Grupo de quatro pessoas: O que é céu? O que achou desta dinâmica de conhecimento e entrosamento? Porque?
e) Grupo de três pessoas: Agora converse com alguém que você não conhece e com quem não tenha conversado ainda.
Palavra de Deus: Jo 13, 34-35 Sl 133






143. O OUTRO LADO
Objetivos: ver o objetivo comum do grupo. Processo de comunhão e união. Análise da realidade.
Desenvolvimento: (não dizer o objetivo da dinâmica).
O coordenador pede a todos que se coloquem no fundo da sala ocupando toda parede. Pede silêncio absoluto, muita atenção para a ordem que vai ser dada e que sejam rigorosamente fieis a ela. Deve manter silêncio durante a dinâmica.
A ordem é a seguinte: Vocês deverão procurar como grupo, atingir o outro lado da sala, da forma mais rápida possível e mais eficiente.
Repete-se a ordem várias vezes.
O coordenador dirá que a ordem não foi cumprida, pede ao grupo que recomece. Repita a ordem várias vezes, pedindo que haja silêncio.
NOTA: É bom que haja obstáculos pelo meio da sala (cadeiras...) dificultando a passagem. Ele considerará a tarefa cumprida quando julgar que o grupo se aproximou do ideal alcançando o outro lado unido, obedecendo ao ritmo um dos outros, tendo incluindo todos na travessia.
Em seguida fazer comentários sobre tudo que observaram e sentiram:
- Como cada um se sentiu?
- Quem se sentiu esmagado e desrespeitado?
- Quem ais correu ou empurrou?
- De que forma as lideranças foram se manifestando???
- Houve desistência no meio do caminho?
- Surgiram animadores???
Palavra de Deus: 1 Cor. 12,12-27 Sl 133






144. O PÊNDULO
Objetivo:
Estabelecer um clima de confiança e segurança entre as pessoas. É mais apropriado para grupos que já estão conviven­do há algum tempo, onde já existe um certo grau de afinidade e empatia.
Como Fazer:
1 - Pedir que as pessoas caminhem, devagar, passando umas pelas outras, olhando-se.
2 - Formar subgrupos de três participantes.
3 - Dois devem ficar em pé, frente a frente e o terceiro ficará entre os dois (de frente para um e de costas para o outro).
4 - O do meio deve ficar bem ereto, pernas juntas, braços esticados e colados às pernas.
5 - Os outros dois devem se posicionar com uma das pernas um pouco atrás, bem firmes, e as mãos espalmadas, em posição de apoio.
6 - O do meio deve, de olhos fechados (preferencialmente), jogar o corpo inteiro - não flexionar apenas da cintura para cima, é o corpo inteiro mesmo! - para frente e para trás, formando um pêndulo.
7 - Depois de alguns minutos, revezar, até que os três tenham participado do exercício.
Variação da Dinâmica:
Os mesmos procedimentos podem ser aplicados para subgrupos maiores (entre cinco e sete participantes). Desse modo, a pessoa que estiver no centro deve pender para todos os lados, suavemente.
Conclusão:
- Como foi estar no meio?
- Você teve medo?
- Confiou plenamente?
- Acreditou que poderia cair?
- O riso (se tiver acontecido) dos que estavam segurando lhe deixou inseguro?
- Teve dificuldade de se entregar totalmente? Por quê?






145. OBJETIVOS INDIVIDUAIS x OBJETIVOS DO GRUPO
Material:
Lápis e papel para os integrantes.
Como Fazer:
1 - O coordenador pede aos integrantes que pensem nas atividades que gostariam de fazer nos próximos dias ou semanas (viagens, ir bem numa prova, atividades profissionais, familiares, religiosas, etc.).
2 - Então, cada integrante deve iniciar um desenho que represente o seu desejo na folha de ofício.
3 - Após apenas trinta segundos o coordenador pede para que todos parem e passem a folha para o vizinho da direita, e assim sucessivamente a cada trinta segundos até que as folhas voltem à origem.
4 - Então cada integrante descreve o que gostaria de ter desenhado e o que realmente foi desenhado.
Conclusão:
- Importância de conhecermos bem nossos objetivos individuais e coletivos;
- Importância de sabermos expressar ao grupo nossos desejos e nossas dificuldades em alcançá-los;
- O interesse em sabermos quais os objetivos de cada participante do grupo e de que maneira podemos ajudá-los;
- A importância do trabalho em grupo para a resolução de problemas, etc..






146. OBSERVAÇÃO/AÇÃO
Participantes: 30 pessoas
Tempo: 30 minutos
Material: papel e caneta
Descrição: o coordenador divide o grupo em um grupo de ação e outro de observação.
O grupo de ação permanece sentado em um círculo interno e o de observação em um círculo externo.
O grupo de ação simula um grupo de jovens que pode debater qualquer tema, enquanto o grupo de observação analisa o outro grupo anotando fatos como quem participa, quem não participa, se existe alguém que monopoliza, se alguém se demonstra tímido e não consegue se expressar após o tempo que se achar necessário volta-se o grupo normal e se discute o que foi observado e vivido.

Exemplo: exemplos de coordenação
Forma-se um grupo para demonstrar o primeiro tipo de coordenador, o ditador, utilizando sempre o mesmo tema, este deve sempre mandar no grupo, assumindo ou não responsabilidades dentro do grupo. Após o ditador, forma-se outro grupo para exemplificar o coordenador paternalista que assume todas as responsabilidades que o grupo pode ter, após forma-se outro grupo demonstrando o coordenador que não assume a responsabilidade do grupo, sempre concordando com tudo que é proposto sem colocar em prática na maioria das vezes. E por último entra o coordenador democrático que seria um coordenador perfeito que sabe ouvir as pessoas e "força" o trabalho em grupo.





147. OS BICHOS
Enviada por: Maria Helena L. de Carvalho
Objetivo: Reconhecer os nossos diferentes papéis e também, quando necessário, mudar nossas atitudes para crescer.
Participantes: Todos os presentes no encontro
Material: Lista com alguns animais:
COBRA: É traiçoeira, perigosa, esperta e oportunista. Envenena o grupo. É fofoqueira e quer ver o circo pegar fogo.
GATO: É companheiro prestativo, carinhoso e muito esperto.
BORBOLETA: Sempre está voando. Por isso não é acomodada. Alegra o ambiente com seu jeito de ir ao encontro de todos.
PAPAGAIO: Fala, fala, não fala nada que contribua. É inteligente, aprende o que os outros fazem, tanto o bem como o mal.
CAVALO: Dá patada em todos. Às vezes é bom de serviço. Mas é muito bruto.
PAVÃO: Fica sempre de leque aberto. Mostra sempre sua cultura. Acha que é o mais bonito, mais inteligente, aquele que sabe mais.
BOI: Sossegado, tranqüilo, não sabe da força que tem. É esforçado e topa qualquer trabalho.
POMBO: Vive de conversinhas com o companheiro(as) do lado. Só vive de par.
URUBU: Só vê carniça. É pessimista, descrente. Só gosta de coisa ruim. Quer ver o grupo morrer.
FORMIGA: Operária, trabalhadeira, ativista. Faz, faz sem pensar e acaba destruindo muita coisa boa. Trabalha, trabalha sempre em grupo, mas não avalia, nem planeja.
GALINHA-D’ANGOLA: Fala a mesma coisa o dia inteiro: “tô fraco”... Não acredita em si mesma, mas tem que falar.
PATO: Caminha lentamente, sempre pateta. Quer sombra e água fresca; promete e não cumpre. Não se envolve com nada e nunca quer saber de nada.
CIGARRA: Só gosta de cantar, é omissa. O mundo pode acabar ela não se preocupa: é aproveitadora.
MACACO: Espirituoso, bagunceiro, inteligente e superficial. Sempre faz rir, ninguém o leva a sério. Anima, mas termina irritado. No fim está amuado e sem graça.
LEÃO: Sempre o mais poderoso, o rei de todos, domina a todos os animais, e agarra as pessoas pelas presas. Faz tudo sozinho, quando urra todos os participantes se calam.
RATINHO: Estraga tudo, destrói. Fica sempre escondido pelos cantinhos. Tem muito medo do leão e dos outros animais. Passa pelo grupo sempre em disparada.
HIENA: Não tem opinião própria. Adora o Leão e é puxa-saco. Gosta sempre de quem está no poder. Ri dos outros.
CORUJA: Não fala, mas presta muita atenção. Nunca dá sua opinião. Fica sempre de cara feia. Não liga para ninguém, não contribui com nada.
LAGARTIXA: Abana a cabeça mas não fala, concorda com tudo e sempre diz: “É isto mesmo”.
Descrição:
No cotidiano da vida precisamos reconhecer os nossos diferentes papéis e também, quando necessário, mudar nossas atitudes para crescer. Vamos observar os bichos! Eles ajudam a ver como somos muitas vezes, positiva ou negativamente, em nossos encontros. Podemos seguir estes passos:
Passos metodológicos:
1. Distribuir aos participantes a lista de alguns bichos. Ler em silêncio o texto e escolher 3 bichos que apresentam as características que mais se assemelham aos integrantes do grupo.
2. Eleger os 3 bichos mais indicados e formar três grupos. Cada grupo deverá aprofundar as características de um dos bichos, como elas se manifestam no cotidiano da vida. Claro que muitas de nossas atitudes são inconscientes, mas isso não significa que elas não possam ser mudadas.
3. Os 3 grupos devem apresentar (de forma bem criativa) as características do bicho escolhido. Em seguida, em plenário, todo grupo faz comentários sobre o assunto.







148. OS BOMBONS
Enviada por: Maria Helena L. de Carvalho
Objetivo: Dinâmica de reflexão - Capacidade de observação; Vivência num mundo classista; Reflexão sobre a realidade social.
Participantes: Todos os presentes no encontro
Material: Um quilo de balas.
Passos Metodológicos:
a) Do grande grupo escolher uma boa parte para a vivência da dinâmica. Com este grupo, prosseguir da seguinte forma:
b) Formar três grupos (Não falar nada): 1- o grupo menor (classe burguesa); 2- o grupo um pouco maior (classe média); 3- o grupo formado pela maioria grupo pobre.
c) O 1º grupo (1) recebe excesso de balas; o 2º grupo (2) recebe uma quantia que dá, mais ou menos, para todos; o 3º grupo (3) recebe uma quantia que é totalmente insuficiente.
d) Deixar que o grupo mesmo se dê conta do que está acontecendo e observar as reações.
e) O grupo que não participa da dinâmica (grupo observador) anota todos os fatos que acontecem.
Em plenário
1) Aos que vivenciaram a dinâmica, perguntar:
- o que sentiram? como se sentiram? o que representa cada grupo? como reagiram diante da situação vivenciada?
2) Ao grupo observador, perguntar:
- o que viram? Que fatos, atitudes chamaram a atenção?
3) Perguntar a todos:
- Que lições podemos tirar daquilo que vivemos nesta dinâmica? (Se possível anotar no quadro negro e sistematizar ).






149. OS CORPOS REVELAM UMA POSIÇÃO SOCIAL
Objetivo:
Sentir que atrás de nosso corpo há a instituição (os organismos, os ritos, os direitos e os temores); sentir que atrás da instituição há outras instituições; sentir que atrás das instituições há pessoas, há decisões tomadas por elas, há relações que se estabelecem entre elas, e situações da primeira infância que se reproduzem.
Material:
Lápis ou caneta e folhas em branco. Uma sala com cadeiras, suficientemente ampla para acomodar todas as pessoas participantes.
Como Fazer:
1) O animador começa propondo ao grupo que cada qual se imagine em "situações passadas da vida em que não se sentiram à vontade nas comunicações com outras pessoas". Ou ainda, situações em que as palavras não saíram facilmente, pelo acanhamento, medo ou outras dificuldades. Quase todas as pessoas passaram por tais situações, na vida.
2) Após uns seis ou sete minutos, todos, um a um lêem suas anotações.
3) Geralmente se observa que as situações mais constrangedoras e apresentadas pela maioria dos grupos se referem à comunicação com os "superiores", e não com iguais ou com "inferiores".
4) Diante dessa situação, o animador escolhe para o exercício uma secretária e dois protagonistas e propõe a dramatização do seguinte fato:
Uma determinada pessoa foi procurar o chefe de pessoal de uma empresa para informar-se acerca de um emprego, antes de candidatar-se ao mesmo. O pretendente bate à porta. A secretária atende, convidando-o a entrar. Ao atender, saúda-o, pedindo que aguarde sentado, entra na sala do chefe para anunciá-lo. Enquanto espera, apressado e nervoso, procura no bolso um bilhete no qual anotara o seu pedido. Nisso aparece a secretária, o que não permitiu fosse lido o bilhete, antes de ser atendido pelo chefe.
O chefe pede para entrar, anuncia a secretária. Imediatamente ele se levanta, e, com um sorriso nos lábios, entra. Olha para o chefe, que continua sentado à sua mesinha, parecendo neutro, preocupado com seu trabalho, de escritório. "Bom dia", diz ele, e espera mais um pouco. Após alguns minutos, o chefe manda-o sentar. Ele se senta na beirada da cadeira, ocupando só um terço da mesma. Acanhado, meio encurvado, a cabeça inclinada levemente para frente, começa a falar, dizendo ter lido um anúncio de que a empresa estava precisando contratar mais funcionários e que, antes de candidatar-se, desejava obter algumas informações a respeito do trabalho. Sua fala é fraca, tímida preocupando-se em não dizer demais. Sua cabeça está apoiada nas mãos, olhando sempre o chefe por baixo das sobrancelhas.
Eis que o chefe, que até agora permanecia calado, diz ao candidato: "Fale-me primeiro algo a respeito de sua formação e de sua experiência".
A esta altura, o candidato já não insiste em ter informações, procurando responder imediatamente à pergunta do chefe, continuando sempre sentado na beirada da cadeira.
5) Nisso, o animador aplica uma técnica usada em psicodramatização. Pára e inverte os papéis. O candidato se torna o chefe do pessoal, sentando-se no escritório, no lugar ocupado pelo chefe, e este ocupa a posição do candidato, fazendo o seu papel.
6) É importante observar como o comportamento das pessoas muda radicalmente. O candidato toma uma posição reta, firme, sentando-se corretamente. Enquanto o chefe deixa seu ar de autoridade, e apresenta-se humilde, acanhado, falando com voz sumida. E o exercício continua.
7) O animador pede aos observadores do grupo que façam uma lista das anotações de tudo o que constataram e a mensagem que os dois protagonistas deixaram na dramatização.
8) A seguir, cada observador lerá suas anotações, e segue a verbalização acerca da experiência vivida.






150. OUVINDO MÚSICA
Objetivo:
Despertar a intuição e a criatividade; criar um clima de liberdade que envolve os participantes, unindo-os; proporcionar momentos de relaxamento estimulando a concentração; despertar o senso de liderança.
Material:
Toca fitas com boa potência. Música(s) de relaxamento. Uma sala (opcionalmente com cadeiras), suficientemente ampla para acomodar todas as pessoas participantes.
Como Fazer:
1 - O grupo ouve música durante 10 ou 15 minutos;
2 - Antes de pôr a música, o orientador avisa que devem ouvi-la imaginando uma história encenável;
3 - Pára a música. O orientador pede a cada um que narre para todos a história imaginada;
4 - As histórias que despertarem maior interesse no grupo serão interpretadas pelos componentes. Interpretam-se quantas histórias o número de componentes permitir;
5 - O diretor de cada história será a pessoa que a mentalizou inicialmente.







151. PACIÊNCIA
José e Ricardo iam caminhando de volta para casa depois de uma reunião do seu grupo de discipulado. São muito amigos e sentem-se perfeitamente à vontade um com o outro. Neste dia porém, seu relacionamento parecia muito tenso.
-- O que há com você? -perguntou José- Desde que saímos da reunião não disse uma só palavra.
-- É que mais uma vez você não se comportou como devia. Durante a reunião ficou sem falar absolutamente nada. Mesmo depois do encontro somente falou algumas palavras com uma ou outra pessoa. Parecia um caramujo, todo encolhido num canto da sala.
-- Ricardo, você sabe muito bem que sou tímido e demoro para me enturmar. Diante de um grupo me sinto intimidado. Estou tentando melhorar. Hoje consegui falar com três pessoas, já é um progresso, você não acha?
-- Talvez. -disse Ricardo visivelmente impaciente- Você ainda tem muito para crescer nesta área. Já é grandinho e está na hora de dominar este acanhamento idiota.
José abaixou a cabeça e depois disto houve um longo período de silêncio.
-- Muito bem -retrucou José quebrando o silêncio- eu não vou mais a estas reuniões. Desisto de tentar, pois por mais que me esforce só ouço críticas.
Como Fazer:
1 - Separe os grupos (3 a 5 pessoas), onde cada um deverá ler cuidadosamente o caso narrado, procurando responder as perguntas que vêm logo a seguir.
2 - Depois de uns quinze minutos os grupos se reúnem novamente e cada um, através de um relator escolhido expõe suas conclusões.
Perguntas:
a) Qual era o problema de José?
b) Por que o comentário de Ricardo fez com que José reagisse de modo tão negativo?
c) Você acha que devemos esperar mudanças nas pessoas com a mesma pressa que Ricardo demonstrou?
d) O que você diria a José para incentivá-lo a tornar-se mais sociável?
Conclusão:
Às vezes queremos que as coisas aconteçam muito depressa. Quando alguém está conscientemente lutando com um problema pessoal, deve saber que estamos percebendo sua luta e suas vitórias, por menores que sejam. Esta atitude irá incentivá-lo a continuar lutando. Um elogio tem grande poder.
Iluminação Bíblica:
"Ora nós, que somos fortes, devemos suportar as fraquezas dos fracos, e não agradar a nós mesmos" (Rm.15, 1).






152. PAINEL INTEGRADO
Objetivos:
Trabalhar no "grupão" em equipes de forma prática, desenvolvendo a comunicação e reflexão dispensando o plenário e a centralização do encontro numa só pessoa.
Como Fazer:
1 - Dividir o grupão em equipes da seguinte forma:
a) Num grupo com 16 pessoas, poderá dividir em 4 equipes de 4 pessoas.
b) Cada participante da equipe receberá uma letra: a, b, c, d
c) As equipes receberão o tema a ser debatido e perguntas propostas.
d) Após terem refletido sobre o tema serão formadas novas equipes.
e) Os que tiverem a letra "a" formarão uma nova equipe. O mesmo acontecerá com os que tiverem a letra b, c, d.
f) Agora todos partilharão o que foi debatido nas equipes anteriores.
g) No final da dinâmica todos os participantes deverão ter tomado conhecimento de todas as reflexões feitas.






153. PALAVRA CHAVE
Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 10 a 15 minutos.
Material: Bíblia.
Descrição: Essa brincadeira segue uma certa lógica que será explicada para o grupo;
A lógica é: Com a palavra chave na mão, deve-se com o auxílio da Bíblia, procurar um versículo que se enquadre com a palavra chave. Anotar esse versículo e a citação Bíblica.
Exemplo: casamento: No terceiro dia, houve uma festa de casamento em Caná da Galiléia, e a mãe de Jesus estava aí. (Jo 2, 1)
Outras sugestões de palavras-chave:
pedra, pedreira, pedregulho ("Tu és Pedro")
pobre, pobreza ("bem aventurados os pobres...")
oração, oratório, templo, culto ("Jesus se afastava da multidão para rezar")
criança ("deixai vir a mim os pequeninos)
mulher ("tua fé te salvou")
semente ("se tu tiver fé do tamanho de um grão de mostarda, serás salvo")
ouvido ("as minhas orelhas ouvem a tua voz")






154. PALAVRA ILUMINADA
Participantes: 7 a 15 pessoas
Tempo Estimado: Indefinido
Material: Uma vela e trechos selecionados da Bíblia que tratem do assunto a ser debatido.
Observação: Para grupos cujos integrantes já se conhecem, a parte relativa à apresentação pode ser eliminada da dinâmica.
Descrição: A iluminação do ambiente deve ser serena de modo a predominar a luz da vela, que simboliza Cristo iluminando os nossos gestos e palavras. Os participantes devem estar sentados em círculo de modo que todos possam ver a todos. O coordenador deve ler o trecho bíblico inicial e comentá-lo, sendo que a pessoa a sua esquerda deve segurar a vela. Após o comentário do trecho, a pessoa que estava segurando a vela passa a mesma para o vizinho da esquerda e se apresenta ao grupo. Em seguida esta pessoa realiza a leitura de outro trecho da bíblia indicado pelo coordenador e faz seus comentários sobre o trecho. Este processo se realiza sucessivamente até que o coordenador venha a segurar a vela e se apresentar ao grupo. Então, o coordenador lê uma última passagem bíblica que resuma todo o conteúdo abordado nas passagens anteriores. Após a leitura desta passagem, os integrantes do grupo devem buscar a opinião do grupo como um todo, baseado nos depoimentos individuais, sobre o tema abordado. Quando o consenso é alcançado apaga-se à vela. Por último pode-se comentar a importância da Luz (Cristo) em todos os atos de nossas vidas.






155. PALAVRA QUE TRANSFORMA
Material: uma bolinha de isopor, um giz, um vidrinho de remédio vazio, uma esponja e uma vasilha com água.
Desenvolvimento: Primeiro se explica que a água é a palavra de Deus e que o objeto somos nós, depois se coloca a água na vasilha, e alguém mergulha o isopor, após ver o que ocorre com o isopor, mergulhar o giz, depois a vidro de remédio e por último a esponja.
Então refletimos:
Como a Palavra de Deus age na minha vida?
Eu estou agindo como o isopor que não absorve nada e também não afunda ou aprofunda?
Ou estou agindo como o giz que guarda a água para si sem partilhar com ninguém?
Ou ainda agimos como o vidrinho que tinha água só para passar para os outros, mas sem guardar nada para si mesmo?
Ou agimos como a esponja absorvendo bem a água e mesmo espremendo continuamos com água?
Iluminação Bíblica: Is 40,8; Mt 7,24; 2Tm 3,16.






156. PARE
Participantes: 30 pessoas
Tempo: 45 minutos
Material: caneta e papel em branco
Descrição: a técnica do "PARE" usa-se quando se nota pouco integração grupal, quando há bloqueios, para maior presença consciente, para descobrir a evolução do grupo.
O exercício processa-se assim:
A um dado momento, durante a sessão, interrompe-se tudo, distribui-se uma papeleta em branco para cada membro participante e, a pedido do coordenador, todos deverão escrever em poucas palavras o que gostariam de ouvir, de falar ao grupo, de fazer, no momento;
O preenchimento de papeleta será feito anonimamente;
Uma vez preenchidas, recolhem-se às papeletas dobradas, e após embaralhá-las, processa-se a redistribuição;
A seguir, a pedido do coordenador, todos, um a um irão ler em público o conteúdo das papeletas;
Finalizando o exercício, seguem-se os depoimentos a respeito.






157. PARTILHA
Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 15 minutos.
Material: lápis ou caneta e uma folha de papel em branco para cada participante.
Descrição: Formar um circulo e entregar uma folha em branco para cada participante, juntamente caneta ou lápis.
Pedir para todos iniciarem uma Historia qualquer que simboliza o seu cotidiano dentro da comunidade, da igreja.
Cada membro terá 35 segundos para essa parte e depois deste tempo passa para o membro da esquerda do grupo.
Pedir para um membro do grupo levar uma historia concluída e partilhar alguns fatos e falar se a historia terminou do jeito que ele estava imaginando.






158. PASSAR AMOR
Objetivos:
A brincadeira do Passa Amor pode ser utilizada nos encontros que falem sobre partilha, valorização da pessoa humana, sobre o Sagrado Coração de Jesus etc.
Material:
Confeccione um coração de cartolina em um tamanho que fique escondido no meio de nossas mãos (pode se escrever Jesus no centro do coração).
Como Fazer:
1 - Essa brincadeira na verdade é o conhecido Passa Anel, só que em vez de passarmos um anel iremos passar um coração.
2 - Sorteia-se a pessoa que via passar o coração.
3 - As outras sentam-se lado a lado, com as mãos fechadas (como para rezar) no colo.
4 - A que está com o coração entre as palmas das mãos começa a passá-lo, ou seja, finge que põe o coração na mão de cada um dos participantes, na verdade, só deixa cair na mão de um.
5 - Quando acaba, abre as mãos mostrando que já não está mais com o coração.
6 - Ao terminar, a pessoa pergunta a um dos participantes: quem está com Jesus no coração?
7 - Se a pessoa acertar, vai passá-lo na vez seguinte.
8 - Dessa forma os integrantes aprendem brincando que Jesus está em todas as pessoas e que é necessário enxergamos sua presença no irmão, todas as pessoas podem partilhar amor.






159. PERFUME – ROSA E BOMBA
Objetivo: celebração penitencial e compromisso.
Material: não há material, usar a imaginação.
Desenvolvimento: o grupo deve estar em círculo.
Colocados imaginariamente sobre a mesa. Estão o perfume, a rosa e a bomba.
Um dos participantes pega inicialmente o vidro de perfume, faz o que quiser com ele e passa para o colega do lado. Faz-se o mesmo com a rosa e por último com a bomba.
Palavra de Deus: Mt 7, 7-12 Sl 101






160. PERSONAGENS
Material:
O animador deve preparar, previamente, um pôster em que apareça uma figura humana sobre um ponto de interrogação. Um cartão para cada pessoa.
Como Fazer:
- Distribuído o cartão aos participantes, o animador passa à motivação do exercício.
"Raramente encontramos um ser humano que não admire alguém: um herói, um santo, um cientista... ou mesmo pessoas comuns, mas cuja a vida lhe causou impacto. Hoje iremos apresentar ao grupo alguns comentários acerca dessa pessoa a quem admiramos, seja ela viva ou morta, não importa sua nacionalidade, nem tampouco seu prestígio junto a sociedade."
- Convidam-se os presentes a anotarem no cartão o nome da personagem e as razões de sua admiração.
- Logo após, reúnem-se em equipe e cada qual indica sua personagem e os motivos de sua admiração, após o que, os demais podem fazer perguntas. É preciso evitar que as preferências das pessoas sejam questionadas.
Avaliação:
Para que serviu o exercício?




161. PESQUISA
Objetivos:
Obter conhecimentos, informações sobre problemas da realidade do lugar onde vive; desenvolver o senso crítico sobre a realidade; obter vários informes em pouco tempo.
Como Fazer:
1 - Preparar um roteiro de pesquisa, uma série de perguntas sobre algum aspecto da comunidade (educação, religião, política, desemprego, violência, etc)
2 - Dividir o grupo em pequenos grupos. Cada pequeno grupo recebe uma cópia do roteiro da pesquisa, o qual deverá ser respondido durante a semana, através de entrevistas, jornais, revistas, TV, observações da realidade, fotografias, etc.
3 - Equipe de Coordenação recolhe as respostas e prepara uma síntese, aproveitando ao máximo, os resultados trazidos pelos pequenos grupos.
4 - Na reunião seguinte, apresenta a síntese para o grupo e abre-se um debate, enriquecendo-o com fatos e acontecimentos do lugar, com a finalidade de descobrir as causas dos problemas e pistas de solução.
Avaliação:
1 - Que proveito nos trouxe o exercício?
2 - Como nos sentimos depois de fazê-lo?






162. PESSOAS BALÕES
Objetivo:
Reflexão sobre a vivência comunitária; reflexão sobre as dificuldades em se superar críticas ou ofensas recebidas.
Material:
Um balão cheio e um alfinete.
Como Fazer:
a) O coordenador deve explicar aos participantes porque certas pessoas em determinados momentos de sua vida, se parecem com os balões:
- Alguns estão aparentemente cheios de vida, mas por dentro nada mais têm do que ar;
- Outros parecem ter opinião própria, mas se deixam lavar pela mais suave brisa;
- Por fim, alguns vivem como se fossem balões cheios, prestes a explodir; basta que alguém os provoque com alguma ofensa para que (neste momento estoura-se um balão com um alfinete) "estourem".
b) Pedir que todos dêem sua opinião e falem sobre suas dificuldades em superar críticas e ofensas.






163. PINTANDO O OUTRO
Enviada por: Maria Helena L. de Carvalho
Objetivo: Dinâmica de auto-conhecimento Conhecer-se e conhecer o outro - Maior integração do grupo - Despertar curiosidade e interesse pelo outro.
Participantes: Todos os presentes no encontro
Material: Tiras de papel, uma para cada participante, papel e caneta.
Descrição:
1. Distribuição de tiras de papel, pedindo que cada um escreva nela o seu nome;
2. Recolhê-los e colocá-los no meio da sala com o nome virado para baixo:
3. Pedir que alguém misture bem os papéis e, depois todos retiram um nome;
4. Pedir que todos se levantem e façam um passeio pela sala lendo os crachás dos presentes para reconhecer a pessoa que sorteou (permanecer em segredo);
5. Distribuir uma folha de papel ofício para cada participante;
6. Cada um desenha o rosto da pessoa sorteada;
7. Exposição de todos os desenhos na sala, na lousa...
8. Leitura dos “símbolos”:
a) o grupo deve identificar os desenhos com os participantes. É imagem do indivíduo perante o coletivo;
b) ver quem acertou. Explicação por parte do desenhista.
9. Tempo para colocações gerais sobre a dinâmica:
a) que conclusões podemos tirar desta dinâmica? Qual o objetivo dela?
b) o que senti ao realizar esta dinâmica?
c) como vi meu companheiro sorteado?
Nota
A revelação poderá, também, ser feita somente no final do encontro, montando um esquema de revelação.







164. POESIA DIÁRIA

Objetivos:
Que os participantes consigam, apoiados na poesia, manifestar sentimentos e emoções.
Material:
Cópia das poesias para cada um dos participantes.
Como Fazer:
1 - O coordenador entrega uma cópia das poesia para cada participante para que possam ler e escolher uma com a qual se identificam.
2 - O coordenador motiva os participantes a dizerem o que sentiram lendo aquelas poesias e porque se identificaram.
3 - Num segundo momento, o coordenador distribui uma folha de papel e caneta para que cada um possa escrever uma frase sobre o que está sentindo.
4 - As frases podem ser assinadas ou não.
5 - O importante é que se providencie cópia de todas as frases para que os participantes possam ler e guardar os textos criados pelo grupo.







165. PRESENTE DA ALEGRIA
Participantes: 3 a 10 pessoas
Tempo: 5 minutos por participante;
Material: lápis e papel;
Descrição: O coordenador forma subgrupos e fornece papel para cada participante;
A seguir, o coordenador fará uma exposição, como segue: "muitas vezes apreciamos mais um presente pequeno do que um grande. Muitas vezes ficamos preocupados por não sermos capazes de realizar coisas grandes e negligenciamos de fazer coisas menores, embora de grande significado. Na experiência que segue, seremos capazes de dar um pequeno presente de alegria para cada membro do grupo";
Prosseguindo, o coordenador convida os membros dos subgrupos para que escrevam uma mensagem para cada membro do subgrupo. A mensagem visa provocar em cada pessoa sentimentos positivos em relação a si mesmo;
O coordenador apresenta sugestões, procurando induzir a todos a mensagem para cada membro do subgrupo, mesmo para aquelas pessoas pelas quais não sintam grande simpatia.
Na mensagem dirá:
1. Procure ser específico, dizendo, por exemplo: "gosto do seu modo de rir toda vez que você se dirige a uma pessoa", em vez de: "eu gosto de sua atitude", que é mais geral;
2. Procure escrever uma mensagem especial que se enquadre bem na pessoa, em vez de um comentário que se aplique a várias pessoas;
3. Inclua todos, embora não conheça suficientemente bem. Procure algo de positivo em todos;
4. Procure dizer a cada um o que observou dentro do grupo, seus pontos altos, seus sucessos, e faça a colocação sempre na primeira pessoa, assim: "eu gosto" ou "eu sinto";
5. Diga ao outro o que encontra nele que faz você ser mais feliz;
Os participantes poderão, caso queiram, assinar a mensagem;
Escritas às mensagens, serão elas dobradas e colocadas numa caixa para ser recolhidas, a seguir, com os nomes dos endereçados no lado de fora.






166. PRESENTE DE AMIGO
Participantes: 10 a 30 pessoas
Tempo Estimado: 30 minutos
Material: Lápis e papel para os integrantes
Descrição: O coordenador divide o grupo em subgrupos de quatro a seis integrantes e, em seguida, expõe o seguinte: "Muitas vezes apreciamos mais um presente pequeno do que um grande. Muitas vezes ficamos preocupados por não sermos capazes de realizar coisas grandes e negligenciamos de fazer coisas menores, embora de grande significado. Na experiência que segue, seremos capazes de dar um pequeno presente de alegria para alguns integrantes do grupo".Prosseguindo, o coordenador convida os integrantes para que escrevam mensagens para todos os integrantes de seu subgrupo. As mensagens devem ser da seguinte forma:
a) Provocar sentimentos positivos no destinatário com relação a si mesmo;
b) Ser mais específicas, descrevendo detalhes próprios da pessoa ao invés de características muito genéricas;
c) Indicar os pontos positivos da pessoa dentro do contexto do grupo;
d) Ser na primeira pessoa;
e) Ser sinceras;
f) Podem ser ou não assinadas, de acordo com a vontade do remetente.
As mensagens são dobradas e o nome do destinatário é colocado do lado de fora. Então elas são recolhidas e entregues aos destinatários. Depois que todos tiverem lido as mensagens, segue-se à conclusão da dinâmica com um debate sobre as reações dos integrantes.







167. QUE NOME VOCÊ TEM?
Enviada por: Maria Helena L. de Carvalho
Objetivo: De forma descontraída e rápida entrar em contato com todo o grupo participante:
- conscientizando-se de como se comportam no momento em que são apresentados ou se apresentam a alguém;
- proporcionando um retorno rápido em relação ao que, de imediato, escolhemos e nós mesmos para oferecer ao outro.
Participantes: Tamanho do Grupo - de 30 a 35 participantes.
Tempo: aproximadamente 50 minutos.
Ambiente: Local amplo e suficiente para que todos transitem à vontade.
Material:
- crachás suficientes para todo o grupo, incluindo o animador. O crachá deverá ser confeccionado da seguinte forma: retângulos de cartolina, na medida 15x10 cm, presos com um pequeno alfinete de abotoar;
-canetas hidrocor de cores variadas;
-gravador e fita com música instrumental tranqüila.
- o animador pedirá ao grupo que ouça toda a instrução da tarefa com atenção, e só inicie a sua execução quando ele, animador, der ordem.
Descrição:
1. Todos os participantes deverão ir ao centro do grupo e pegar um crachá e uma caneta na cor de sua preferência.
• No crachá, cada um deverá escrever 3 características que identifiquem a sua pessoa, qualidades, defeitos, aspectos físicos, o que achar conveniente;
• feito isso, todos deverão pôr crachá no peito e aguardar novas instruções, em silêncio
• o animador dará 5 minutos para a execução da tarefa;
2. Todos os participantes deverão 1º ouvir, depois executar, como anteriormente.
• Será posta uma música de fundo e, quando a música iniciar, iremos todos caminhar pela sala;
• “enquanto caminhamos, sem falar e sem tocar nos companheiros, iremos lendo no crachá as características de cada um; para isso devemos nos conduzir com tranqüilidade e disponibilidade, afim de conhecer o outro e dar-nos a conhecer”;
• “quando a música cessar, cada um de nós deverá escolher alguém que, de alguma maneira, despertou nossa vontade de conhecê-lo (la) melhor”; (O animador não deve direcionar o que eles conversarão. Deixar livre).
• “quando eu der um sinal, todos deverão retornar ao grupão”
3. “Podem iniciar a sua caminhada. Tenham um bom e interessante passeio!
O animador dará não mais do que 5 minutos para a escolha do companheiro de conversa. E, para a conversa, de 10 a 15 minutos.
4. Ao retornar ao grupão, abrir para manifestação espontânea. Os pontos a observar deverão ser:
a) o que experimentaram ao confeccionar o crachá;
b) o que experimentaram ao escolher ou ser escolhidos para conversar;
c) que critérios usaram para se conhecer melhor;
d) algo que descobriram que gostariam de compartilhar com o grupo.






168. QUEM SOU EU ???
Objetivo: Conhecimento Pessoal
Material: papel e caneta
Desenvolvimento:
1. Refletir individualmente:
- A vida merece ser vivida?
- Somente a vivem os que lutam, os que querem ser alguém?
2. Escrever numa folha
- Quem sou eu? (enumerar seus valores, qualidades e defeitos).
- O que eu quero ser? (escrever o que quer com a vida, os seus objetivos e ilusões).
- Como atuo para chegar no que quero?
3. Terminada a reflexão pessoal, formar grupos para partilhar.
4. Avaliação:
- Como cada um se sentiu ao se comunicar?
- E depois da dinâmica?
Palavra de Deus: Gn 1,26-31 Sl 139







169. RECORDAÇÕES DA INFÂNCIA
Objetivos:
Proporcionar o conhecimento recíproco da infância de cada integrante.
Material:
Perguntas preparadas pelo coordenador em número superior ao número de integrantes.
Observação:
Deve-se evitar perguntas que levem a recordações tristes.
Como Fazer:
1 - Cada integrante recebe aleatoriamente uma pergunta e a lê em voz alta para os demais, respondendo-a em seguida.
2 - As perguntas podem ser reutilizadas.
3 - Propostas de perguntas:
a) Como era seu melhor amigo(a)?
b) Como foi sua crisma?
c) Como foi sua Primeira Eucaristia?
d) Como seu pai gostaria que você fosse?
e) O que você imaginava ser quando crescesse?
f) Quais os seus sonhos de infância?
g) Qual a melhor lembrança de seu padrinho?
h) Qual a melhor lembrança de seu pai?
i) Qual a melhor lembrança de sua infância?
j) Qual a melhor lembrança de seu madrinha?
k) Qual a melhor lembrança de seu mãe?
l) Qual a sua primeira grande alegria?
m) Qual o seu primeiro contato com Deus?
n) Quando você descobriu que Cristo morreu por nós?
o) Quando você rezou a primeira Ave-Maria?
p) Quem te ensinou a rezar pela primeira vez?







170. REMANDO JUNTOS
Enviada por: Maria Helena L. de Carvalho
Objetivo: Dinâmica de integração: 1- Elaborar um tema; 2- Exercitar o raciocínio; 3- Levar o espírito de cooperação; 4- Treinar a socialização.
Participantes: Todos os presentes no encontro.
Material: Folha em branco e uma caneta
Descrição:
1. O grupo é dividido em pequenos grupos; as equipes se formam e cada elemento do grupo deve ter um número (1,2,3...);
2. Os nº1 recebem um tema, os nº2 outro, e assim por diante. Os temas devem ser bem preparados, conforme o que quer;
3. Cada participante do grupo deve anotar o tema numa folha em branco na qual deve constar o seu nome e o seu número do grupo;
4. Dado o sinal, todos começam a escrever sobre o tema proposto na folha. Depois de alguns minutos o animador dá um novo sinal e pede para passarem a folha para o companheiro da direita, que continua a escrever o que seu companheiro iniciou;
5. A cada sinal do animador os participantes devem efetuar a troca das folhas, passando-as ao companheiro da direita, e assim sucessivamente até a pessoa que iniciou o seu trabalho.
Resumindo as Regras da dinâmica
1- Os participantes devem ter na mão somente a folha em branco e uma caneta:
2- Cada elemento deve continuar o que o outro fez:
3- Todos devem começar a responder, pelas primeira vez, ao mesmo tempo e efetuar a troca ao mesmo tempo;
4- Dado o sinal devem trocar as folhas imediatamente, passando sempre ao companheiro da direita. não é permitido ficar com duas folhas ao mesmo tempo.
Avaliação
No final os números iguais se encontram e fazem uma síntese do que foi feito sobre o tema proposto e o apresentado no plenário. Os temas dos grupos podem ser discutidos, novamente em plenário, com discordâncias e acréscimos.








171. REZANDO IMAGENS
Objetivos:
Rezar a realidade como tal e a realidade de cada um.
Ambiente:
De preferência a capela ou um lugar que ajude o recolhimento.
Como Fazer:
1 - Espalhar muitas figuras, fotografias, paisagens, da realidade social, política e religiosa da juventude;
2 - Momento de silêncio para todos visualizarem esta realidade;
3 - Escolher uma destas imagens e fazer uns minutos de silêncio refletindo sobre a questão: o que esta imagem significa para mim??
4 - Em grupos de três pessoas fazer a partilha em forma de reflexão e terminar com uma oração.
5 - Fazer a partilha, em plenário, num clima de oração e perdão.
6 - Terminar com um canto, ou uma oração comum.







172. RIQUEZA DOS NOMES
Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 30 minutos.
Material: Tiras de papel ou cartolina, pincel atômico ou caneta hidrográfica, cartaz para escrever as palavras montadas ou quadro-negro.
Descrição: Os participantes de um grupo novo são convidados pelo coordenador a andar pela sala se olhando, enquanto uma música toca.
Quando o som para, escolher um par e ficar ao lado dele (a). Cumprimentar-se de alguma forma, com algum gesto (aperto de mão, abraço, beijo no rosto e etc).
Colocar novamente os pares a andar pela sala (desta vez são os dois andando juntos). Assim que pára a música, devem se associar a outro par (fica o grupo com quatro pessoas).
Cada participante do grupo composto de quatro pessoas recebe uma cartolina e coloca nela seu nome (tira de papel também serve).
Após mostrar o nome para os outros três companheiros, os participantes deste pequeno grupo juntarão uma palavra com estas sílabas (servem apenas as letras).

Exemplo: Anderson + JÚlio + DAiane = Ajuda
Airton + RoMIlton + ZAira + SanDEr = Amizade
Colocar a palavra formada num quadro-negro ou cartolina e o grupo falará sobre ela e sua importância na vida.







173. RODA VIVA
Objetivos:
1 - Debater um tema e desenvolvê-lo de forma participativa.
2 - Envolver a todos do grupo no debate.
3 - Falar sobre o que cada um sabe a respeito de um assunto.
4 - Saber expor e ouvir.
Como Fazer:
1 - Fazer dois círculos, um de frente para o outro, de pé ou sentado.
2 - O círculo de dentro fica parado no lugar inicial e o círculo de fora gira para a esquerda, a cada sinal dado pelo animador ou coordenador do grupo.
3 - Cada dupla fala sobre o assunto colocado para reflexão, durante dois minutos, sendo um minuto para cada pessoa.
4 - O círculo de fora vai girando até chegar no par inicial.
5 - Depois deste trabalho, realiza-se um plenário, onde as pessoas apresentam conclusões, tiram dúvidas, complementam idéias.
6 - Complementação do assunto pelo coordenador.
Observações:
1 - O assunto deve ser preparado pelo coordenador com antecedência.
2 - Os participantes do grupo devem pesquisar e fazer leituras prévias sobre o assunto.
Avaliação:
1 - O que descobrimos sobre o assunto?
2 - Como nos sentimos durante a dinâmica?
3 - O que foi positivo?
4 - Que ensinamentos podemos tirar para o grupo?







174. ROMANCE
Objetivos:
Oferecer um momento de descontração e, ao mesmo tempo, trabalhar a criatividade dos participantes.
Material:
Lápis e papel para cada um e a lista de perguntas para o coordenador da dinâmica.
Como Fazer:
a) Cada participante receberá um pedaço de papel a lápis.
b) A todos se pedirá que escrevam, em ordem, o seguinte (é bom que se escreva o número de cada pergunta):
1 - um nome
2 - um lugar diferente
3 - uma idéia
4 - um espaço determinado
5 - um desejo
6 - um número
7 - sim ou não
8 - uma cor qualquer
9 - uma medida
10 - um hábito
11 - uma certa soma de dinheiro
12 - uma virtude
13 - uma canção
14 - nome de uma cidade
c) Assim que todos tiverem terminado esta parte, o líder começará a fazer as seguintes perguntas a cada participante.
d) À pergunta 1, vai eqüivaler o que estiver escrito na primeira linha da parte do exercício.
e) Perguntas:
1 - qual é o nome do seu noivo(a)
2 - onde se encontraram pela primeira vez?
3 - que idade ele(a) tem?
4 - quanto tempo namoraram?
5 - quais são os seus propósitos?
6 - quantas declaração de amor você recebeu?
7 - é convencido(a)?
8 - qual a cor dos seus olhos?
9 - que número de sapato calça?
10 - qual é o seu pior defeito?
11 - quanto dinheiro tem para gastar com ele?
12 - qual é a sua maior virtude?
13 - que canção você gostaria de escutar no seu casamento?
14 - onde vocês vão passar a lua de mel?
Observações:
Esta lista pode ser aumentada ou modificada, dependendo do tipo de participantes.







175. RÓTULOS
Objetivo:
Como devo tratar o próximo.
Material:
Etiquetas para todos os participantes.
Como Fazer:
1 - Escrever em cada etiqueta um rótulo que a sociedade pode colocar nas pessoas. Ex.: Nerd
2 - A seguir, as etiquetas são coladas na testa de cada participante, de modo que ele não veja o que está escrito na sua etiqueta, mas veja o que está escrito nas etiquetas dos outros.
3 - Pede-se então que os participantes conversem entre si tratando o outro como se ele fosse o que está escrito em sua testa (pode-se dividir em subgrupos).
4 - Após um tempo, determinado pelo coordenador da dinâmica, sentar-se em círculo e pedir que cada um diga se descobriu o que está escrito na própria testa, e como se sentiu sendo tratado assim.
Conclusão:
a) Por que julgamos as pessoas por um rótulo que outros lhe põe?
b) Por que discriminamos as pessoas pelo que achamos que são?
Sugestões:
1 - Drogado
2 - Roqueiro
3 - Crianção
4 - Presidiário
5 - Alcoólatra
6 - Mendigo
7 - Mauricinho / Patricinha
8 - Tristonho
9 - Chato
10- Louco
11 - Surdo, etc







176. SALMO DA VIDA
Participantes: 10 a 20 pessoas
Tempo Estimado: 45 minutos
Material: Lápis e papel para os integrantes.
Descrição: Cada integrante deve escrever a história de sua vida, destacando os acontecimentos marcantes. O coordenador deve alertar o grupo de que experiências de dor e sofrimento podem ser vistas como formas de crescimento e não simples acontecimentos negativos. Em seguida, os integrantes devem se perguntar qual foi à experiência de Deus que fizeram a partir dos acontecimentos descritos ou no decorrer de suas vidas. Depois devem escrever o salmo da vida, da sua vida, uma oração de louvor, agradecimento, pedido de perdão e/ou clamor. O desenvolvimento dos salmos deve-se realizar em um ambiente de paz e reflexão. Então, os integrantes devem ser divididos em subgrupos de três ou quatro pessoas onde cada integrante deve partilhar sua oração. Depois o grupo é reunido e quem quiser pode apresentar sua oração ao grupo. Por último é realizado um debate sobre os objetivos da dinâmica e a experiência que a mesma trouxe para os integrantes. Algumas questões que podem ser abordadas: Como se sentiu recordando o passado? O que mais chamou a atenção? Qual foi a reação para com acontecimentos tristes? Como tem sido a experiência com Deus? Qual a importância Dele em nossas vidas? Pode-se ainda comparar os salmos redigidos com os salmos bíblicos.







177. SAUDAÇÕES
Objetivos:
Integração, sociabilização, comunicação, descontração.
Como Fazer:
1 - Dois participantes saem da sala.
2 - No meio do circulo do grupo colocam-se duas cadeiras para personagens "ilustres", mas invisíveis. (Por exemplo: um orangotango, a miss universo, o presidente do país, jornalistas, cantores, artistas, etc.).
3 - Aqueles que saíram da sala sorteiam duas filipetas com nomes de personagens.
4 - Os participantes terão de saudar cada um dos personagens imaginários e o restante do grupo tentará adivinhar quem são.
5 - O grupo terá dois minutos para fazer a descoberta.
6 - Após o tempo esgotado, um novo grupo de duas pessoas dará continuidade à dinâmica seguindo o mesmo processo por meio de um novo sorteio.






178. SEMEANDO A AMIZADE
Participantes: 7 a 15 pessoas
Tempo Estimado: 30 minutos
Material: Três vasos, espinhos, pedras, flores e grãos de feijão.
Descrição: Antes da execução da dinâmica, deve-se realizar a leitura do Evangelho de São Mateus, capítulo 13, versículos de 1 a 9. Os espinhos, as pedras e as flores devem estar colocados cada qual em um vaso diferente. Os vasos devem estar colocados em um local visível a todos os integrantes. Nesta dinâmica, cada vaso representa um coração, enquanto que grãos de feijão, representam as sementes descritas na leitura preliminar. Então, cada integrante deve semear um vaso, que simboliza uma pessoa que deseje ajudar, devendo explicar o porquê de sua decisão. Pode-se definir que as pessoas citadas sejam outros integrantes ou qualquer pessoa. Além disso, se o tempo permitir, pode-se utilizar mais que uma semente por integrante.






179. SENSAÇÕES DE VIDA OU MORTE
Objetivo: analisar a pratica e revisão de vida.
Material: duas velas uma nova e outra velha.
Desenvolvimento: grupo em círculo e ambiente escuro.
Eu..., tenho apenas cinco minutos de vida. Poderia ser feita em minha existência e deixar de fazer...(a vela gasta, acesa, vai passando de mão em mão).
Apaga-se a vela gasta e acenda a nova. Ilumina-se o ambiente. A vela passa de mão em mão e cada um completa a frase: Eu..., tenho a vida inteira pela frente e o que eu posso fazer e desejo é ...
Analisar a dinâmica e os sentimentos.
Palavra de Deus: Mt 6,19-24 Sl 1.






180. SENTINDO O ESPÍRITO SANTO
Participantes: indefinido.
Tempo Estimado: 15 minutos.
Material: Uvas ou balas .
Descrição: O coordenador deve falar um pouco do Espírito Santo para o grupo. Depois o coordenador da dinâmica deve mostrar o cacho de uva e perguntar a cada um como ele acha que esta o sabor destas uvas.
Obviamente alguns irão descordar a respeito do sabor destas uvas, como: acho que esta doce, que esta azeda, que esta suculenta etc.
Após todos terem respondido o coordenador entrega uma uva para cada um comer. Então o coordenador deve repetir a pergunta (como esta o sabor desta uva?).
Mensagem: Só saberemos o sabor do Espírito Santo se provarmos e deixarmos agir em nos.
Comentário: É um convite para uma esperança, para que assumamos a responsabilidade de realizar a vida. Todos nós apenas uma parcela pessoal e social, nessa construção de uma humanidade nova? Cheia de esperança e realizações. (leitura MC 3, 31 - 35).







181. SER IGREJA
Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 10 a 15 minutos.
Material: Uma folha em branco para cada um.
Descrição: Entregar uma folha de papel ofício para os participantes.
Pedir para todos ao mesmo tempo, movimentar as folhas e observar; todos unidos formarão uma sintonia alegre, onde essa sintonia significa nossa caminhada na catequese, e quando iniciam alguma atividade estaremos alegres e com isso teremos coragem de enfrentar tudo, quando catequizar é nossa salvação.
Mas no decorrer do tempo, as dificuldades aumentaram, ficamos desmotivados por causa das fofocas, reclamações, atritos etc. Com isso surgem as dificuldades, os descontentamentos.
Juntos vamos amassar a nossa folha para que não rasque, e voltaremos a movimentar a folha movimente todos juntos, verificando que não existe a sintonia alegre, agora só resta silêncio.
Pegaremos essa folha, colocando-a no centro da mão e fechando a mão, torcendo o centro da folha, formará uma flor.
Essa flor será nossa motivação, nossa alegria daqui pra frente dentro da catequese.







182. SITUAÇÃO NO ESPAÇO
Objetivos:
Procurar sentir o espaço, entrar em contato com os outros elementos do grupo; se relacionar com as outras pessoas do grupo.
Como Fazer:
1 - O coordenador pede a todos os participantes do grupo que se aproximem uns dos outros, ou sentando no chão, ou em cadeiras.
2 - Em seguida pede que todos fechem os olhos e estendendo os braços, procurem "sentir o espaço do grupo" - todo o espaço diante deles, por cima das cabeças, atrás das costas, por baixo - e em seguida tomar consciência do contato com os demais ao passar por cima uns dos outros e se tocarem.
3 - Depois disso se analisa as reações em plenário.







183. SOMOS CRIAÇÃO DE DEUS
Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 30 minutos.
Material: Caneta e papel para todos os participantes
Objetivo: Na adolescência somos facilmente influênciados por nossos amigos. Nesta dinâmica, queremos mostrar que Deus deve ser a principal influência em nossa vida, e que nem sempre agir como o grupo age ou exige é saudável para cada um.
Descrição: Sentados em círculo, cada um recebe uma folha e uma caneta; escreve o nome e faz um desenho que represente a si mesmo (pode ser um boneco de "palitinhos" ou com detalhes), deixar uns 2 a 3 minutos, incentivar os preguiçosos e os tímidos. Observar o desenho: ele está pronto, mais ou menos, o que você gostaria de fazer?
Agora cada um passa o desenho para o colega do lado direito, pedir que ele acrescente uma coisa ao desenho, passar novamente para a direita, repetir o processo umas duas ou três vezes. Devolver o desenho ao dono.
Observar o que foi acrescentado. Conversar sobre Deus ter nos criado (e repetir essa pergunta: o desenho está pronto, mais ou menos, o que você gostaria de fazer?). O que Deus quer de nós? E as pessoas com quem convivemos, nos influênciam? (O que elas nos dizem pode nos influênciar, o que fazem professores, amigos, acrescentam algo a nós?)
Perguntar sobre a característica que nos diferencia das outras pessoas: que temos Cristo como Salvador; desenhar um coração e uma cruz dentro dele na nossa figura. Será que estamos prontos aos olhos de Deus, o que mais falta em nós? (Deixar um minuto de oração siolenciosa onde cada um deve pedir que Deus termine de "desenhá-los")






184. SOMOS CRIAÇÃO DE DEUS E SOFREMOS INFLUÊNCIA DO MUNDO
Participantes: todos
Tempo: 45 minutos.
Objetivos: Na adolescência somos facilmente influenciáveis por nossos amigos. Nesta dinâmica, queremos mostrar que Deus deve ser a principal influência em nossa vida, e que nem sempre agir como o grupo age ou exige é saudável para cada um.
Material: papel e lápis suficiente para todos os participantes.
Descrição: Sentado em círculo, cada um recebe uma folha e um lápis; escreve o nome e faz um desenho que represente a si mesmo (pode ser boneco de "palitinhos" ou com detalhes) deixar uns 2 a 3 minutos, incentivar os preguiçosos e os tímidos. Observar o desenho: ele está pronto, mais ou menos, o que você gostaria de fazer?
Passar o desenho ao colega do lado direito, pedir que acrescente uma coisa ao desenho, passar novamente para a direita, repetir o processo umas duas ou três vezes. Devolver o desenho ao dono.
Observar o que foi acrescentado. Conversar sobre Deus ter nos criado (e repetir as perguntas feitas c/ relação ao desenho), o que Ele quer de nós. E as pessoas c/ quem convivemos, nos influenciam (o que elas nos dizem pode nos influenciar, o que fazem professores, amigos, acrescentam algo a nós)?
Perguntar sobre a característica que nos diferencia das outras pessoas: que temos Cristo como nosso salvador; desenhar um coração na figura e desenhar uma cruz dentro dele. Será que estamos prontos aos olhos de Deus, o que mais falta em nós? (deixar um minuto de oração silenciosa onde cada um deve pedir que Deus termine de "desenhá-los")
Sugestão: recolher os desenhos e expô-los na igreja. Convidar os pais e a comunidade a ver os desenhos e escrever para cada um dos jovens uma palavra, um desejo, uma benção no papel (se o papel já estiver muito ocupado pelo desenho, grampear ou colar uma segunda folha ao lado do desenho, deixar canetas próximas); devolver o desenho aos jovens na semana seguinte.






185. SOU UM ESCRAVO
Enviada por: Maria Helena L. de Carvalho
Objetivo: Dinâmica celebrativa - Compreender que ajudar os outros a se libertarem é o caminho para a própria libertação.
Participantes: Todos os presentes no encontro
Material: Uma pessoa com olhos vendados, boca lacrada, os ouvidos fechados, os pés amarrados, as mãos amarradas. - Musica que fala de escravidão e sofrimento
Descrição:
a) apresentar uma pessoa com os olhos vendados, boca lacrada, os ouvidos fechados, os pés amarrados, as mãos amarradas.
b) Convidar as pessoas a olharem um pouco em silêncio para o apresentado.
c) Cantar: Se meu irmão estende a mão... (ou canto outro que fala de escravidão e sofrimento).
d) Convidar as pessoas que quiserem para vir à frente e tirarem as amarras uma por uma, dizendo o porque está fazendo este gesto. O que deseja libertar ao tirar a amarra?
e) Quando o jovem se sentir totalmente livre, dirá como está se sentindo.
f) Observação: Após cada amarra tirada, cantar : Eu acredito que o mundo será melhor, quando menor que padece acreditar no menor.
g) Partilha em torno do que falaram e ouviram analisar a nossa realidade hoje perante a escravidão






186. TÉCNICA DE SAÍDA
Objetivos:
Libertar de inibições pessoais contraídas; tirar o bloqueio das pessoas que se sentem imobilizadas, incapazes de mexer-se ou de fazer o que gostariam de fazer.
Como Fazer:
1 - O coordenador convida umas dez a doze pessoas para formar um círculo apertado, com os braços entrelaçados.
2 - A seguir convida um participante, possivelmente uma pessoa contraída, para que fique de pé dentro do círculo.
3 - Uma vez bem formado o círculo, a pessoa que está dentro recebe ordens para procurar sair do jeito que puder, por cima, por baixo ou arrebentando a corrente de braços. Os componentes do círculo tentam ao máximo contê-la e não deixá-la romper o cerco.
4 - Após uma tentativa de uns quatro a cinco minutos, pode-se prosseguir o exercício, trocando a pessoa que se encontra no meio do círculo.
5 - Finalmente, uma vez terminada esta vivência, prosseguem-se os comentários.
6 - Esta técnica pode estender-se a uma situação em que a pessoa se sinta constrangida por outro indivíduo, como quando alguém se sente coagido por alguém. Nesse caso o que exerce coação fica de pé, atrás da pessoa que se presume esteja sendo coagida e coloca os braços em volta dela, apertando-lhe fortemente os braços. A pessoa coagida procura então libertar-se.






187. TÉCNICA DO ABRAÇO
Participantes: Indeterminado (todos os que estiverem participando)
Frase: "Quanta coisa cabe em um abraço."
Objetivos:
• criar uma certa intimidade e aproximação com os colegas;
• avaliar o sentimento de exclusão de quem está com o balão;
• sentir que precisa da colaboração do outro para não ser "atingido" pelo balão.
Observação: ABRAÇO (do dicionário): demonstração de carinho, de amizade, acolhimento, ligação, fusão, união. ABRAÇAR: apertar com os braços, entrelaçar-se, ligar-se, unindo-se. (Deixar claro a importância de um abraço a quem precisa e entre o próprio grupo = UNIÃO).
OBS 2: levar bexigas e CD.
Descrição: Abraçar o colega encostando o peito e contando até três para trocar de "par".
Um participante fica de fora com um balão que deverá encostar no peito de alguém
"disponível" que assumirá o seu lugar ficando com o balão.
Para que não seja encostado o balão, o abraço deverá ser forte e bem próximo e a troca de pares deverá ser rápida.






188. TÉCNICA DO ENCONTRO
Objetivos:
Estabelecer um comunicação real; auxiliar os participante a se tornarem conscientes de sua verdadeira reação uns em relação aos outros, através do uso dos sentimentos em todo o corpo.
Como Fazer:
1 - O coordenador convida dois voluntários para que fiquem de pé, uma em cada extremidade da sala, silenciosas, olhando-se nos olhos, e andando muito lentamente, uma em direção à outra.
2 - Sem haverem nada planejado, quando as duas pessoas se encontrarem bem próximas uma da outra, deverão fazer o que quer que sintam impelidas a fazer.
3 - Poderão continuar o encontro durante o tempo que quiserem.
4 - Terminado o encontro, o exercício prossegue, com outros dois, caso seja necessário.
5 - No final da experiência, seguem-se os comentários não só dos protagonistas, como dos observadores.







189.TÉCNICA NÃO VERBAL DE CONTROLE
Objetivos:
Experimentar os sentimento de domínio e de submissão.
Como Fazer:
1 - O coordenador pede que uma ou duas pessoas fiquem de pé em cima de uma cadeira e continuem participando das atividades, naquela posição.
2 - É importante observar que as pessoas fiquem de pé sem maiores explicações.
3 - Decorridos cinco ou mais minutos, o animador poderá solicitar a reação das outras pessoas, a fim de observar se de fato tiveram a impressão de subordinação, como também notar como essas simples modificações espaciais fazem aflorar nítidas sensações de conforto ou desconforto.







190. TÉCNICA-GESCHENK
Objetivo:
Essa técnica, cuja a tradução literal para o alemão seria Dádiva, é interessante para ser aplicada quando o grupo já revela certa intimidade e algum cansaço. Muito simples, constitui apenas um instrumento de maior integração. Dessa forma, não há limites etários ou quanto à maior ou menor maturidade do grupo para sua aplicação. Pode ser executada com grupos de até vinte elementos.
Desenvolvimento 1:
1 - Subgrupos de seis a dez elementos devem sentar-se em círculo, dispondo de lápis e papel. A uma ordem do monitor, cada um deve escrever o nome dos integrantes do subgrupo.
2 - A seguir, em silêncio, cada um deve colocar um asterisco ao lado de cada nome de sua relação, pelo qual tenha alguma admiração.
3 - Alertar para o fato de não haver inconveniente em que existam asteriscos ao lado de muitos ou em todos os nomes.
4 - A etapa seguinte consiste em escrever uma mensagem, uma frase, um pensamento, enfim algum recado para as pessoas que se escolheu, mas de maneira que não se identifique o autor da mensagem.
5 - A seguir, cada um lerá para o grupo as mensagens recebidas, tentando identificar, que poderá ou não ser assumida pelo remetente. É interessante que o remetente das mensagens não se identifique, facilitando o debate grupal.
6 - Concluída essa etapa, o subgrupo redigirá, numa cartolina, uma ou mais mensagens que identifiquem seus integrantes para apresentá-la num painel geral. Na elaboração dessa cartolina os participantes não devem registrar as auto-mensagens, mas apenas as que enviarem.
7 - Forma-se o grupo total para a apresentação das cartolinas.







191. TEMORES E ESPERANÇAS
Participantes: 25 - 30 pessoas
Tempo: 30 minutos
Material: Uma folha em branco e caneta, cartolina ou papelógrafo.
Descrição: O coordenador começa falando que todo mundo tem medos e esperanças sobre qualquer coisa, e se tratando sobre um grupo de jovens isso também ocorre, e essa dinâmica serve para ajudar a expressar esses medos.
A dinâmica segue assim:
Formação de subgrupos de 4 a 7 pessoas.
Distribuição de uma folha em branco e uma caneta para cada subgrupo, seria bom que cada subgrupo tivesse um secretário para fazer anotações sobre o que for falado.
Em seguida cada subgrupo devera expressar seus temores e esperanças com relação ao trabalho que será feito.
Após cada subgrupo deverá expor suas conclusões ao coordenador que anotará na cartolina ou no papelógrafo e demonstrará que não são muito diferentes dos demais.






192. TEMPESTADE MENTAL
Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 1 hora;
Material: Papel, caneta, cartolina;
Descrição: O coordenador inicia dando um exemplo prático:
O coordenador forma subgrupos de aproximadamente seis pessoas. Cada subgrupo escolherá um secretário que anotará tudo;
Formados os subgrupos, o coordenador dirá as regras do exercício: não haverá crítica durante todo exercício, acerca do que for dito; quanto mais extremada a idéia, tanto melhor, deseja-se o maior número de idéias.
1ª fase:
O coordenador apresenta o problema a ser resolvido. Por exemplo: um navio naufragou, e um dos sobrevivente nadou até alcançar uma ilha deserta. Como poderá salvar-se: o grupo terá 15 minutos para dar idéias.
2ª fase:
Terminado, o coordenador avisa que terminou o tempo e que a crítica é proibida. Inicia-se a avaliação das idéias e a escolha das melhores.
3ª fase:
No caso de haver mais subgrupos, o animador pede que seja organizada uma lista única das melhores idéias.
4ª fase:
Forma-se o plenário. Processa-se a leitura das melhores idéias, e procura-se formar uma pirâmide cuja base serão as idéias mais válidas.






193. TERREMOTO
Participantes: Devem ser múltiplos de três e sobrar um. Ex: 22 (7x3 = 21, sobra um).
Tempo Estimado: 40 minutos.
Material: Para essa dinâmica só é necessário um espaço livre para que as pessoas possam se movimentar
Descrição: Dividir em grupos de três pessoas lembre-se que deverá sobrar um. Cada grupo terá 2 paredes e 1 morador. As paredes deverão ficar de frente uma para a outra e dar as mãos (como no túnel da quadrilha da Festa Junina), o morador deverá ficar entre as duas paredes. A pessoa que sobrar deverá gritar uma das três opções abaixo:
MORADOR!!! - Todos os moradores trocam de "paredes", devem sair de uma "casa" e ir para a outra. As paredes devem ficar no mesmo lugar e a pessoa do meio deve tentar entrar em alguma "casa", fazendo sobrar outra pessoa.
PAREDE!!! - Dessa vez só as paredes trocam de lugar, os moradores ficam parados. Obs: As paredes devem trocar os pares. Assim como no anterior, a pessoa do meio tenta tomar o lugar de alguém.
TERREMOTO!!! - Todos trocam de lugar, quem era parede pode virar morador e vice-versa. Obs: NUNCA dois moradores poderão ocupar a mesma casa, assim como uma casa também não pode ficar sem morador. Repetir isso até cansar...
Conclusão: Como se sentiram os que ficaram sem casa? Os que tinham casa pensaram em dar o lugar ao que estava no meio? Passar isso para a nossa vida: Nos sentimos excluídos no grupo?Na Escola? No Trabalho? Na Sociedade? Sugestão: Quanto menor o espaço melhor fica a dinâmica, já que isso propicia várias trombadas. É muito divertido!!!







194. TESTE DE RESISTÊNCIA
Participantes: Indefinido.
Tamanho: 30 pessoas
Tempo Estimado: 40 minutos
Descrição: este exercício é muito válido, sendo aplicado depois que o grupo já atingiu um determinado grau de solidariedade e conhecimento mútuo, e sendo por todos aceito. Para sua realização:
Dois ou três participantes, voluntários ou escolhidos pelo grupo, um de cada vez implacavelmente vai a passarela em frente de cada participante e diz-lhe tudo o que lhe parece saber, os aspectos positivos, negativos e reticências;
Havendo tempo e interesse, é ótimo que todos o façam, constituindo, assim, tantas "fotos" de cada indivíduo, quantos forem os participantes;
Este exercício permite, entre outras, a seguinte variação: o coordenador poderá pedir que cada participante aponte os aspectos positivos, negativos e reticências do seu colega sentado à direita.






195. TESTE DOS TRÊS MINUTOS
Objetivo:
Refletir sobre como o desejo de competir e se sobressair leva às vezes a uma ação precipitada.
Material:
Cópias do teste e lápis ou caneta para todos os participantes.
Como Fazer:
a) Entrega-se uma cópia do teste (conf. modelo abaixo) para cada participante.
b) O teste deve ser feito com muita rapidez.
c) Os três primeiros que terminarem receberão um prêmio.
d) Quem falar, será multado.
Teste dos três minutos
1 - Leia atentamente todos os tens antes de fazer qualquer coisa.
2 - Ponha seu nome no canto superior direito da folha.
3 - Faça um círculo em volta da palavra nome' do tem 2 -
4 - Desenhe cinco pequenos quadrados no canto superior esquerdo do papel.
5 - Ponha um "x' dentro de cada quadrado.
6 - Faça um círculo em volta de cada quadrado.
7 - Ponha sua assinatura sobre o título dessa página.
8 - Logo em seguida ao título, escreva sim , sim, sim.
9 - Faça um círculo em volta do número do tem 7 -
1 0. Ponha um "X" no canto inferior esquerdo da página.
11 - Desenho um triângulo em volta do "X" que você acabou de desenhar.
12 - No verso desta página, multiplique 13 por 12 -
13 - Faça três buraquinhos no topo deste papel com o seu lápis ou caneta.
14 - Sublinhe todos os números pares desta página.
15 - Se você chegou neste ponto do teste, dê um tapinha nas costas do colega ao lado.
16 - Se você acha que conseguiu fazer tudo certo até aqui, levante o braço, conte até 3 mentalmente, abaixe o braço e prossiga.
17 - Com sua caneta ou lápis, dê três batidas fortes na mesa.
18 - Se você é o primeiro que chegou até aqui, diga alto para todos ouvirem: "Estou na frente! Vocês precisam trabalhar mais rápido!'
19 - Faça um quadrado em volta do número do item anterior.
20. Agora que você terminou de ler todos os tens cuidadosamente, Faça somente o que está no tem 2 Esqueça as outras instruções.
e) Quando todos tiverem respondido o teste, faz-se urna avaliação.









196. TESTEMUNHO DE FÉ
Objetivos:
Mostrar que a fé (e o crescimento nela) é profundamente social.
Material:
Uma bíblia para cada grupo.
Como Fazer:
1 - O animador orienta os participantes : Na nossa vida cotidiana, nos encontramos constantemente com pessoas que exercem uma influência grande sobre a nossa vida. Esta influência tanto pode ser positiva como negativa. o que se deve fazer diante da consciência desse fato?
2 - Depois disso, cada um, em particular, identifica entre seus amigos, vizinhos, parentes :
a) Quantos realmente crêem?
b) Quantos são católicos não praticantes?
c) Quantos mudaram de religião nos últimos tempos?
d) Quantos vivem a fé, apenas seguindo os mandamentos ao pé da letra?
3 - Ainda em particular, cada um coloca por escrito os testemunhos de fé que encontrou em sua vida.
4 - A respeito de cada testemunho de fé que encontrou, analisar as repercussões que tiveram, dentro de si, mesmo.
5 - Em grupo de 4 pessoas, compartilhar as reflexões pessoais. Trata-se de identificar os elementos comuns. em seguida, lêem os textos : Jo 3,21 - Mt 7,21 - Tg 1,22 - Jo 9,1-38 - Lc 5,5 - Mt 15,21-28 –
6 - Aprofundar a relação entre os testemunhos escutados e os textos estudados. Tiram suas conclusões para levar à plenária.






197. TRABALHO EM EQUIPE
Participantes: 5 a 7 pessoas
Tempo: 30 minutos
Material: uma cópia para cada membro da avenida complicada, caneta
Descrição: A tarefa do grupo consiste em encontrar um método de trabalho que resolva com máxima rapidez o problema da avenida complicada;
O coordenador formará subgrupos de 5 a 7 pessoas, entregando a cada participante uma cópia da avenida complicada;
Todos os subgrupos procurarão resolver o problema da avenida complicada, com a ajuda de toda a equipe;
Obedecendo as informações constantes da cópia a solução final deverá apresentar cada uma das cinco casa caracterizadas quanto à cor, ao proprietário, a condução, a bebida e ao animal doméstico;
Será vencedor da tarefa o subgrupo que apresentar por primeiro a solução do problema;
Terminado o exercício, cada subgrupo fará uma avaliação acerca da participação dos membros da equipe na tarefa grupal;
O coordenador poderá formar um plenário com a participação de todos os membros dos subgrupos para. Comentários e depoimentos.
A avenida complicada
A tarefa do grupo consiste em encontrar um método de trabalho que possa resolver, com a máxima brevidade possível, o problema da avenida complicada.
Sobre a avenida complicada encontram-se cinco casas numeradas; 801, 803, 805, 807 e 809, da esquerda para a direita. Cada casa caracteriza-se pela cor diferente, pelo proprietário que é de nacionalidade diferente, pela condução que é de marca diferente, pela bebida diferente e pelo animal doméstico diferente.
As informações que permitirão a solução da avenida complicada são: As cinco casas estão localizadas sobre a mesma avenida e no mesmo lado. O mexicano mora na casa vermelha, O peruano tem um carro Mercedes-benz, O argentino possui um cachorro, O chileno bebe coca-cola, Os coelhos estão à mesma distância do cadilac e da cerveja, O gato não bebe café e não mora na casa azul, Na casa verde bebe-se whisky, A vaca é vizinha da casa onde se bebe coca-cola, A casa verde é vizinha da casa direita, cinza, O peruano e o argentino são vizinhos, O proprietário do volkswagem cria coelhos, O chevrolet pertence à casa de cor rosa, Bebe-se pepsi-cola na 3 casa, O brasileiro é vizinho da casa azul, O proprietário do carro ford bebe cerveja, O proprietário da vaca é vizinho do dono do cadilac, O proprietário do carro chevrolet é vizinho do dono do cavalo.
(Pode ser que algum grupo consiga montar uma resposta diferente desta, o importante é que todos os itens relacionados não se repitam, por exemplo ter dois animais na mesma casa, etc. E também que a ordem não interfira aos detalhes como o proprietário da vaca ser vizinho do dono do cadilac, ou então, a casa verde é vizinha da casa direita, cinza)
Resposta:

801
803
805
807
809
Whisky
Cerveja
Pepsi
Coca-cola
Café
Mercedez
Ford
Volkswagem
Cadilac
Chevrolet
Peruano
Argentino
Mexicano
Chileno
Brasileiro
Gato
Cachorro
Coelho
Cavalo
Vaca
Verde
Cinza
Vermelha
Azul
Rosa






198. TRÊS CAFÉS DA MANHÃ DIFERENTES

Objetivos:
Sentir vivencialmente o problema social, especialmente a fome e a exclusão.
Material:
Três mesas contendo em uma um café completo (suco, frutas, frios) em outra um café da manha normal e na última um café da manha fraco que não seja o suficiente para todos.
Como Fazer:
1 - Antes dos participantes do curso chegarem para o café da manhã prepara-se as mesas com o café da manhã completo, normal e fraco (inclusive faltando talheres, copos, guardanapos).
2 - Deve haver alguém previamente acertado para ser o "conciliador" nas mesas onde vai faltar comida.
3 - Quando as pessoas chegarem para tomar o café da manhã, podem sentar onde quiserem.
4 - Normalmente as pessoas não se dão conta do que está acontecendo até que os "marginalizados" querem ir até a cozinha para pedir o que falta.
5 - O "conciliador" deve se oferecer para ir até lá e ao regressar, procura acalmar as pessoas sem resolver o problema da fome.
6 - Alguém de fora deve tomar nota do que está acontecendo, e logo após o café da manhã analisa-se o que aconteceu, como as pessoas se sentiram, o que disseram e qual a relação disso com o que acontece no dia a dia.
7 - O observador que fez as notas deve intervir quando constatar que as coisas se passaram de um jeito diferente do que está sendo dito.
8 - Na seqüência o coordenador deve fazer uma reflexão sobre o tema, chamando atenção para a necessidade das pessoas se comprometerem diante da injustiça social.







199. TROCA DE UM SEGREDO
Participantes: 15 a 30 pessoas.
Tempo Estimado: 45 minutos.
Material: Lápis e papel para os integrantes.
Descrição: O coordenador distribui um pedaço de papel e um lápis para cada integrante que deverá escrever algum problema, angústia ou dificuldade por que está passando e não consegue expressar oralmente. Deve-se recomendar que os papéis não sejam identificados a não ser que o integrante assim desejar. Os papéis devem ser dobrados de modo semelhante e colocados em um recipiente no centro do grupo. O coordenador distribui os papéis aleatoriamente entre os integrantes. Neste ponto, cada integrante deve analisar o problema recebido como se fosse seu e procurar definir qual seria a sua solução para o mesmo. Após certo intervalo de tempo, definido pelo coordenador, cada integrante deve explicar para o grupo em primeira pessoa o problema recebido e solução que seria utilizada para o mesmo. Esta etapa deve ser realizada com bastante seriedade não sendo admitidos quaisquer comentários ou perguntas. Em seguida é aberto o debate com relação aos problemas colocados e as soluções apresentadas.

Possíveis questionamentos:
Como você se sentiu ao descrever o problema?
Como se sentiu ao explicar o problema de um outro?
Como se sentiu quando o seu problema foi relatado por outro?
No seu entender, o outro compreendeu seu problema?
Conseguiu por-se na sua situação?
Você sentiu que compreendeu o problema da outra pessoa?
Como você se sentiu em relação aos outros membros do grupo?
Mudaram seus sentimentos em relação aos outros, como conseqüência da dinâmica?







200. TROCA-TROCA
Objetivos:
Sentir a realidade do outro. Conscientizar de que somos diferentes uns dos outros.
Material:
Caixas de papelão ou sacos plásticos.
Como Fazer:
1 - Se o grupo for grande dividir em equipes
2 - Deixar em cada equipe uma caixa de papelão
3 - Pedir aos participantes tirarem seus sapatos e colocarem na caixa
4 - Ao sinal todos deverão colocar os sapatos novamente o mais rápido possível para sentir-se bem dentro de sua realidade
5 - Após 1 minuto, parar para avaliar o resultado
6 - Num 2º momento, recolher os sapatos e distribuí-los aos participantes, de tal modo que ninguém fique com os seus próprios sapatos.
7 - Ao sinal todos deverão colocar os sapatos do colega para sentir a realidade do próximo.
8 - Avaliar os últimos resultados, comparando-os com o 1º
Iluminação Bíblica:
Rm 12, 15







201. TROCANDO CRACHÁS
Objetivos:
Facilitar a memorização dos nomes e um melhor conhecimento entre os integrantes.
Material:
Crachás com os nomes dos integrantes.
Como Fazer:
1 - O coordenador distribui os crachás aos respectivos integrantes.
2 - Após algum tempo recolhem-se os crachás e cada um recebe um crachá que não deve ser o seu.
3 - Os integrantes devem passear pela sala a procura do integrante que possui o seu crachá para recebê-lo de volta.
4 - Neste momento, ambos devem aproveitar para uma pequena conversa informal, onde procurem conhecer algo novo sobre o outro integrante.
5 - Após todos terem retomado seus crachás, o grupo deve debater sobre as diferentes reações durante a experiência.







202. TUBARÃO
Participantes: Indefinido.
Material: Um local espaçoso.
Desenvolvimento: O animador explica a dinâmica: imaginem que agora estamos dentro de um navio, e neste navio existem apenas botes salva-vidas para um determinado número de pessoas, quando for dita a frase "Ta afundando", os participantes devem fazer grupos referentes ao número que comporta cada bote, e quem ficar fora do grupo será "devorado" pelo tubarão (deve-se escolher uma pessoa com antecedência para ser o tubarão).
O número de pessoas no bote deve ser diminuído ou aumentado, dependendo do número de pessoas.
Responder às seguintes perguntas:
Quem são os tubarões nos dias de hoje?
Quem é o barco?
Quem são os botes?
Alguém teve a coragem de dar a vida pelo irmão?







203. UM NOVO OLHAR
Objetivo: Refletir sobre as nossas "deficiências".
Participantes: Todos os presentes no encontro.
Material: Pano ou qualquer outro material para se vedar os olhos e para tapar a boca. Corda ou barbante para amarrar as pernas dos jovens. Para a meta: pode se levar balas ou doces, ou então colocar um caderno ou outro objeto
Primeiro passo:
Dividir os participantes em 4 grupos
• Primeiro grupo: vedar os olhos (cegos) ;
• Segundo grupo: tapar a boca (mudos) escolher para serem os mudos aqueles jovens ou crianças que mais conversam nos encontros;
• Terceiro grupo: amarrar as pernas e os braços / do jovem ou criança / sentado em uma cadeira. (paralíticos) ;
• Quarto grupo: observadores ("perfeitos") ;
Descrição:
1. Pedir para os participantes do segundo grupo (mudos) e quarto grupo ("perfeitos") observarem com detalhe tudo aquilo que será feito.
2. Planejar uma meta a ser alcançada, por exemplo: colocar na mesa balas para serem pegas, ou então, um caderno para ser pego.
3. Os demais participantes, primeiro grupo (cegos) e terceiro grupo (paralíticos) irão caminhar pela sala ou ambiente que está sendo aplicado a dinâmica até alcançarem o objetivo.
Sugiro que se coloque no caminho alguns obstáculos para se dificultar a trajetória.
Conclusão: Perguntar aos participantes como eles se sentiram:
• cegos - não podendo ver o caminho a ser percorrido;
• paralíticos - amarrados nas cadeiras, não podendo se mover.
• mudos - aqueles que tanto gostam de conversar, não podendo nada falar
• "perfeitos" - que só ficaram a observar, sem tomar nenhuma atitude, indo ajudar aqueles que estavam em dificuldades.
Reflexão:
"Deficiente" é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino.
"Louco" é quem não procura ser feliz com o que possui.
"Cego" é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria. E só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.
"Surdo" é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês.
"Mudo" é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.
"Paralítico" é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda.
"Diabético" é quem não consegue ser doce.
"Anão" é quem não sabe deixar o amor crescer.
E, finalmente, a maior das deficiências é ser miserável, pois "Miseráveis" são todos que não conseguem falar com Deus.
"A amizade é um amor que nunca morre."
Mário Quintana






204. UMA PEÇA A MAIS
Objetivos:
Ajudar a descontrair o grupo durante uma reunião.
Material:
Um voluntário e um cobertor.
Como Fazer:
1 - O coordenador solicita ao voluntário que se retire da sala e explica a brincadeira para todo o grupo.
2 - O voluntário volta para a sala, é coberto com o cobertor e o coordenador vai orientado o voluntário:
a) Você está com uma peça de roupa a mais, você deve tirá-la e jogar para fora.
3 - A cada peça que ele tira, o coordenador solicita ao grupo que diga se é ou não a peça que está sobrando.
4 - O jogo vai seguindo até que o voluntário descubra qual a peça que está sobrando (o cobertor).
5 - Deve-se ter cuidado de para a brincadeira antes que o voluntário fique sem roupa, para não criar constrangimentos para ele nem para o grupo.






205. UMA VIAGEM ATRAPALHADA
Arrume as malas:
Vamos usar um pouco de imaginação. Dentro de algumas horas você vai viajar para uma ilha não civilizada para morar lá durante alguns anos. A viagem é longa, mas seu navio não permite que leve muita bagagem. Apenas dez objetos podem ser carregados. Estes objetos podem ser de qualquer tamanho, peso ou valor.
Trata-se de mais uma esquisitice dessas companhias de navegação. Não tem jeito, e mesmo com toda a argumentação possível a única solução é começar a fazer sua lista dos dez objetos que você considera mais importantes. De certa forma, isto vai acabar revelando seus valores. A única coisa que pode levar fora da lista, é a Bíblia.
Anote no papel qualquer coisa que lhe venha à mente. Pode ser o carro, o cão de estimação, fogão, televisão, material de costura, etc. Qualquer coisa. Uma dica é que ao confeccionar sua lista, lembre-se de que o lugar não é civilizado e totalmente sem recursos.
Um inconveniente de última hora:
Agora que você tem tudo organizado, devidamente encaixotado, embarcado e encontra-se já em alto mar, surge um problema de última hora. Sérias avarias no navio obriga toda a tripulação a aliviar a carga. O comandante ordena que você jogue cinco objetos de sua lista no mar. A decisão é difícil, mas tem que ser obedecida. Agora faça uma nova lista e fique apenas com aqueles objetos que considera de maior valor.
Compartilhe sua decisão:
Forme grupos de três a cinco pessoas e cada um diz quais foram as cinco coisas com as quais escolheu ficar e quais resolveu jogar fora. Todos devem explicar o porquê da sua escolha. Neste momento todos acabarão por revelar quais são os seus maiores valores atualmente.
Alguém podem ter escolhido um trombone por gostar demais da música. Outro levaria o cachorro por gostar de brincar com ele. O compartilhar poderá ser feito com todos juntos se assim preferirem.
Uma pessoa regenerada procurará colocar Deus em primeiro lugar. Isto afetará todo o seu sistema de valores. "Quem está em Cristo, é nova criatura" (2Co.5.17). Quando escolhi os valores do Reino, todas as minhas decisões devem ter por detrás delas agradar a Deus. Se foi esta a motivação da sua escolha, tudo bem. De qualquer forma, é bom que o restante do grupo saiba do que realmente gosto.
Iluminação bíblica:
"Pois, se vivemos, para o Senhor vivemos; se morremos, para o Senhor morremos. De sorte que, quer vivamos quer morramos, somos do Senhor" (Rm.14, 8).







206. VALORES
Objetivo: reconhecer os valores e qualidades.
Material: Cartões com valores escritos.
Desenvolvimentos: cada pessoa recebe um cartão com um valor que ela possua.
Deixar um momento para a reflexão pessoal.
Depois cada um vai dizer se considera ter mesmo este valor ou não. E se reconhece no grupo alguém que tem o mesmo valor.
Só no final da dinâmica, alguns guardam para si, outros souberam recomeçar este valor em outra pessoa, outros até duvidam o cartão com quem tem o mesmo valor.
Palavra de Deus: 1 Cor. 12,4-11 Lc 1, 46-55.







207. VALORES II
Objetivo: ressaltar o positivo do grupo.
Material: folhas, canetas e alfinetes.
Desenvolvimento: cada participante recebe uma folha em branco. Depois de refletirem um momento sobre suas qualidades, anotam na folha colocando o seu nome.
Em seguida prendem a folha com alfinete nas costas e andam pela sala, um lendo os valores dos outros e acrescentando valores que reconhecem no companheiro. Só no final todos retiram o papel e vão ler o que os colegas acrescentaram.
Palavra de Deus: Ef 4, 1-16 Sl 111






208. VARINHAS QUE NÃO QUEBRAM

Objetivos:
Utilidade pastoral; união do grupo. A fé como força que pode agregar, unir e dar resistência às pessoas.
Material:
Um feixe de 16 varinhas (pode-se usar palitos de churrasco)
Como Fazer:
1. Pedir que um dos participantes pegue uma das varinhas e a quebre. ( o que fará facilmente).
2. Pedir que outro participante quebre cinco varinhas juntas num só feixe ( será um pouco mais difícil).
3. Pedir que outro participante, quebre todas as varinhas que restaram, se não conseguir, poderá chamar uma outra pessoa para ajudá-lo.
4. Pedir que todos os participantes falem sobre o que observaram e concluíram.
5. Terminar com uma reflexão sobre a importância de estarmos unidos.







209. VARRENDO BOLAS
Material:
15 bolas e uma vassoura para cada equipe (sendo as bolas de cores diferentes para cada equipe).
Como Fazer:
1 - O animador divide o grupo em duas equipes, com igual número de integrantes.
2 - Colocam-se em filas paralelas, na linha de partida; em frente a elas, espalha-se uma quantidade de bolas.
3 - O primeiro representante de cada fila recebe uma vassoura.
4 - Dado o sinal, saem varrendo as bolas até à meta e depois passam a vassoura para a segunda pessoa, que deverá varrê-la da meta para a linha de partida, e assim sucessivamente.
5 - A equipe vencedora será aquela que primeiro terminar com a participação de todos os seus integrantes.
Avaliação:
- Para que serviu a dinâmica?







210. VIRAR PELO AVESSO
Objetivo: Despertar o grupo para a importância da organização
Desenvolvimento:
1° Passo: formar um círculo, todos de mãos dadas.
2° Passo: O coordenador propõe o grupo um desafio. O grupo, todos deverão ficar voltados para fora, de costas para o centro do círculo, sem soltar as mãos. Se alguém já conhece a dinâmica deve ficar de fora observando ou não dar pistas nenhuma.
3° Passo: o grupo deverá buscar alternativas, até conseguir o objetivo.
4° Passo: depois de conseguir virar pelo avesso, o grupo deverá desvirar, voltando a estar como antes.
5° Passo: Analisar a dinâmica:
O que viam? Como se sentiram?
Foi fácil encontrar a saída? Porquê?
Alguém desanimou? Porquê?
O que isto tem a ver com o nosso dia a dia?
Nossa sociedade precisa ser transformada?
O que nós podemos fazer?
Palavra de Deus: Ex 18, 13-27 Sl 114







211. VIRTUDES E DEFEITOS
Material:
Lápis e papel.
Como Fazer:
1 - O facilitador pedirá a cada participante que forme par com alguém ( havendo número ímpar, uma dupla se transformará em trio ).
2 - Em seguida distribuirá uma folha de papel a cada participante que deverá escrever duas coisas de que não goste em si mesmo, iniciando com a expressão "Eu sou...".
3 - Ao concluir, compartilhará com o parceiro.
4 - Na mesma folha, deverá escrever 10 coisas que aprecie em si mesmo, iniciando com a expressão: "Eu sou...".
5 - Na maioria das vezes as pessoas sentem dificuldade de reconhecer suas qualidades, por isso o parceiro pode ajudar essa pessoa sugerindo várias qualidades e virtudes que acha que o outro possui.
6 - Ao concluir compartilhará com o parceiro.
Compartilhar:
Todos somos dotados de qualidades e defeitos, quando nos conhecemos bem podemos trabalhar com as nossas limitações e deixar que o Espírito Santo tenha mais liberdade em nossas vidas. Reconhecer as nossas qualidades não deve servir para a nossa soberba, mas sim, para louvor a Deus.







212. VIVÊNCIA CRISTÃ.
Enviada por: Maria Helena L. de Carvalho
Objetivo: Dinâmica Vocacional - Analisar a nossa vivência Cristã.
Participantes: Todos os presentes no encontro.
Material: Anti-ácido efervescente Ex: Eno, Somrisal etc.
Descrição:
1. Um copo ou vidro transparente cheio de água e com tampa.
2. A 1º pessoa traz o (Anti-ácido efervescente) e coloca-o em cima da tampa.
3. A 2º pessoa coloca o outro (Anti-ácido efervescente) com o envelope invólucro fechado dentro do copo.
4. A 3º pessoa abre o (Anti-ácido efervescente) do envelope e coloca-o dentro da água para se misturar.
5. Analisar: como vim participar deste encontro?
6. Para que vim?
7. Como é minha participação dentro da comunidade?
8. Analisar três tipos de cristãos:
O que fica por fora, não participa e até atrapalha a entrada dos outros. É o cristão que renunciou o seu Batismo.
O 2º entrou mas fechou-se, até estorva. Fica no seu próprio mundo. É corpo morto, estraga até o visual, não se envolve. Fica boiando. Pode também ser o que gosta mais de se aparecer.
O 3º se abriu, penetrou, se envolveu totalmente. Questiona, provoca revolução momentânea, se desfaz, se consome para curar, para salvar, Foi até o fundo, depois subiu, ficou leve. O sonrisal não deixa de ser sonrisal, não perde a sua identidade e toma todo o conteúdo, as dimensões da água. E a água se torna curativa.
Para refletir:
Na minha vida que Sonrisal eu sou?
As vezes deixamos os outros permanecerem como o 1º e o 2º?
Ainda encontramos cristãos parecidos como o 3º Sorrisal?







213. SOCIODRAMA
Objetivo:
1- Refletir e comunicar um problema.
2- Desenvolver a sensibilidade para problemas vitais.
3- Conscientizar-se sobre atitudes positivas ou negativas diante de problemas vitais.
Passos
1- Escolher um coordenador para dirigir o trabalho.
2- Escolher com o grupo um fato real, concreto, próximo à vida do grupo. Um fato atraente e que apresente algum conflito. Cada um pode contar um fato. Depois o grupo escolhe o mais atraente.
3- Definir o gênero (na arte dramática há dois gêneros básicos: a tragédia e a comédia)
4- Construir a história. O grupo já tem um fato inspirador. Agora é preciso construir uma história. Dependendo do tema do fato, pode-se fazer pesquisas.
5- Caracterizar os personagens: ao construir a história, é bom já ir definindo os personagens principais. É preciso deixar claro as características de cada personagem na representação (ex.: dominante, astuto, bobo, brincalhão, paternalista, etc). Observação: Não há necessidade de muitos personagens em um sociodrama.
6- Armar o roteiro: É preciso ordenar as cenas das história. Definir bem o que acontece em cada cena e os personagens que vão atuar nela. Cada personagem ensaia o seu papel.
7- Organizar a apresentação: Preparar o cenário, os disfarces para os personagens, o fundo musical.
8- Realizar o sociodrama, fazendo os espectadores participarem. Dialogar com os espectadores, reconstruindo a história, analisando a história, levantando propostas para mudar o quadro.
Avaliação
1- Como nos sentimos?
2- Que ensinamentos podemos tirar da experiência?
3- Do que mais gostamos?







214. A FAMÍLIA IDEAL
Objetivo: Descobrir as características de uma família ideal.
Destinatários: grupos de jovens que se reúnem a algum tempo.
Material: oito corações de papel; em cada um deles estará escrito uma característica da família ideal: comunicação, respeito, cooperação, união, compreensão, fé , amizade, amor.
Desenvolvimento:
1- O animador convida os presentes a formarem, espontaneamente, equipes em número não inferior a cinco pessoas.
Escolhem um nome de família e, colocando-se a uns cinco metros do animador, ouvem as regras da dinâmica.
A dinâmica consiste em descobrir a equipe que melhor reflete as características de uma família ideal. Para isso, todos devem enfrentar uma série de provas. Para algumas, são concedidos vários minutos de preparação. Outras, porém, devem ser realizadas de imediato.
A família (equipe) que vence uma prova, recebe um coração. As últimas atividades realizam-se em conjunto (duas equipes se unem).
2 - O animador vai propondo as equipes as diferentes provas:
a) A família que chegar primeiro junto a ele, com a lista de todos os seus integrantes, recebe o coração da Comunicação.
b) A família que melhor representar uma cena familiar, recebe o coração do Respeito. Dispõem de quatro minutos para a preparação desta prova.
c) A família que conseguir formar primeiro uma roda de crianças, recebe o coração da Cooperação.
d) A família que conseguir primeiro cinco cadernos e cinco lápis ou canetas, recebe o coração da Compreensão.
e) A família que melhor representar, através da mímica, um ensinamento de Jesus, recebe o coração do Amor. As equipes dispõem de quatro minutos para preparar esta prova.
f) As famílias (nesta prova, trabalha-se em conjunto com outra equipe) que apresentarem a Miss ou o Mistermais barrigudo (usam-se roupas), recebem o coração da União. As equipes dispõem de três minutos para se preparar.
g) As famílias (as mesmas equipes em conjunto) que apresentarem o melhor conjunto vocal, recebem o coração da Amizade. As equipes dispõem de quatro minutos para se preparar.
h) As famílias (as mesmas) que apresentarem o melhor “slogan” pela igreja, recebem o coração da Fé. Dispõem de quatro minutos para se preparar.
3- Em equipe avalia-se a experiência:
. Para que serviu a dinâmica ?
. Como cada um se sentiu durante o exercício ?
. Como foi a participação de sua equipe ?
4- As respostas são comentadas em plenário e, a seguir, associa-se esta experiência à vida do grupo.
. De que maneira pode associar a dinâmica à vida







215. Dinâmica do “O que você parece pra mim….
Esta dinâmica pode ser empregada de duas maneiras, como interação do grupo com objetivos de apontar falhas, exautar qualidades, melhorando a socilização de um determinado grupo.
Material: papel cartão, canetas hidrocor e fita crepe.
Desenvolvimento: Cola-se um cartão nas costas de cada participante com uma fita crepe. Cada participante deve ficar com uma caneta hidrocor. Ao sinal, os participantes devem escrever no cartão de cada integrante o que for determinado pelo coordenador da dinâmica (em forma de uma palavra apenas), exemplos: 1) Qualidade que você destaca nesta pessoa;
2) Defeito ou sentimento que deve ser trabalhado pela pessoa;
3) Nota que cada um daria para determinada característica ou objetivo necessário a atingir nesta dinâmica.
Autor: Desconhecido







216. Dinâmica do Desafio
Material: Caixa de bombom enrolada para presente
Procedimento: colocar uma música animada para tocar e vai passando no círculo uma caixa (no tamanho de uma caixa de sapato, explica-se para os participas antes que é apenas uma brincadeira e que dentro da caixa tem uma ordem a ser feita por quem ficar com ela quando a música parar. A pessoa que vai dar o comando deve estar de costas para não ver quem está a caixa ao parar a música, daí o coordenador faz um pequeno suspense, com perguntas do tipo: tá preparado? você vai ter que pagar o mico viu, seja lá qual for a ordem você vai ter que obedecer, quer abrir? ou vamos continuar? Inicia a música novamente e passa novamente a caixa se aquele topar em não abrir, podendo-se fazer isso por algumas vezes e pela última vez avisa que agora é para valer quem pegar agora vai ter que abrir, Ok? Esta é a última vez, e quando o felizardo o fizer terá a feliz surpresa e encontrará um chocolate sonho de valsa com a ordem ‘coma o chocolate’.
Objetivos:essa dinâmica serve para nós percebermos o quanto temos medo de desafios, pois observamos como as pessoas têm pressa de passar a caixa para o outro, mas que devemos ter coragem e enfrentar os desafios da vida, pois por mais difícil que seja o desafio, no final podemos ter uma feliz surpresa/vitória.
Contribuição enviada pela usuária: Elizabete/Fortaleza - CE







217. Dinâmica “Tiro pela Culatra
Essa dinâmica é desenvolvida exatamente como a número 3 acima. A única diferença é que ao invés de se dizer uma parte do corpo do colega da direita, deve dizer uma tarefa para que esse colega execute.Quando todos tiverem escolhido a tarefa, Coordenador dá um novo comando:
_Cada pessoa deverá praticar a tarefa, exatamente como foi escolhida para o colega da direita. É uma dinâmica bem engraçada e é muito utilizada como “quebra gelo “.
Autor: Desconhecido







218. Dinâmica do Sociograma
Esta dinâmica é, geralmente, desenvolvida a fim de se descobrir os líderes positivos e negativos de um determinado grupo, pessoas afins, pessoas em que cada um confia. É muito utilizada por equipes esportivas e outros grupos.
Material: papel, lápis ou caneta.
Desenvolvimento: Distribui-se um pedaço de papel e caneta para cada componente do grupo. Cada um deve responder as seguintes perguntas com um tempo de no máximo 20-60 segundos, cronometrados pelo Coordenador da dinâmica. Exemplo de Perguntas:
1) Se você fosse para uma ilha deserta e tivesse que estar lá por muito tempo, quem você levaria dentro desse grupo?
2) Se você fosse montar uma festa e tivesse que escolher uma (ou quantas desejarem) pessoa desse grupo quem você escoheria?
3) Se você fosse sorteado em um concurso para uma grande viagem e só pudesse levar 3 pessoas dentro desse grupo, quem você levaria?
4) Se você fosse montar um time e tivesse que eliminar (tantas pessoas) quem você eliminaria deste grupo?
Obs: As perguntas podem ser elaboradas com o fim específico, mas lembrando que as perguntas não devem ser diretas para o fim proposto, mas em situações comparativas.De posse dos resultados, conta-se os pontos de cada participante e interpreta-se os dados para utilização de estratégias dentro de empresas e equipes esportivas.
Autor: Desconhecido







219. Dinâmica do Emboladão
Esta dinâmica propõe uma maior interação entre os participantes e proporciona observar-se a capacidade de improviso e socialização, dinamismo, paciência e liderança dos integrantes do grupo.
Faz-se um círculo de mãos dadas com todos os participantes da dinâmica.
O Coordenador deve pedir que cada um grave exatamente a pessoa em que vai dar a mão direita e a mão esquerda.
Em seguida pede que todos larguem as mãos e caminhem aleatoriamente, passando uns pelos outros olhando nos olhos (para que se despreocupem com a posição original em que se encontravam). Ao sinal, o Coordenador pede que todos se abracem no centro do círculo bem apertadinhos. Então, pede que todos se mantenham nesta posição como estátuas, e em seguida dêem as mãos para as respectivas pessoas que estavam de mãos dadas anteriormente (sem sair do lugar).
Então pedem para que todos, juntos, tentem abrir a roda, de maneira que valha como regras: Pular, passar por baixo, girar e saltar.O efeito é que todos, juntos, vão tentar fazer o melhor para que esta roda fique totalmente aberta. Ao final, pode ser que alguém fique de costas, o que não é uma contra-regra. O Coordenador parabeniza a todos se conseguirem abrir a roda totalmente!
Obs: Pode ser feito também na água.
Autor: Desconhecido







220. Dinâmica do Sentar-se no Colo
Esta dinâmica propõe um “quebra gelo entre os participantes:O coordenador propõe que o grupo fique de pé, de ombro-á-ombro,
em círculo. Em seguida pede que todos façam 1/4 de giro para um determinado lado ficando em uma fila indiana (assim: xxxxxxxxxxxx), embora em círculo. Ao sinal o Coordenador pede que todos se assentem no colo um do outro e depois repitam para o outro lado. É bem divertido, causando muitos risos !
Autor: Desconhecido







221. Dinâmica do Nome
Esta dinâmica propõe um “quebra gelo entre os participantes. Ela pode ser proposta no primeiro dia em que um grupo se encontra. É ótima para gravação dos nomes de cada um.
Em círculo, assentados ou de pé, os participantes vão um a um ao centro da roda (ou no próprio lugar) falam seu nome completo, juntamente com um gesto qualquer . Em seguida todos devem dizer o nome da pessoa e repetir o gesto feito por ela.
Variação: Essa dinãmica pode ser feita apenas com o primeiro nome e o gesto da pesso, sendo que todos devem repetir em somatória, ou seja, o primeiro diz seu nome, com seu gesto e o segundo diz o nome do anterior e gesto dele e seu nome e seu gesto… e assim por diante. Geralmente feito com grupos pequenos, para facilitar a memorização. Mas poderá ser estipulado um número máximo acumulativo, por exemplo após o 8º deve começar um outro ciclo de 1-8 pessoas.
Autor: Desconhecido







222. Dinâmica do Escravos de Jó
Esta dinâmica vem de uma brincadeira popular do mesmo nome, mas que nessa atividade tem o objetivo de “quebra gelo podendo ser observado a atenção e concentração dos participantes.
Em círculo, cada participante fica com um toquinho (ou qualquer objeto rígido).
Primeiro o Coordenador deve ter certeza de que todos sabem a letra da música que deve ser: Os escravos de jó jogavam cachangá;
Tira, põe, deixa o zé pereira ficar;
Guerreiros com guerreiros fazem zigue, zigue zá (Refrão que repete duas vezes)
1º MODO NORMAL:Os escravos de jó jogavam cachangá (PASSANDO SEU TOQUINHO PARA O OUTRO DA DIREITA);
Tira (LEVANTA O TOQUINHO), põe (PÕE NA SUA FRENTE NA MESA), deixa o zé pereira ficar (APONTA PARA O TOQUINHO NA FRENTE E BALANÇA O DEDO);
Guerreiros com guerreiros fazem zigue (PASSANDO SEU TOQUINHO PARA O OUTRO DA DIREITA), zigue (VOLTA SEU TOQUINHO DA DIREITA PARA O COLEGA DA ESQUERDA), zá (VOLTA SEU TOQUINHO PARA O OUTRO DA DIREITA) (Refrão que repete duas vezes).
2º MODO:
Faz a mesma seqüência acima só para a esquerda
3º MODO:
Faz a mesma seqüência acima sem cantar em voz alta, mas canta-se em memória.
4º MODO:
Faz a mesma sequência acima em pé executando com um pé.
5º MODO:
Faz a mesma sequência acima com 2 toquinhos, um para cada lado.







223. Dinâmica da “Escultura
Esta dinâmica estimula a expressão corporal e criatividade.
2 x 2 ou 3 x 3, os grupos devem fazer a seguinte tarefa: Um participante trabalha com escultor enquanto os outro (s) ficam estátua (parados). O escultor deve usar a criatividade de acordo com o objetivo esperado pelo Coordenador, ou seja, pode buscar:-estátua mais engraçada
-estátua mais criativa
-estátua mais assustadora
-estátua mais bonita, etc.Quando o escultor acabar (estipulado o prazo para que todos finalizem), seu trabalho vai ser julgado juntamente com os outros grupos. Pode haver premiação ou apenas palmas.
Autor: Desconhecido







224. Dinâmica da “Sensibilidade
Dois círculos com números iguais de participantes, um dentro e outro fora. O grupo de dentro vira para fora e o de fora vira para dentro. Todos devem dar as mãos, sentí-las, tocá-las bem, estudá-las. Depois, todos do grupo interno devem fechar os olhos e caminhar dentro do círculo externo. Ao sinal, o Coordenador pede que façam novo círculo voltado para fora, dentro do respectivo círculo. Ainda com os olhos fechados, proibido abrí-los, vão tocando de mão em mão para descobrir quem lhe deu a mão anteriormente. O Grupo de fora é quem deve movimentar-se. Caso ele encontre sua mão correta deve dizer _Esta ! Se for verdade, a dupla sai e se for mentira, volta a fechar os olhos e tenta novamente. Obs: Essa dinâmica pode ser feita com outras partes do corpo, ex: Pés, orelha, olhos, joelhos, etc. Tem o objetivo de melhorar a sensibilidade, concentração e socialização do grupo.
Autor: Desconhecido







225. Dinâmica do Mestre
Em círculo os participantes devem escolher uma pessoa para ser o advinhador. Este deve sair do local. Em seguida os outros devem escolher um mestre para encabeçar os movimentos/ mímicas. Tudo que o mestre fizer ou disser, todos devem imitar . O advinhador tem 2 chances para saber quem é o mestre. Se errar volta e se acertar o mestre vai em seu lugar.Esta dinâmica busca a criatividade, socialização, desinibição e a coordenação.








226. Dinâmica do “Rolo de Barbante
Em círculo os participantes devem se assentar. O Coordenador deve adquirir anteriormente um rolo grande de barbante. E o primeiro participante deve, segurando a ponta do barbante, jogar o rolo para alguém (o coordenador estipula antes ex: que gosta mais, que gostaria de conhecer mais, que admira, que gostaria de lhe dizer algo, que tem determinada qualidade, etc.) que ele queira e justificar o porquê ! A pessoa agarra o rolo, segura o barbante e joga para a próxima. Ao final torna-se uma “teia grande. Essa dinâmica pode ser feita com diversos objetivos e pode ser utilizada também em festas e eventos como o Natal e festas de fim de ano. Ex: cada pessoa que enviar o barbante falar um agradecimento e desejar feliz festas. Pode ser utilizado também o mesmo formato da Dinâmica do Presente .







227. Dinâmica do “Substantivo
Em círculo os participantes devem estar de posse de um pedaço de papel e caneta. Cada um deve escrever um substantivo ou adjetivo ou qualquer estipulado pelo Coordenador, sem permitir que os outros vejam. Em seguida deve-se passar o papel para a pessoa da direita para que este represente em forma de mímicas. Podendo representar uma palavra mais fácil, dividí-la e ajuntar com outra para explicar a real palavra escrita pelo participante, mas é proibido soltar qualquer tipo de som.
Autor: Desconhecido







228. Dinâmica da Verdade ou Conseqüência? “
Em círculo os participantes devem estar de posse de uma garrafa que deve ficar ao centro. Ao sinal do Coordenador, alguém gira a garrafa e para quem o bico da garrafa apontar é perguntado: _Verdade ou Conseqüência? Caso ele escolha verdade, a pessoa onde o fundo da garrafa apontou deve perguntar algo e ele obrigatoriamente deve responder a verdade. Se ele responder conseqüência deve pagar uma prenda (executar uma tarefa) estipulada pela pessoa que o fundo da garrafa apontou. A que respondeu gira a garrafa.
Autor: Desconhecido







229. Dinâmica do Pegadinha do Animal
Entrega-se a cada participante um papel com o nome de um animal, sem ver o do outro. Em seguida todos ficam em círculo de mãos dadas. Quando o animal for chamado pelo coordenador, a pessoa correspondente ao animal, deve se agachar tentando abaixar os colegas da direita e da esquerda. E os outros devem tentar impedir que ele se abaixe.Obs: todos os animais são iguais, e quando o coordenador chama o nome do animal todos vão cair de “bumbum no chão, causando uma grande risada geral.
Objetivo: “quebra gelo descontração geral.
Autor: Desconhecido







230. Dinâmica Ano Novo, Turma Nova.
Duração: 1 hora.
Material: papel, caixa de sapato, lápis, papel de embrulho e fitas. Faça para cada criança, uma pequena caixinha ou embrulho de presente, contendo 12 quadradinhos de papel:
X dias de aula (no meu caso eram cerca de 30 sábados por ano).
Jesus
Jogos
Bênçãos de Deus
Trocas
vários pontos de interrogação (???)
Novos Amigos
10 + 2 Mandamentos
Leitura da Bíblia
Histórias, estudo, conhecimento
Conversas com pais, amigos, entre nós.
Oração, louvor, música
Faça também uma folha, como se fosse uma carta com o seguinte texto:
“No dia 1o de janeiro nós recebemos um presente. Todos nós o recebemos do mesmo tamanho. Nós o sabemos.
Levaremos 365 dias para conhecer o presente que recebemos, é como uma destas belas caixas de surpresa, que se lê apenas uma por dia.
365 dias de expectativa, surpresas, alegrias, tristezas…
Mais alegrias que tristezas para quem está perto de Deus. Mas, além deste presente de 365 dias, este ano em especial, nós recebemos um segundo presente… Coloque as caixinhas dentro da caixa de sapatos, junto com uma folha com o texto e embrulhe com papel de presente bem vistoso e deixe em local de destaque na sala. Inicie o encontro se apresentando e com algumas músicas. Convide a turma para sentar em círculo, pode até ser no chão para descontrair. Pegue o presente e retire a “carta; leia o texto pausadamente e ao chegar à última frase, olhe dentro da caixa, e demonstre surpresa, como se só então tivesse percebido os demais pacotinhos.
Passe a caixa ao redor do círculo e peça que cada um tire o seu presente. Peça que abram, leiam cada quadradinho. Pergunte: O que vocês acham destas coisas?
Vamos começar com a carta “??? - esta é para vocês. Quando vocês vieram hoje para cá, era assim que estavam se sentindo? O que seus pais explicaram sobre estas aulas? O que vocês acham - vai ser bom ou vocês acham que vai ser chato? Que perguntas vocês gostariam de fazer? Depois deste papo inicial, fale sobre as aulas, usando as cartas para ajudar:
1.X dias de aula.
Nós vamos ter tantos encontros; o horário é tal; teremos férias em julho ou não, etc..
2.Jesus
Este será o tema principal dos nossos encontros, etc..
3.Jogos
Após cada encontro podemos jogar bola, tem espaço, tragam jogos de tabuleiro, vou usar brincadeiras em alguns encontros…
4.Bênçãos de Deus
Este ano será abençoado, porque Deus prometeu que estaria presente conosco…
5.Novos Amigos
Esta é fácil: vejam as pessoas aqui, serão novos amigos (aproveite este momento para pedir que cada um diga o seu nome e idade)
6.10 + 2 Mandamentos
Mas eu sempre ouvi falar que eram 10!! Sim, mas Jesus nos deu outros 2, sobre os quais também vamos estudar.
7.Leitura da Bíblia
É importante que vocês tenham cada um a sua Bíblia, a tragam sempre, cuidem dela, não deixem rasgar ou sujar, etc..
8.Histórias, estudo, conhecimento
Os encontros terão sempre uma história ou um tema, nós vamos debater, estudar, ler, etc..
9.Conversas com pais, amigos, entre nós.
Sempre que alguém tiver dúvida podemos conversar, vamos fazer entrevistas com os pais, com pessoas da comunidade, etc..
10.Oração, louvor, música
Nossos encontros vão começar sempre com alguns cantos, com oração; vamos encerrar com…
11.Trocas
Bom, e esta carta? Não sou só eu que vou ficar falando sozinha, vocês também sabem alguma coisa. Peça que cada um diga um personagem ou uma história bíblica que conheça.
Quando todos tiverem terminado, peça que peguem esta carta de troca, e escrevam o seu nome atrás dela.
Depois, vão passar esta carta para a direita, e novamente escrever o seu nome. Assim até que todas as fichas tenham todos os nomes. Peça que se levantem e procurem uma pessoa (ou mais) que ainda não conheçam. Conversem com ela, identificando o nome, idade, interesses.
Encerre o encontro com música e oração.
Se as crianças forem usar um caderno ao longo do ano, os quadradinhos podem ser colados numa das páginas deste.








231. Dinâmica Amar ao Próximo.
César Oliveria , RS
Duração: 30 min.
Material: papel, lapis. Divida a turma em grupos ou times opostos.
Sugira preparar uma gincana ou concurso, em que cada grupo vai pensar em 5 perguntas e 1 tarefa para o outro grupo executar. Deixe cerca de 15 minutos, para que cada grupo prepare as perguntas e tarefas para o outro grupo.
Após este tempo, veja se todos terminaram e diga que na verdade, as tarefas e perguntas serão executadas pelo mesmo grupo que as preparou.
Observe as reações. Peça que formem um círculo e proponha que conversem sobre:
Se você soubesse que o seu próprio grupo responderia às perguntas, as teria feito mais fáceis?
E a tarefa? Vocês dedicaram tempo a escolher a mais difícil de realizar?
Como isso se parece ou difere do mandamento de Jesus? “Amarás ao teu próximo como a ti mesmo.
Como nos comportamos no nosso dia a dia? Queremos que os outros executem as tarefas difíceis ou procuramos ajudá-los?
Encerre com uma oração. Se houver tempo, cumpram as tarefas sugeridas, não numa forma competitiva, mas todos os grupos se ajudando. –







232. Dinâmica: O que eu gosto… o que eu não gosto…
Material: Folhas de papel A4 e lápis
Pegue a folha e divida ao meio (deitada). Do lado esquerdo escreva: O que eu mais gosto nele(a). Do lado direito escreva: O que eu não gosto nele(a). Deixe um espaço para indicar: DE: e PARA: Peça aos casais que se separem para poderem escrever. Dê uns 10 a 15 minutos para finalizarem a tarefa. Peça que sejam o mais honesto(a) possível, assegurando que não será revelado a identidade das pessoas. Peça que devolvam os papéis.
Faça a leitura dos pontos positivos e dos pontos negativos, sem revelar nomes. (leia quantos puder, de acordo com o tempo disponível) A reação dos casais é de riso e de constrangimento. Os elogios causam um bem-estar muito grande e os defeitos que são revelados produzem o início de uma mudança na relação do casal. Pode ser utilizado o texto de Efésios 4:22-32. Certamente vão surgir problemas relacionados a brigas, mentira, tempo roubado (não sai com os filhos, não sai com a esposa), ficar sem se falar, etc.
(coleção enviada por Lígia Márcia G. Lima)







233. Dinâmica do beijo
Essa dinâmica, geralmente é desenvolvida com um grupo que já tenha um certa intimidade, para que ela tenha sucesso.
Desenvolvimento: Todos em círculo, em uma grande roda. O Coordenador explica a dinâmica que deve ser dito o seguinte:
_Cada um deve dizer do colega do lado direito, à parte do corpo que mais admira ou acha bonita. Quando todos tiverem escolhido esta determinada parte do corpo, coordenador dá um novo comando:
_Cada pessoa deverá dar um beijo exatamente no local escolhido.
Autor: Desconhecido







234. Dinâmica: De quem será o presente?
Material: 1 Presente (pode ser bombons com mensagens, ou outra lembrancinha, mas que tenha uma para cada pessoa. Deve estar em uma caixa bonita de presente, que desperte a curiosidade de todos.) Desenvolvimento: Pensar em pessoas que sejam organizadas, felizes, meigas, extrovertidas, corajosa, inteligente, simpáticas, dinâmicas, solidárias, alegres, elegantes, bonitas, transmite paz. (Se quiser pode acrescentar mais algum, de acordo com o grupo) Comece fazendo o sorteio entre todos os participantes, sorteando uma pessoa.
1.Parabéns!! Você tem muita sorte, foi sorteado com este presente. Ele simboliza a compreensão, a confraternização e a amizade que temos e ampliaremos. Mas o presente não será seu. Observe os amigos e aquele que considera mais organizado será o ganhador dele.
2.A organização é algo de grande valor e você é possuidor desta virtude, irá levantar-se para entregar este presente ao amigo que você achar mais feliz.
3.Você é feliz, construa sempre a sua felicidade em bases sólidas. A felicidade não depende dos outros, mas de todos nós mesmos, mas o presente ainda não será seu. Entregue-o para uma pessoa que na sua opinião é muito meiga.
4.A meiguice é algo muito raro, e você a possui, parabéns. mas o presente ainda não será seu. E você com jeito amigo não vai fazer questão de entregá-lo a quem você acha mais extrovertida.
5.Por ter este jeito tão extrovertido é que você está sendo escolhido para receber este presente, mas infelizmente ele é seu, passe-o para quem você considera muito corajoso.
6.Você foi contemplada com este presente, e agora demonstrando a virtude da coragem pela qual você foi escolhida para recebe-lo, entregue-o para quem você acha mais inteligente.
7.A inteligência nos foi dada por Deus, parabéns por ter encontrado espaço para demonstrar este talento, pois muitos de nossos irmãos são inteligentes, mas a sociedade muitas vezes os impede que desenvolvam sua inteligência. Agora passe o presente para quem você acha mais simpático.
8.Para comemorar a escolha distribua largos sorrisos aos amigos, o mundo está tão amargo e para melhorar um pouco necessitamos de pessoas simpáticas como você. Parabéns pela simpatia, não fique triste, o presente não será seu, passe-o a quem você acha mais dinâmica.
9.Dinamismo é a fortaleza, coragem, compromisso e energia. Seja sempre agente multiplicador de boas idéias e boas ações em seu meio. Precisamos de pessoas como você, parabéns, mas passe o presente a quem você acha mais solidário.
10.Solidariedade é a coisa rara no mundo em que vivemos, de pessoas egocêntricas. Você está de parabéns por ser solidário com seus colegas, mas o presente não será seu, passe-o a quem você acha mais alegre.
11.Alegria!!! Você nessa reunião poderá fazer renascer em muitos corações a alegria de viver, pessoas alegres como você transmitem otimismo e alto astral. Com sua alegria passe o presente a quem você acha mais elegante.
12.Parabéns a elegância completa a citação humana e sua presença se torna mais marcante, mas o presente não será seu, passe-o para aquele amigo que você acha mais bonito.
13.Que bom!!! Você foi escolhido o amigo mais bonito entre o grupo, por isso mostre desfilando para todos observarem o quanto você é bonito. Mas o presente não será seu, passe-o para quem lhe transmite paz.
14.O mundo inteiro clama por paz e você gratuitamente transmite esta tão riqueza, parabéns!!! Você está fazendo falta as grandes potências do mundo, responsáveis por tantos conflitos entre a humanidade. O presente é seu!!! Pode abri-lo. (espere a pessoa começar a abrir o presente e antes de completar, pede para esperar um pouco e continua lendo). Com muita paz, abra o presente e passe-o a todos os seus amigos e deseje-lhes em nome de todos nós, muita paz.

































ÍNDICE
01. 30 SEGUNDOS 1
02. A BALA 1
03. A BALA2 1
04. A CANDIDATURA 2
05. A FOTO PREFERIDA 2
06. A MACA 2
07. A MALETA 3
08. A NOSSA PARTE 3
09. A PALAVRA – IMÃ 3
10. A TEIA DA AMIZADE 3
11. A VELA E O BARBANTE 4
12. A VELA E COPO 4
13. A VIAGEM 4
14. A VIDA NO EVANGELHO DE SÃO JOÃO 5
15. A VIDA SE TECE DE SONHOS 5
16. ABRE O OLHO 6
17. ACENDER E APAGAR 6
18. AFETO 6
19. ANÁLISE DE MÚSICAS 6
20. ANJO DA GUARDA 7
21. ANÚNCIOS CLASSIFICADOS 7
22. APOIO 7
23. APRENDER A ESCREVER NA AREIA 7
24. APRESENTAÇÃO 8
25. ARTISTA 8
26. ÁRVORE DA VIDA E ÁRVORE DA MORTE 8
27. AS DIMENSÕES DA LIDERANÇA 9
28. AS QUALIDADES 9
29. AULINHA 9
30. AUTÓGRAFOS 10
31. AVALIANDO UM ENCONTRO 10
32. BAÚ DAS RECORDAÇÕES 10
33. BILHETES 11
34. BINGO BÍBLICO 11
35. BOAS NOTÍCIAS 12
36. BRAINSTORMING 12
37. CAMISETAS 12
38. CARÍCIA DOS NOMES 12
39. CARTA A SI PRÓPRIO 13
40. CARTA DE DESPEDIDA 13
41. CARTÃO MUSICAL 13
42. CARTÕES POSTAIS 13
43. CASTIGO 14
44. CESTAS DE FRUTAS 14
45. CHOCOLATE 14
46. COCHICHO 14
47. COLAGEM 15
48. COMO A BÍBLIA FOI ESCRITA 15
49. COMO ORAR 15
50. COMPRIMIDOS PARA A FÉ 16
51. COMUNICAÇÃO 16
52. COMUNICAÇÃO GESTICULADA 17
53. CONFIANÇA 17
54. CONHECENDO O GRUPO 17
55. CONHECER PELAS FIGURAS 17
56. CONSTELAÇÃO DE AMIGOS 18
57. CONSTRUÇÃO DA CASA 18
58. CONSTRUÇÃO DE UMA CIDADE 18
59. CONSTRUÇÃO DO BONECO 19
60. COSTA COM COSTA 19
61. CRISTO NO IRMÃO 19
62. CRUELDADE 20
63. CUMPRIMENTO CRIATIVO 20
64. DENTRO E FORA DO CORAÇÃO 20
65. DEPENDÊNCIA MÚTUA OU MORTE 20
66. DESENHO 21
67. DESENHO DOS PÉS 21
68. DIÁLOGO E SITUAÇÕES COMUNITÁRIAS 21
69. DIFICULDADE 22
70. DIAGRAMA DE INTEGRAÇÃO 22
71. DIÁLOGO E SITUAÇÕES COMUNITÁRIAS 23
72. DIFICULDADE 23
73. DINÂMICA DA CASA 23
74. DINÂMICA DA PALAVRA 24
75. DINÂMICA DA PIZZA 24
76. DINÂMICA DA PORTA 24
77. DINÂMICA DAS CORES 24
78. DINÂMICA DAS CORES II 25
79. DINÂMICA DE APRESENTAÇÃO 25
80. DINÂMICA DE COMUNIDADE 25
81. DINÂMICA DE INTEGRAÇÃO 26
82. DINÂMICA DE INTEGRAÇÃO DE GRUPO 26
83. DINÂMICA DO NÓ 26
84. DINÂMICA DO TRENZINHO 26
85. DIZENDO POR DIZER 27
86. DOIS CÍRCULOS 27
87. DOMINÓ 27
88. DRAMATIZAÇÃO 28
89. EM BUSCA DO OLHAR 28
90. ENCONTRO DE GRUPOS 28
91. ENTRANDO NA CASA 28
92. ENTREVISTA 29
93. ESCALA DE VALORES 30
94. ESPELHO 30
95. ESTÁTUA 31
96. ESTUDO DO MEIO 31
97. EU E MEU GRUPO 31
98. EU SOU ALGUÉM 32
99. EVANGELHO EM PEDAÇOS 32
100. EXERCÍCIO DA CONFIANÇA 32
101. EXERCÍCIO DA QUALIDADE 33
102. EXERCÍCIO DE BOMBARDEIO INTENSO 33
103. EXERCÍCIO DE CONSENSO 33
104. EXPLOSÃO DO COORDENADOR 34
105. FAZENDO COMPRAS 34
106. FESTIVAL DE MÁSCARA 34
107. FILEIRA 35
108. FOTOLINGUAGEM - COMUNICAÇÃO 35
109. GUIA DE CEGO 35
110. IDENTIFICAÇÃO PESSOAL COM A NATUREZA 36
111. IMAGEM E MENSAGEM 36
112. JESUS TE AMA! 36
113. JOÃO BOBO 37
114. JOGO COMUNITÁRIO 37
115. JOGO DA VERDADE 37
116. JOGOS DE BILHETES 37
117. JORNAL FALADO 38
118. JÚRI SIMULADO 38
119. JUVENTUDE E COMUNICAÇÃO 39
120. KARAOKÊ 39
121. KINDER OVO 39
122. LABIRINTO 40
123. LÍDER DEMOCRÁTICO 40
124. LOBO E OVELHAS 41
125. LUZ DO MUNDO 41
126. LUZ VERSUS MEDO 41
127. MAÇÃ 42
128. MANCHA OU PONTO 42
129. MEU DEUS, E AGORA? 42
130. MEU MUNDO INTERIOR 43
131. MEUS SENTIMENTOS 43
132. MINHA BANDEIRA PESSOAL 44
133. MINHA METADE ESTÁ EM VOCÊ 44
134. MUDANDO O RUMO 44
135. NOME E SIGNIFICADO 45
136. NOME PERDIDO 45
137. NÚMEROS 45
138. O BARCO 45
139. O BONECO 46
140. O CÍRCULO 46
141. O GRANDE ABRAÇO 47
142. O HELICÓPTERO 47
143. O OUTRO LADO 47
144. O PÊNDULO 48
145. OBJETIVOS INDIVIDUAIS x OBJETIVOS DO GRUPO 48
146. OBSERVAÇÃO/AÇÃO 48
147. OS BICHOS 49
148. OS BOMBONS 49
149. OS CORPOS REVELAM UMA POSIÇÃO SOCIAL 50
150. OUVINDO MÚSICA 50
151. PACIÊNCIA 51
152. PAINEL INTEGRADO 51
153. PALAVRA CHAVE 51
154. PALAVRA ILUMINADA 52
155. PALAVRA QUE TRANSFORMA 52
156. PARE 52
157. PARTILHA 52
158. PASSAR AMOR 52
159. PERFUME – ROSA E BOMBA 53
160. PERSONAGENS 53
161. PESQUISA 53
162. PESSOAS BALÕES 53
163. PINTANDO O OUTRO 54
164. POESIA DIÁRIA 54
165. PRESENTE DA ALEGRIA 54
166. PRESENTE DE AMIGO 55
167. QUE NOME VOCÊ TEM? 55
168. QUEM SOU EU ??? 56
169. RECORDAÇÕES DA INFÂNCIA 56
170. REMANDO JUNTOS 56
171. REZANDO IMAGENS 57
172. RIQUEZA DOS NOMES 57
173. RODA VIVA 57
174. ROMANCE 58
175. RÓTULOS 58
176. SALMO DA VIDA 59
177. SAUDAÇÕES 59
178. SEMEANDO A AMIZADE 59
179. SENSAÇÕES DE VIDA OU MORTE 60
180. SENTINDO O ESPÍRITO SANTO 60
181. SER IGREJA 60
182. SITUAÇÃO NO ESPAÇO 60
183. SOMOS CRIAÇÃO DE DEUS 60
184. SOMOS CRIAÇÃO DE DEUS E SOFREMOS INFLUÊNCIA DO MUNDO 61
185. SOU UM ESCRAVO 61
186. TÉCNICA DE SAÍDA 61
187. TÉCNICA DO ABRAÇO 62
188. TÉCNICA DO ENCONTRO 62
189.TÉCNICA NÃO VERBAL DE CONTROLE 62
190. TÉCNICA-GESCHENK 62
191. TEMORES E ESPERANÇAS 63
192. TEMPESTADE MENTAL 63
193. TERREMOTO 63
194. TESTE DE RESISTÊNCIA 63
195. TESTE DOS TRÊS MINUTOS 64
196. TESTEMUNHO DE FÉ 64
197. TRABALHO EM EQUIPE 65
198. TRÊS CAFÉS DA MANHÃ DIFERENTES 65
199. TROCA DE UM SEGREDO 66
200. TROCA-TROCA 66
201. TROCANDO CRACHÁS 66
202. TUBARÃO 66
203. UM NOVO OLHAR 67
204. UMA PEÇA A MAIS 67
205. UMA VIAGEM ATRAPALHADA 68
206. VALORES 68
207. VALORES II 68
208. VARINHAS QUE NÃO QUEBRAM 68
209. VARRENDO BOLAS 69
210. VIRAR PELO AVESSO 69
211. VIRTUDES E DEFEITOS 69
212. VIVÊNCIA CRISTÃ. 69
213. SOCIODRAMA 70
214. A FAMÍLIA IDEAL 70
215. Dinâmica do “O que você parece pra mim…. 71
216. Dinâmica do Desafio 71
217. Dinâmica “Tiro pela Culatra 71
218. Dinâmica do Sociograma 71
219. Dinâmica do Emboladão 72
220. Dinâmica do Sentar-se no Colo 72
221. Dinâmica do Nome 72
222. Dinâmica do Escravos de Jó 72
223. Dinâmica da “Escultura 73
224. Dinâmica da “Sensibilidade 73
225. Dinâmica do Mestre 73
226. Dinâmica do “Rolo de Barbante 73
227. Dinâmica do “Substantivo 73
228. Dinâmica da Verdade ou Conseqüência? “ 73
229. Dinâmica do Pegadinha do Animal 74
230. Dinâmica Ano Novo, Turma Nova. 74
231. Dinâmica Amar ao Próximo. 75
232. Dinâmica: O que eu gosto… o que eu não gosto… 75
233. Dinâmica do beijo 75
234. Dinâmica: De quem será o presente? 75

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